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Sandra Turchi

Por Sandra Turchi

Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.

(artigo para Revista Cliente S.A.)

As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?

Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam – 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google – e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.

Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.

Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como Mobile Marketing, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, E-commerce, M-commerce, Redes e Mídias Sociais (Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc), Buscas, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, Advergaming, Games Sociais entre outras inovações.

E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!

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Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Networking, Vendas na Internet

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Vale apena ler este artigo da Sandra Turchi, o Blog do Comércio Eletrônico Indica.

Postado por Sandra Turchi  -( www.sandraturchi.com.br)

foto_sandra-turchiApontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.  O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.

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Por TI INSIDE Online

O comércio eletrônico no Brasil deve fechar o ano com faturamento de R$ 10,5 bilhões e cerca de 4 milhões de novos adeptos das compras pela internet. Segundo pesquisa feita pela Associação do Comércio de São Paulo (ACSP) e pela Câmara-e.net, o país já possui 11,5 milhões de consumidores on-line, que gastam em média R$ 323 por compra.

A superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, atribui esse crescimento à bancarização da classe C e a facilidade que essa faixa de consumidor tem encontrado para adquirir cartões de crédito e parcelar suas compras. A executiva observa que o crescimento do comércio pela internet se deve também aos prazos de pagamento normalmente maiores do que nas lojas físicas, e por isso espera que no Natal o valor médio da compra suba para R$ 346.

De acordo com o estudo, 90% dos grandes varejistas utilizam a internet para complementar sua receita, mas entre as pequenas e médias empresas o índice cai para 71%, sendo que 80% do faturamento total advêm das grandes empresas.

A ACSP considera fundamental que as PMEs adotem o comércio eletrônico como forma de variar seus negócios e acelerar seu crescimento, acrescentando que o ideal é que a participação do setor chegue e 30% do total.

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Sandra Turchi ministra palestra em evento de varejo

foto_sandra-turchiO 12º Fórum de Varejo da América Latina que acontece, nos dias 22 e 23 de setembro de 2009, no Hotel Renaissance discutirá o futuro do mundo dos negócios nesse cenário de integração de canais e convergência de meios de comunicação. Em sintonia com o histórico de temas e estudos que propiciam conteúdo, conhecimento e experiência em varejo, indústria, distribuição e serviços ao mercado nacional e internacional, a superintendente de Marketing e coordenadora do projeto de inclusão digital para Pequena e Média Empresa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Sandra Turchi, ministrará a palestra intitulada ‘Neoconsumidor’ – O futuro dos negócios em tempos de integração de canais e convergência dos meios de comunicação, a ser realizada nesta terça-feira (22), das 14h40 às 15h25.

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Destaque desta mátéria: O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas”, diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi.

Veja Matéria completa…

Autor: Beth Matias
Fonte: Agência SEBRAE de Notícias

Apesar do crescimento, participação da pequena empresa ainda é tímida, diz consultor

São Paulo – Apesar da crise econômica, o comércio eletrônico vem crescendo muito acima da média nacional Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o e-commerce cresceu 25% em relação ao ano passado, segundo dados da consultoria e-bit. Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios e de expansão de seus empreendimentos reais.

“O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas”, diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi, que fez a palestra de apresentação do seminário promovido pela Associação Comercial de São Paulo e a Câmara-e-net, que tem o patrocínio do Sebrae.

Para Edilson Flausino, consultor da câmara e-net, a participação das micro e pequenas empresas, que representam 99% dos estabelecimentos formais do País, ainda são tímidas. “É um mercado em potencial e as micro e pequenas empresas não podem perder essa oportunidade.”

Atualmente há 60 mil lojas fazendo comércio eletrônico no Brasil. Os pequenos negócios respondem por apenas 20% do faturamento do e-commerce, enquanto os 80% restantes estão concentrados nas mãos das 20 maiores empresas.

Segundo Sandra, as vantagens são inúmeras no comércio eletrônico: não são necessários atendentes; funciona 24 horas, não há investimento em gôndolas, não há atendimento no balcão; há menos horários de pico.

Para entrar neste mundo virtual, no entanto, é preciso que o pequeno empresário esteja estabelecido como uma empresa. ¿Ele precisa abrir uma empresa no mundo real, fazer um plano de negócios, verificar como se comporta a concorrência. Ou seja, para vale a máxima do mundo real: planejamento¿, diz Sandra.

Apesar de não ter os custos da abertura de uma loja, o comércio eletrônico exige que o empresário invista principalmente em tecnologia, parceiros logísticos, marketing e formas de pagamento.

Sandra diz que os sites atualmente são meros cartões de visita. “Na rede mundial de computadores, a empresa precisa ter presença digital. Isso significa interação com as redes social (Orkut, blogs), com os buscadores e outras alternativas de marketing na internet”.

*Os textos aqui apresentados são extraídos das fontes citadas em cada matéria, cabendo as fontes apresentadas o crédito pelas mesmas.


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