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Textos com Etiquetas ‘comércio eletrônico’

E-commerce não é opção, é imposição do mercado

28, outubro, 2009

Vale apena ler este artigo da Sandra Turchi, o Blog do Comércio Eletrônico Indica.

Postado por Sandra Turchi  -( www.sandraturchi.com.br)

foto_sandra-turchiApontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.  O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.

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Faturamento do comércio eletrônico cresceu 25% no Dia das Crianças

20, outubro, 2009

Por Erica Ribeiro - Oglobo

RIO - O comércio eletrônico faturou R$ 450 milhões com as vendas do Dia das Crianças este ano, um aumento de 25% na comparação com o mesmo período de 2008. O levantamento foi feito pela e-bit, consultoria de compras pela internet.

O principal fator para o crescimento, segundo os dados apresentados pela consultoria, foi o alto tíquete médio das compras realizadas: R$ 339.

- A elevação do tíquete médio no Dia da Criança é causada principalmente pela preferência dos jovens pelos produtos mais caros - explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

- Não acredito que os tradicionais brinquedos tenham sido deixados de lado. Mas, na internet, existem recursos que facilitam a compra de produtos de maior valor agregado como, por exemplo, a possibilidade de comparar preços e parcelar em até 12 vezes sem juros - comenta Guasti.

Entre as categorias mais vendidas estavam artigos de informática e telefonia celular. A categoria eletrônicos também esteve entre as mais vendidas, assim como a de brinquedos, que dobrou a participação de vendas na data e respondeu por 5% do volume de pedidos.

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MT insistirá na regulamentação do comércio eletrônico

20, outubro, 2009

Por Lojista Online - Oséias Gomes
O governo já começa a se movimentar de OLHO nos volumes dos negócios fechados eletronicamente. O Estado do Mato Grosso defende que os estados firmem convênios e fechem o cerco, e claro, dividam os lucros. A idéia é repartir entre o estado de origem e de destino os impostos recolhidos através das transações eletrônicas.

Veja matéria na íntegra - DA REDAÇÃO, COM ASSESSORIA
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Na web, consumidor brasileiro está entre os mais exigentes do mundo

14, outubro, 2009

Por Daniela Braun  do IDG Now!

Brasileiro é o que fica mais desapontado quando loja favorita não vende online, entre 11 países pesquisados sobre o perfil do ‘neoconsumidor’.

O consumidor brasileiro está entre os mais receptivos e exigentes do mundo quando se trata de canais digitais, revela o “Estudo sobre o Neoconsumidor” divulgado nesta terça-feira (15/9) pelas consultorias Gouveia de Souza (GS&MD), especializada em distribuição e consumo, e o grupo Ebeltoft, que reúne 19 empresas de 16 países.

A primeira edição da pesquisa, realizada em julho com 5.500 internautas de onze países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia), mostra que os internautas da Austrália, do Brasil e do Reino Unido são os que mais comparam preços online - 76% na Austrália, 74% entre os britânicos e 73% entre os brasileiros. A média mundial é de 52%.

Da amostra, 39% dos participantes têm idade entre 19 e 34 anos e 44% entre 35 e 54 anos, sendo 26% com formação superior. No Brasil foram feitas 500 entrevistas adicionais, via formulário, em Porto Alegre (RS), Recife (PE) e São Paulo (SP).

Os brasileiros apresentam um alto índice de adesão ao comércio eletrônico (92% dos entrevistados compram online), que está acima da média mundial de 86%, mas são os alemães que mais fazem compras na internet. Já os australianos, apesar do alto volume de acesso a comparadores de preços, apresentam o menor volume de compras na web.

“O brasileiro se mostra mais propenso a incorporar os canais digitais, compara preços e usa bastante a internet” afirma Luiz Goes, sócio da Gouveia de Souza e coordenador da pesquisa. “Comunicar produtos a este consumidor multicanal é um desafio enorme para as agências, assim como para varejistas e fornecedores”.

Por outro lado, é um consumidor exigente, observa o executivo. Segundo a pesquisa, quando suas lojas favoritas não vendem online, os brasileiros se mostram os mais desapontados (53%), enquanto apenas 17% dos dinamarqueses se aborrecem com isso.

O estudo também mostra que o comércio em múltiplos canais, além das lojas físicas deve explodir no País entre dois e três anos. “Existe de um gatilho da ordem de 10 a 15 mil dólares per capta onde o multicanal dispara e começa a crescer em uma velocidade muito grande”, destaca Goes.  O PIB per capta brasileiro, atualmente em 10 mil dólares, dobrou nos últimos cinco anos.

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Comércio eletrônico deve atingir R$ 10,5 bi este ano no país

2, outubro, 2009

Por TI INSIDE Online

O comércio eletrônico no Brasil deve fechar o ano com faturamento de R$ 10,5 bilhões e cerca de 4 milhões de novos adeptos das compras pela internet. Segundo pesquisa feita pela Associação do Comércio de São Paulo (ACSP) e pela Câmara-e.net, o país já possui 11,5 milhões de consumidores on-line, que gastam em média R$ 323 por compra.

A superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, atribui esse crescimento à bancarização da classe C e a facilidade que essa faixa de consumidor tem encontrado para adquirir cartões de crédito e parcelar suas compras. A executiva observa que o crescimento do comércio pela internet se deve também aos prazos de pagamento normalmente maiores do que nas lojas físicas, e por isso espera que no Natal o valor médio da compra suba para R$ 346.

De acordo com o estudo, 90% dos grandes varejistas utilizam a internet para complementar sua receita, mas entre as pequenas e médias empresas o índice cai para 71%, sendo que 80% do faturamento total advêm das grandes empresas.

A ACSP considera fundamental que as PMEs adotem o comércio eletrônico como forma de variar seus negócios e acelerar seu crescimento, acrescentando que o ideal é que a participação do setor chegue e 30% do total.

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Carrefour vai entrar no comércio eletrônico

21, setembro, 2009

Por Daniela Braun, editora do IDG Now!

São Paulo - Venda de pacotes turísticos marca estréia da rede de hipermercados na internet.

Em novembro, a rede Carrefour marca sua estréia no comércio eletrônico com a oferta de pacotes turísticos, enquanto finaliza sua estratégia para entrar no varejo online no início de 2008.

A oferta de pacotes de viagens, por meio da divisão Carrefour Turismo, conta com a base operacional da operadora CVC e a plataforma de e-commerce da multinacional Amadeus, empresa especializada em sistemas para o mercado de viagens e turismo.
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Comércio eletrônico se expande no País

3, setembro, 2009

Por Emerson Coelho - Do Diário do Grande ABC

O comércio eletrônico no País vem crescendo a cada dia e ainda tem muito espaço para se expandir. Segundo especialistas, somente 3% do comércio varejista realiza negócios via internet. Nos Estados Unidos esse número é de cerca de 7%.

De acordo com dados da E-bit (empresa que é referência em informações sobre o segmento), no primeiro semestre deste ano as vendas on-line cresceram 27% em comparação com o mesmo período do ano passado e esse mercado de e-commerce movimentou R$ 4,8 bilhões.

“Só neste ano foram 2 milhões de novos consumidores que passaram a comprar pela internet e esse número tende a crescer cada vez mais dentro de um universo de 60 milhões de internautas do Brasil”, explica o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

Ele salienta que o comércio eletrônico no País tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma o executivo.

Segundo Guasti, com o crescimento vertiginoso do setor, torna-se cada vez mais importante que as empresas busquem seu espaço na rede mundial de computadores para vender seus produtos.

“Há cerca de dez anos bastava que a empresa tivesse seu espaço na web, mas hoje isso mudou e a internet tornou-se uma ferramenta indispensável para realização de negócios.”

FERRAMENTAS - O professor da Fundação Getúlio Vargas e especialista na área de varejo William Ervedeira Maillaro, compartilha da mesma opinião e acredita que atualmente é indispensável para as empresas utilizarem as diversas ferramentas disponíveis na internet para alavancarem suas vendas e fidelizar clientes.

“Além do site, o uso de blogs, e-mail marketing e comunidades de relacionamento como Twiter, Facebook e Orkut ajudam a aumentar o fluxo de clientes para a loja física”, comenta Maillaro.

O especialista aponta que a internet também é importante para que o comerciante entenda quais os hábitos dos consumidores, o que antes só era possível por meio de pesquisas.

“A web ajuda a aumentar as vendas por indicação de clientes que já compraram, além de ser uma importante ferramenta para divulgar promoções”, explica.

Maior número de usuários favorece comércio virtual

Outro fator que contribui para o aumento das compras on-line, segundo especialistas, é o maior acesso da população à internet e a maior facilidade para compra de computadores.

“Atualmente observamos um crescimento de cerca de 41% na utilização da internet pela classe C; além disso, faixas etárias que antes não tinham acesso à rede hoje estão tendo. No ano passado, por exemplo, houve um incremento de 23% no acesso de pessoas com 65 anos ou mais”, salienta o professor da Fundação Getúlio Vargas e especialista na área de varejo, William Ervedeira Maillaro.

TENDÊNCIA - Para o chefe do departamento de Marketing e Pesquisa de Mercado da ESPM, Marcelo Demidio, o crescimento do comércio eletrônico já começa a causar uma mudança de comportamento no varejo. “Nos Estados Unidos, por exemplo, alguns lojistas estão diminuindo os estoques de suas lojas físicas para suprir a alta demanda das lojas virtuais. O Brasil deve caminhar no mesmo sentido”, comenta.

Segundo especialistas, os interessados em ingressar no mercado do e-commerce gastam a partir de R$ 5.000 para criação de uma loja virtual, com recursos de segurança e de pagamento eletrônico.

O investimento é mais baixo para a criação de um site institucional, variando de R$ 300 a R$ 1.500, dependendo dos recursos.

Um site informativo, com no mínimo sete páginas de texto e um formulário de contatos, adequado a uma empresa que deseja apenas estar na internet, tem um custo mínimo de desenvolvimento de cerca de R$ 600. Já um site com enquetes, votações, busca, espaço para comentários, entre outros recursos não sai por menos de R$ 1.500.

Além dos gastos com a criação, é necessário que a empresa possua CNPJ para registrar um domínio no site da Fapesp (R$ 50 anuais) e contrate os serviços de um provedor para hospedagem do site, custo que varia de acordo com o plano escolhido.

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Projeção do varejo eletrônico para 2009 é de 30%

18, agosto, 2009

Cenário: varejo eletrônico revê projeção para empate com 2008

Por - Yahoo Noticias

Depois de prever uma desaceleração no crescimento de vendas do varejo online, o mercado agora já trabalha com um empate. Em janeiro, a expectativa era que o faturamento bruto do setor crescesse 25% em relação a 2008, segundo a empresa de monitoramento de comércio eletrônico, e-bit. No entanto, essa projeção poderá ficar em linha com o resultado do ano passado, de alta de 30%.

A B2W, por exemplo, que previa crescer entre 8% e 18% neste ano, já estima que o desempenho poderá superar o teto da projeção. Outra empresa varejista listada na BM&F Bovespa que apresentou uma aceleração no ritmo de crescimento das vendas por meio da internet foi a Saraiva.

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Entrevista sobre Comércio Eletrônico

7, agosto, 2009

Por Oséias Gomes - Diretor Executivo da Komunike EmpresaClick / LojistaOnline.

Veja nesta entrevista o que significa ter um Comércio Eletrônico, entenda o fenômeno do e-commerce, e como está acontecendo esta transformação do consumidor para o e-consumidor. Saibas ainda as vantagens de ter um Comércio Eletrônico, e veja ainda as perguntas mais freqüente que o lojista tem na hora de criar a sua loja online.

PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3

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Comércio eletrônico deve faturar R$ 405 mi com Dia dos Pais

7, agosto, 2009

Do Diário OnLine

O comércio eletrônico deverá movimentar R$ 405 milhões com o Dia dos Pais, segundo previsão da e-bit divulgada nesta segunda-feira. Se alcançado, este resultado será 20% maior do que o verificado no ano passado, quando o faturamento do segmento foi de R$ 338 milhões.

Um dos motivos para o bom desempenho da data é a característica marcante dos filhos presentearem seus pais com produtos de maior valor agregado, como produtos eletrônicos de grande e pequeno porte e artigos de informática, além de celulares.

“No Dia dos Pais, os usuários costumam optar por produtos mais caros, com um investimento maior. Os lojistas podem apostar nesse fator, já que a confiança do consumidor em comprar pela internet está cada vez maior, e trazer ofertas mais atraentes para os filhos que querem presentear seus pais com os melhores produtos disponíveis”, diz o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

O valor médio gasto por compra para o Dia dos Pais deve girar em torno de R$ 330. Além disso, a opção de parcelamento mais elástico deve ser, mais uma vez, uma aposta das lojas para alavancar as vendas em comparação ao varejo tradicional. No comércio eletrônico, o consumidor pode parcelar suas compras em até 12 vezes sem juros, com várias lojas oferecendo inclusive isenção de frete para algumas categorias e cidades.

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