Arquivo

Textos com Etiquetas ‘E-commerce’

E-commerce não é opção, é imposição do mercado

28, outubro, 2009

Vale apena ler este artigo da Sandra Turchi, o Blog do Comércio Eletrônico Indica.

Postado por Sandra Turchi  -( www.sandraturchi.com.br)

foto_sandra-turchiApontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.  O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.

Leia mais…

admin E-commerce, Neoconsumidor, Vendas na Internet , , , , , ,

MT insistirá na regulamentação do comércio eletrônico

20, outubro, 2009

Por Lojista Online - Oséias Gomes
O governo já começa a se movimentar de OLHO nos volumes dos negócios fechados eletronicamente. O Estado do Mato Grosso defende que os estados firmem convênios e fechem o cerco, e claro, dividam os lucros. A idéia é repartir entre o estado de origem e de destino os impostos recolhidos através das transações eletrônicas.

Veja matéria na íntegra - DA REDAÇÃO, COM ASSESSORIA
Leia mais…

admin E-commerce, Vendas na Internet , , ,

RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS CONFORME ALEXA.COM

14, outubro, 2009

www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Michael Thiegs

Seguindo o artigo iniciado esta semana, mostrando ferramentas interessantes da internet, recentemente apresentamos a ferramenta Alexa.com conhecida internacionalmente, que mostra a posição por número de visitas de todos os sites posicionados.
Como já falamos em detalhes, no artigo anterior o Alexa.com, é um serviço de Internet público, totalmente gratuíto e aberto na Internet, que mede o Ranking dos sites, por números de visitas  (maior público). Hoje iremos mostrar, mais um segmento, agora o Ranking de Lojas E-commerce , mais visitadas pelos brasileiros.

Informamos, por não considerarmos o site do Mercado Livre, como uma loja nos mesmos padrões das Lojas E-commerce, não computamos  na colocação, pois o MERCADO LIVRE, mercadolivre.com.br Alexa Certified Site 374 , Clique e veja  se mudou? caso fosse adicionado no Ranking, assumiria a primeira posição.

Lembrando que além da numeração apresentada pelo Alexa.com, existe a colocação do site, com posição de forma Global, ( GLOBAL = Sites visitados por Brasileiros, sejam sites do Brasil ou de fora dele) mas só até as primeiras 100 mil posições.

RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS
Extraído do Alexa.com em 13/10/2009

1)  AMERICANAS - www.americanas.com Alexa Certified Site 1,067 , Clique e veja  se mudou?  Quanto menor, mais visitado.

2)  SUBMARINO - submarino.com.br Alexa Certified Site 1,200, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

3)  SARAIVA - livrariasaraiva.com.br Alexa Certified Site 3,976, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

4)  MAGAZINE LUIZA - magazineluiza.com.br Alexa Certified Site 4,407, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

5)  PONTO FRIO - pontofrio.com.br Alexa Certified Site 5,095, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

6)  SHOPTIME - shoptime.com.br Alexa Certified Site 5,077 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

7)  EXTRA - extra.com.br - Alexa Certified Site 5,482 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

8)  CASAS BAHIA - casasbahia.com.br Alexa Certified Site 5,632 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

9)  COMPRA FÁCIL - comprafacil.com.br Alexa Certified Site 6,775 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

10) WALMART - walmart.com.br Alexa Certified Site 7,275 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

11) SHOP FÁCIL - shopfacil.com.br Alexa Certified Site 8,322 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

12) FASTSHOP - fastshop.com.br Alexa Certified Site 13,034 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

Importante: O Alexa.com , capta dados diários, por esse motivo, podem ocorrer mudanças nos números e nas posições diariamente, para facilitar, colocamos o numero linkado para poder se constatar possíveis mudanças.

Fonte: Dados feitos pelo Alexa.com / Autor: Michael Thiegs

* Michael Thiegs é consultor especialista em E-Business, Rede, Segurança e desenvolvimento de Internet.

admin E-commerce, Vendas na Internet ,

Dia dos Namorados: e-commerce brasileiro faturou R$ 393 milhões

18, junho, 2009

Por Redação do IDG Now!

No período entre 29 de maio e 12 de junho, gasto médio no comércio eletrônico foi de R$ 330. Livros foram os mais procurados.

No período dos Dia do Namorados, o comércio eletrônico faturou 393 milhões de reais, 21% a mais que os 324 milhões de reais registrados em 2008, informou a consultoria e-bit nesta quarta-feira (17/06).

O gasto médio com as compras na internet também aumentou, de 320 reais em 2008 para 330 reais em 2009.

As categorias preferidas para presentear no Dia dos Namorados foram Livros, com 17% das compras, Saúde e Beleza, com 14% e Eletrodomésticos, com 12%.

A consultoria analisou o movimento do e-commerce entre os dias 29 de maio e 12 de junho.

admin E-commerce, Vendas na Internet , , , , ,

As vantagens e os perigos do e-commerce

10, fevereiro, 2009

foto_sandra-turchiMuitos micros e pequenos empresários devem estar se questionando se ainda podem ficar fora da internet, visto que o seu dia-a-dia é tão desgastante, com tantas demandas, que parece ser impossível pensar em mais uma tarefa. Pois é… lamento informá-los, mas não há como evitar, o futuro dos negócios passa por esse caminho.

Apenas para lembrar: há mais de 1,4 bilhões de pessoas online (22% da população mundial), mais de 500 mil pessoas que entram na internet pela primeira vez, há mais de 165 milhões de sites. O Brasil já é o sexto país em número de usuários, com mais de 50 milhões de pessoas e é o primeiro no ranking latino. Mais de 24 milhões de brasileiros acessam de suas casas e aproximadamente 37% dos usuários pertencem à classe C. Além disso, é o primeiro país em tempo de navegação, pois a média de tempo gasto pelos brasileiros é de 24 horas/mês.

A previsão de faturamento para o ano de 2008 está em torno de 8,5 bilhões de reais, o que representa 40% a mais do que em 2007, e as mulheres são responsáveis por 50% das compras via internet.  Somente no primeiro semestre de 2008 foram emitidos mais de 11 milhões de pedidos online no Brasil, com ticket médio de 324 reais, com 3,5 milhões de novos consumidores. Os produtos mais vendidos são livros, revistas, artigos de informática, saúde, beleza, eletrônicos e eletrodomésticos.

Embora as micro e pequenas empresas ainda estejam um pouco distantes em termos de acesso e de estrutura de e-commerce na web (27% das micro e pequenas receberam pedidos online, sendo que nas grandes, 45% receberam esse tipo de pedidos), o momento é muito propício pois há diversas  iniciativas sendo implementadas, por instituições especializadas, para levar a esse grupo de empresários diversas soluções práticas que possibilitam uma ampla visão dos procedimentos e investimentos necessários para sua entrada no mundo digital. Essa entrada pode ocorrer de forma bastante consistente e econômica, para que estes atendam seus clientes de maneira segura e moderna, além de poderem acessar novos mercados e trazer novas receitas para seus negócios.

Como exemplo, há instituições bancárias com linhas de crédito especiais, empresas que apresentam lojas virtuais pré-formatadas, empresas com soluções para atender à questão da logística de forma prática e viável, há cursos para facilitar a divulgação nos mecanismos de buscas, normalmente utilizada para que a empresa seja localizada de acordo com a necessidade do consumidor que está procurando algo específico, enfim, toda uma gama de opções que possibilitam a entrada nesse novo mecanismo de vendas.

Porém, há uma questão muito importante a ser salientada, que é a segurança, tanto para quem vende como para quem compra na internet. Para quem está estruturando sua loja virtual é fundamental procurar se utilizar de fornecedores com credibilidade no setor, para trazer maior confiabilidade, bem como ter certificação de dados, utilizando-se de empresas especializadas nesse aspecto, e com isso trazer maior segurança aos seus clientes.

Do lado do consumidor algumas precauções devem ser tomadas antes de qualquer compra a ser realizada pela internet. Procure verificar se o site que você está acessando possui essa certificação de dados, como citado acima. Para isso existe um símbolo que valida o site, basta procurar. Depois da escolha dos produtos, quando estiver evoluindo para a parte da transação e pagamento, verifique se aparece a informação de que você está em uma “área segura” do site (aparecerá um cadeado e também “HTTPS”, esse “s” significa que você está seguro), isso quer dizer que as informações estarão trafegando de forma ‘encriptada’, ou seja, não correm o risco de ser “roubadas”.

Outro aspecto que você pode observar é se a empresa investe em algum tipo de divulgação na internet (banner’s, links patrocinados nos sites de busca, etc…), e se a empresa tem algum tipo de pesquisa para avaliação de satisfação ao final do processo de compra, o que demonstra que ela é mais idônea e se preocupa com a volta do cliente.

O consumidor pode optar também por adquirir produtos em lojas já conhecidas no mundo real, quer dizer, aquela loja que ele já costuma comprar nos shopping center, por exemplo, para ter maior certeza de que a loja existe e usar a internet a seu favor, para não pegar filas ou mesmo ter que pagar estacionamentos. Outro benefício muito interessante para quem compra é a forma de pagamento, normalmente até 12 parcelas, e com entrega gratuita ou com baixo custo. Vale a pena.

*Sandra Turchi – Superintendente da Associação Comercial de SP
(principais fontes utilizadas: e_bit, Comite gestor da Internet no Brasil, UOL statistics, IAB)

admin Ferramentas E-commerce , , ,

Pequenas empresas aproveitam a boa fase do comércio eletrônico para investir em lojas virtuais

4, fevereiro, 2009

Por: www.oserrano.com.br

Pequenas empresas aproveitam a boa fase do comércio eletrônico para investir em lojas virtuais

Alheio a crise econômica mundial, o comércio eletrônico brasileiro fechou a ano de 2008 com um balanço positivo, apresentando um crescimento de 30%, segundo dados do portal e-bit. Para Pedro Guasti, diretor do portal e responsável pelo relatório, o consumidor passou a escolher a opção mais inteligente para as compras. “A internet é um meio que oferece diversos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros”.

Com o crescimento do comércio eletrônico em alta, as micros e pequenas empresas estão buscando se informar sobre o segmento das lojas virtuais. “Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.

A citação de Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, segundo o site InfoMoney, tem como objetivo promover eventos que abordem os aspectos importantes do e-commerce para os micro e pequenos empresários que tenham interesse em entrar no segmento e desconheçam a ferramenta. “Acreditamos ser importante levar conhecimento a eles de forma prática”, acrescenta.

O projeto é de iniciativa da ACSP em parceria com a Camara-e.net. De acordo com os dados a Camera-e net estima-se que até 2010 as empresas consideradas de pequeno porte representam 30% das lojas virtuais movimentando cerca de R$15,4 bilhões.

Para Turchi, a iniciativa propõe as empresas uma oportunidade para adaptação as novas tecnologias. Além disso, as pessoas pensam, por desconhecerem, que o investimento para ter uma loja virtual é altíssimo “Existem muitos recursos que barateiam o investimento em uma loja virtual. Por exemplo, há ferramentas que trazem modelos de lojas prontos. Outros trazem sistemas de pagamento e de logística pré-formatados”.

Segundo Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, é importante que os lojistas que tenham interesse em montar uma loja virtual se conscientizem que esse é o momento certo. Procurar empresas conhecidas, pesquisar preços e analisar as diferenças que são oferecidas em prestação de serviços é de extrema importância para quem quer entrar no ramo do comércio eletrônico. “Uma empresa que possui uma consultoria que possa auxiliar no uso da ferramenta é importante para ajudar a otimizar as vendas em uma loja virtual, além disso, é importante que o lojista vá se preparando agora para atender as demandas das grandes datas comercias estão por vir., conclui.”

admin E-commerce , ,

E-commerce em alta

25, janeiro, 2009

O ano de 2008 foi prodigioso para o comércio eletrônico brasileiro. Não só pelo expressivo crescimento do faturamento do setor, que bateu na casa dos R$ 8,2 bilhões - número 30% superior ao registrado no ano anterior - mas também porque a confiança do consumidor nas transações online demonstra que o segmento tem cada vez mais credibilidade. Outra prova disso é que o tíquete médio também cresceu e fecha o ano em R$ 325.

Atualmente, são mais de 13 milhões de pessoas comprando pela internet e os sinais para os próximos 12 meses são positivos, mesmo com uma possível desaceleração por conta do repasse da alta do dólar nos preços dos produtos importados. A previsão é de que o faturamento tenha uma alta de 25% e atinja R$ 10,2 bilhões em 2009.

Aliás, vale comentar que a crise de crédito que diversos setores enfrentam não afetou o comércio online até o momento. Tanto os resultados das empresas do varejo digital no terceiro trimestre, quanto pesquisas recentemente publicadas, demonstram que as vendas pela internet tornaram-se uma importante válvula de escape para manter o crescimento das empresas do mercado tradicional.

Em um presente onde o consumidor procura por preços mais em conta, melhores condições de pagamento e produtos com mais custo x benefício, é difícil encontrar soluções mais interessantes que a compra pela rede. Tanto que o resultado do natal de 2008 não poderia ser melhor: evolução de 15% no consumo digital contra um porcentual de 11% em 2007.

É preciso ressaltar também que mesmo com a previsão da entrada de 4 milhões de novos consumidores, o tíquete médio deverá se manter estável, já que produtos como informática, celulares e eletroeletrônicos, que colaboraram fortemente para a curva ascendente em 2006 e 2007, deverão sofrer com uma pequena retração nas vendas.

Outro movimento interessante que merece destaque é o fato dos preços dos produtos terem sofrido retração no último ano, o que pode ser confirmado na pesquisa do Instituto Provar, na qual produtos como celulares tiveram uma retração de 19,9% e os bens de informática recuaram 11,8%.

Diversos aspectos devem influenciar o crescimento do comércio eletrônico em 2009, mas reitero que alguns deles farão diferença: as promoções de frete grátis, o parcelamento sem juros e os preços mais competitivos em relação ao varejo tradicional. Por tudo isso, é certo o aumento na freqüência de uso do canal web por parte do consumidor.

Pedro Guasti é diretor geral da e-Bit

Fonte: www.baguete.com.br

Editor Blog CEBrasileiro E-commerce , , , ,

Pequena quer fatia de 30% das vendas virtuais

22, janeiro, 2009

CDI - SÃO PAULO - Apesar de o comércio eletrônico (e-commerce) no País estar crescendo a taxas médias de 40% ao ano, um dos principais desafios do setor, que fechou 2008 com R$ 8,2 bilhões de faturamento, é inserir neste ambiente as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), que representam 93% dos estabelecimentos formais em operação. A meta de entidades, como a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), é que até 2010 as empresas com este perfil representem 30% do comércio virtual, cujos ganhos previstos estão na casa dos R$ 15,4 bilhões.

Atualmente existem mais de 16 mil lojas virtuais em funcionamento, mas as 18 maiores lojas são responsáveis por 80% do volume de vendas geradas o setor. “Queremos ampliar a participação desses empresários no ambiente eletrônico. Este é um mercado com imenso potencial e o número de empresas precisa crescer para atender à demanda de novos consumidores”, pontua Gerson Rolim, diretor executivo da Camara.e-Net.

O executivo comenta que muitas das compras efetuadas no e-commerce ainda são de itens como CDs e DVDs, mas que comercialização de livros, equipamentos de informática, sobretudo os eletrônicos, estão ganhando mais espaço. Entretanto, para Rolim, a saída é identificar um nicho de mercado e desenvolver estratégias fortes para conquistar o público. “Os grandes varejistas tem um mix de produtos gigantesco e mesmo assim não consegue suprir as necessidades de uma grande parcela dos e-consumidores por não vender produtos de uma determinada categoria.”

O diretor executivo da entidade ressalta que os pequenos investidores devem focar suas atividades em nichos de consumo diferenciados. Esta foi a saída encontrada pelo microempresário Jorge Narciso Jr., que fundou há quatro meses a loja Areia Doce, voltada para público feminino.

Com expectativa de faturar R$ 100 mil no primeiro ano de funcionamento, o estabelecimento virtual possui no seu mix itens de decoração, jóias importadas e bijuterias, acessórios e livros, todos, segundo o proprietário, voltados para o bem-estar. “Por trabalhar nas áreas de educação e nutrição, tenho muito contato com o público feminino e, por viajar bastante, tenho mais de cinco mil contatos diretos, que confiam no meu trabalho”, explicou Narciso Jr. sobre a sua motivação para ingressar no comércio eletrônico.

O empresário acredita que não possui muita concorrência, pois não vende apenas as principais marcas, mas kits que incluem cosméticos e jóias, produtos em sua maioria exclusivos, “principalmente as jóias, que são importadas da Indonésia”. O investimento inicial, incluindo estoque, programação e hospedagem do site foi orçado em R$ 10 mil, concretizado com capital próprio. Para incrementar as vendas, Narciso aposta em meios de divulgação como newsletter, sites e material impresso, distribuído em diversos eventos.

Assim como os grandes varejistas físicos e virtuais, ele adotou a estratégia de queimar o estoque restante das vendas de final de ano. Entre os fornecedores da loja Areia Doce estão as marcas de cosmético e perfumaria Muriel, Natuflora e Aroma Real, além da Livraria Biruta. “Neste ano pretendemos ampliar mais as linhas de produtos e passar a disponibilizar itens para o público masculino, pois recebemos pedidos de muitas clientes que desejam comprar presentes para seus maridos, filhos ou namorados”, diz.

Suporte

O proprietário da Areia Doce contou que a principal dificuldade para iniciar o negócio foi a falta de suporte, por isso “apanhou um pouco para desenvolver a loja”. Narciso Júnior participou apenas de alguns cursos do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), porém, eles não estavam relacionados ao comércio eletrônico.

Sandra Turchi, responsável pelo desenvolvimento do projeto de inclusão das MPMEs no ambiente virtual da ACSP conta que esta é a atitude da maioria dos empresários. “Na maioria das vezes, ele faz tudo sozinho e não tem tempo de procurar informações. As entidades que representam o comércio físico e virtual uniram forças para levar tecnologia a este público”, analisou.

A Camara-e.net e a ACSP comandam um evento itinerante para apresentar as facilidades do ambiente virtual aos empresários. Durante os encontros, os interessados conhecem os aspectos ligados à área como logística, web marketing, inclusive, linhas de financiamento de até R$ 250 mil pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Já são mais de 1 mil inscritos no projeto.

Mercado

Dois exemplos de lojas eletrônicas que escolheram mercados específicos para atuar são o Donatti 4×4, especializado em peças para jipes e a Camomilah, que vende lingerie de tamanhos grandes. Nascida há sete anos, a loja especializada nasceu a partir do hobby de Luis Fernando Donatti, que é a prática de circuitos off road e a fabricação própria de peças para seu automóvel, já que não estavam disponíveis para venda no País. No ano passado, ele estima que a empresa obteve ganhos na faixa de R$ 2 milhões, sendo que o investimento no negócio até então soma, em média, R$ 70 mil. Donatti ainda está reticente quanto às perspectivas de crescimento para este. “Em momentos de crise, as pessoas deixam de gastar com hobby, para de viajar ou vende o veículo”, aponta.

Para manter o ritmo alcançar a meta de incrementar o faturamento em 40%, nos próximos meses será criada uma importadora. “Revenderemos peças às lojas virtuais concorrentes, que de alguns anos para cá somam mais de 30″, disse o empreendedor. Ainda para facilitar a revenda de equipamentos, o empresário mantém uma distribuidora.

As últimas modificações no e-commerce da Donatti 4×4 foram a instalação de um carrinho de compras virtual e a migração para um provedor Jet, para comportar a página. A loja virtual também passou a aceitar pagamentos via cartão de crédito.

Pressão

Por causa da importância das MPEs na economia, o atual presidente do Conselho Deliberativo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), Abram Szajman, defendeu a redução de tributos e mais facilidades de acesso a crédito para as micro e pequenas empresas. “Vamos fazer pressão junto à área governamental para que as MPEs paguem menos impostos e tenham mais crédito”, declarou o empresário, mais conhecido por presidir há 21 anos a Federação do Comércio de São Paulo. O discurso aconteceu na 73º reunião do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP, quando foram empossados para a nova gestão da entidade, o diretor superintendente Ricardo Tortorella, o diretor Administrativo e Financeiro Milton Dallari e o diretor técnico Paulo Arruda.

Editor Blog CEBrasileiro E-commerce, Ferramentas E-commerce , , , ,

Convergência Digital. Será que 2009 será o ano da virada?

22, janeiro, 2009

Em novembro de 2008, atingimos o recorde de 144,8 milhões de celulares, com uma densidade de 75,24 celulares para cada 100 habitantes. Estatística que coloca o Brasil no topo da lista na América Latina. O Brasil também aparece na lista
das nove nações que concentram quase metade dos telefones celulares do planeta. Vale lembrar que sete em cada dez linhas de celular nos países latino-americanos analisados foram contratadas na modalidade pré-paga.

Além da posição de destaque na telefonia móvel, também temos boas notícias na conectividade à Internet, pois já ultrapassamos as marcas dos 50 milhões de usuários na rede e dos 30 milhões de usuários de Internet Banking.

Nesse ano, também foi lançada a TV Digital, com uma audaciosa meta de atingir a ubiqüidade
até 2016. Vale lembrar que a TV está presente em 97,1% dos lares brasileiros, enquanto os PCs se encontram em apenas 25% deles. Assim, fica claro que será a co
nvergência entre o
celular, a TV e a Internet, que fará toda a diferença na inclusão digital massiva em nosso país.

Um bom exemplo da avidez do ser humano pela convergência digital é o sucesso do iPhone, um smartphone com interface revolucionária, que funde o iPod ao celular. Ao permitir acesso por meio de interfaces amigáveis e interativas a portais de serviços e de conteúdos digitais, esses dispositivos efetivamente fomentam o consumo via celular, ou m-commerce.

Por outro lado, com a chegada da tão esperada interatividade segura da TV Digital, por meio da Certificação Digital ICP-Brasil, esperamos ver aflorar em 2009 os conceitos de t-banking
(acesso a bancos via TV) e t-commerce (compras pela TV), quando poderemos adquirir, por exemplo, o vestido de uma personagem da novela das oito com um simples clique do mouse em nossa TV.

Ou seja, o caminho da convergência digital está desenhado, basta agora o Brasil surfar esta onda.

Fonte - Economia Digital - http://gersonrolim.blogspot.com/

Editor Blog CEBrasileiro E-commerce, Ferramentas E-commerce , , , ,

A evolução do Comércio Eletrônico

19, janeiro, 2009

Por Redação do LojistaOnline - Abnor Gondim

O avanço da comunicação

O mundo virou uma aldeia global, onde é possível comprar uma infinidade de produtos e serviços sem sair de casa.

Em pouco tempo, no mesmo ritmo do avanço da velocidade na internet, fazer Comércio Eletrônico pelo computador vai virar ação rotineira para a maioria dos consumidores. O sinal dos novos tempos aponta a expansão do CE pelos aparelhos celulares.

Quem sinaliza essa tendência da web é nada menos do que o britânico Tim Berners-Lee. Criador da World Wide Web, ou melhor, da hoje insubstituível Internet.

“A conexão através de telefones celulares é fascinante, pois permite o aceso a pessoas que vivem em áreas rurais ou aquelas que sequer têm computadores”, aponta Berners-Lee, destacando a mobilidade e comodidade do sistema de telefonia móvel conectado à rede mundial de computadores.

Hoje, a variedade de produtos a venda na Web é colossal. Nela atuam profissionais autônomos, micro, pequenas e grandes empresas, governos, ONGs etc. Inclui desde indústrias de automóvel, redes de supermercados, até cursos de educação a distância, inclusive doutorado.

Shopping e camelódromo
Enfim, a web virou um gigantesco shopping ou um imenso camelódromo virtual. Tudo depende de como cada um monta sua vitrine na web. Nela todos podem vender tudo. É claro, sem violar a lei e a cultura dos consumidores. É uma questão de tempo para mais consumidores aderirem a essa nova tendência.

Boa parte da evolução do CE pode ser atribuída à melhoria dos sistemas de segurança na transmissão de dados sigilosos pela rede. Já foi para o espaço a remota idéia de que é um perigo tremendo passar os dados do cartão de crédito na rede.

Mas, no fundo, tudo isso se deve ao avanço da Tecnologia da Informação e da Comunicação, a famosa TIC.

É um movimento que começou na década de 40, com o surgimento do primeiro computador a válvulas. Nos anos 70, CE eram operações feitas com tecnologias que permitiam o envio eletrônico de documentos comerciais, como ordem de compras.

Na década seguintes, CE vira sinônimo da expansão dos cartões de créditos, caixas eletrônicos e dos serviços de atendimento ao cliente (SAC).

Internet popular

Criada nos anos 60 para fins militares, a Internet torna-se popular em 1994. Mas somente no final dessa década novas tecnologias permitem que as empresas passem a oferecer produtos e serviços pela web.

É assim que o termo Comércio Eletrônico ficou incorporado às facilidades de compra e venda pela internet com o uso de protocolos de segurança e serviços de pagamento eletrônico.

Desde então o mundo não foi mais o mesmo. E virou uma “aldeia global”, termo criado pelo sociólogo canadense Marshall McLuhan (1911-1980) para mostrar como o progresso tecnológico colocou o planeta numa situação semelhante a de uma aldeia. E com o charme de comprar e vender sem precisar sair de casa.

O Homo E-commerce

Saiba outras referencias:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_da_Tecnologia_de_Informa%C3%A7%C3%A3o

http://www.paradigma.com.br/biblioteca/servicos-web/view

http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/20/campus-party-tim-berners-lee-diz-que-futuro-da-internet-voltar-suas-origens-754056587.asp

http://books.google.com/books?id=YHqA-60IIAYC&pg;=PA70&sig;=EhjfSBE6l8DUPZptjKg6ObSH7PM

Editor Blog CEBrasileiro E-commerce, Ferramentas E-commerce , , , ,