Daniela Moreira, de INFO Online
SÂO PAULO – A crise não deve afetar o desempenho do comércio eletrônico no Dia das Mães, segunda data mais importante para o varejo brasileiro.
De acordo com a consultoria e-bit, a data movimentará entre os dias 25 de abril e 09 de maio cerca de R$ 450 milhões, um aumento de 20% em relação ao mesmo período em 2008.
A expectativa é de que os internautas gastem, em média, R$ 325 com suas compras no período, valor próximo aos R$ 328 gastos no ano passado.
As categorias mais populares, segundo a consultoria, devem ser livros; perfumes e cosméticos; roupas e acessórios; além de flores. Informática, celulares, eletrônicos e eletrodomésticos também devem ser áreas de grande procura.
No ano passado, os livros lideraram as vendas, com 13%, seguidos por informática (10%; saúde e beleza (10%); telefonia celular (7%); eletrônicos (7%); e eletrodomésticos (7%).
Tags: Dia das Mães, e-bit, Vendas online
Categorias: E-commerce, Vendas na Internet
Destaque desta mátéria: O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas”, diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi.
Veja Matéria completa…
Autor: Beth Matias
Fonte: Agência SEBRAE de Notícias
Apesar do crescimento, participação da pequena empresa ainda é tímida, diz consultor
São Paulo – Apesar da crise econômica, o comércio eletrônico vem crescendo muito acima da média nacional Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o e-commerce cresceu 25% em relação ao ano passado, segundo dados da consultoria e-bit. Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios e de expansão de seus empreendimentos reais.
“O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas”, diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi, que fez a palestra de apresentação do seminário promovido pela Associação Comercial de São Paulo e a Câmara-e-net, que tem o patrocínio do Sebrae.
Para Edilson Flausino, consultor da câmara e-net, a participação das micro e pequenas empresas, que representam 99% dos estabelecimentos formais do País, ainda são tímidas. “É um mercado em potencial e as micro e pequenas empresas não podem perder essa oportunidade.”
Atualmente há 60 mil lojas fazendo comércio eletrônico no Brasil. Os pequenos negócios respondem por apenas 20% do faturamento do e-commerce, enquanto os 80% restantes estão concentrados nas mãos das 20 maiores empresas.
Segundo Sandra, as vantagens são inúmeras no comércio eletrônico: não são necessários atendentes; funciona 24 horas, não há investimento em gôndolas, não há atendimento no balcão; há menos horários de pico.
Para entrar neste mundo virtual, no entanto, é preciso que o pequeno empresário esteja estabelecido como uma empresa. ¿Ele precisa abrir uma empresa no mundo real, fazer um plano de negócios, verificar como se comporta a concorrência. Ou seja, para vale a máxima do mundo real: planejamento¿, diz Sandra.
Apesar de não ter os custos da abertura de uma loja, o comércio eletrônico exige que o empresário invista principalmente em tecnologia, parceiros logísticos, marketing e formas de pagamento.
Sandra diz que os sites atualmente são meros cartões de visita. “Na rede mundial de computadores, a empresa precisa ter presença digital. Isso significa interação com as redes social (Orkut, blogs), com os buscadores e outras alternativas de marketing na internet”.
*Os textos aqui apresentados são extraídos das fontes citadas em cada matéria, cabendo as fontes apresentadas o crédito pelas mesmas.
Tags: comércio eletrônico, crise econômica, novos negócios, pequenas empresas, Sandra Turchi
Categorias: E-commerce, Vendas na Internet
Oséias Gomes – Quase 72% das empresas que participaram de uma pesquisa nos EUA (Forrester Research) disseram que não tem a intenção de mudar os seus planos de investimento para o Comércio Electrónico, apesar da desaceleração económica.
Embora apenas 6% de todas as compras são feitas na Web, diz Forrester researchers, que o investimento contínuo em tecnologia on-line faz sentido, pois 75% de todos os consumidores regulares fazem pesquisa dos produtos on-line antes de fazer compras na loja.
Fonte – Shop.org SmartBrief
Tags: compras Web, consumidores, Forrester Research, pesquisa
Categorias: E-commerce, Vendas na Internet
Oséias Gomes – Dono da Franquia Virtual afirma que faturou R$ 40 milhões em 2008. Cláudio Marcellini, que atua no mercado de varejo on-line confirma crescimento de 86% em relação a 2007. A previsão é ultrapassar os R$ 70 milhões neste ano. E o empresário acrescenta: “A crise tem ajudado o negócio a crescer”.
Para quem pretende investir em uma Loja Virtual, os especialistas afirmam: É uma forma segura de aumentar a participação no mercado investindo de forma moderada e segura.
Hoje o Comércio Eletrônico é sem dúvida a forma mais econômica de montar um negócio e começar a vendar rápido.
Veja quais são as principais preferências do consumidor na internet:
| Livros |
17% |
| Saúde e beleza |
12% |
| Informática |
11% |
| Eletrônicos |
9% |
| Eletrodomésticos |
6% |
Pesquisa realizada no pais mostra que pelo menos 13,2 milhões de brasileiros já compraram pelo menos uma vez pela internet, e a pesquisa ainda mostrou que de todos os consumidores, 51% eram do sexo feminino e 19% tinham mais do que 50 anos.
A Forester prevê que o comércio eletrônico no país crescerá entre 8% e 18% em 2009, bem menos do que nos anos anteriores, mas ainda assim os analistas estimam que, apesar da crise, as vendas pela internet vão aumentar em 2009.
Fonte – ValorOnline
Tags: comércio eletrônico, Franquia Virtual, montar um negócio
Categorias: E-commerce, Vendas na Internet
O escritor Peter Moon afirma: uma nova elite de cientistas tem o poder de vasculhar nossa vida no mundo on-line.
Eles formam uma elite de cientistas com a missão de vasculhar montanhas de dados em busca de padrões para descrever o comportamento humano. São os Numerati, o título do livro do jornalista americano Stephen Baker, da revista BusinessWeek. Segundo ele, os Numerati querem criar um modelo virtual de cada consumidor do planeta, usando-o para analisar nossas ações no mundo on-line e oferecer produtos no exato instante em que os desejarmos. Um exemplo de seu poder? Eles ajudaram Barack Obama a vencer as eleições americanas.
Acompanhe a Entrevista

QUEM É
O jornalista Stephen Baker, de 53 anos, está na revista BusinessWeek desde 1987, onde cobre a área de tecnologia
O QUE FEZ
Escreveu para os jornais Wall Street Journal, Los Angeles Times e Boston Globe
O QUE PUBLICOU
The Numerati (2008)
É co-autor do Blogspotting.net, o blog da BusinessWeek que busca entender como a tecnologia está mudando os negócios
ÉPOCA – Quem são os Numerati?
Stephen Baker – São uma elite global de cientistas da computação e matemáticos que analisam todos os nossos movimentos. Eles vasculham montanhas de dados à procura dos nossos padrões de comportamento, para poder prever o que iremos comprar, em qual candidato votaremos ou qual trabalho faremos melhor. Alguns tentam até mesmo encontrar possíveis casais. O Google e a IBM estão infestados de Numerati.
ÉPOCA – Eles são perigosos?
Baker – É preciso ter cuidado com eles. Têm um poder sem precedentes para desvendar nossos segredos. E cometem erros o tempo todo – porque lidam com estatística e probabilidade. O poder deles sobre sua vida depende de quanta informação particular você quer deixar nas mãos de uma única empresa. Você pode preferir dividir seu relacionamento on-line entre várias empresas.
ÉPOCA – Todos os meses, o Yahoo reúne 110 bilhões de dados sobre seus usuários. Quais são os números do Google?
Baker – O Google tem menos dados de seus usuários que o Yahoo, pois não os conhece tão bem. O Yahoo tem mais serviços com registro obrigatório. É uma das razões por que o Google criou o Gmail, para nos conhecer melhor.
ÉPOCA – Há quem não veja problema no uso dessas informações para fins publicitários. Afinal, vivemos em democracias. Mas isso pode mudar, não?
Baker – Exatamente. Logo após os ataques de 11 de setembro de 2001, o governo Bush começou a se comportar cada vez menos como um governo democrata, assumindo poderes excepcionais. Se a Casa Branca achasse que obter acesso aos dados do Google ajudaria a capturar terroristas, ela o faria. Aí, a questão seria outra: não temos razão para suspeitar que o Peter é um terrorista, mas parece que ele está sonegando impostos. Uma vez que o governo tenha acesso a nossos dados, poderá usá-los para qualquer fim.
ÉPOCA – Quais são as chances de alguém estar nos observando a cada tecla que digitamos no computador do trabalho?
Baker – Pequenas. A maioria das empresas ainda não tem esse grau de sofisticação. Só grandes grupos como a IBM, a Microsoft e o Google começam a observar o comportamento de seus funcionários de modo mais sofisticado. Não quer dizer que os programas para filtrar o uso da internet, para descobrir se os funcionários olham sites pornográficos ou enviam dados confidenciais, não estejam disseminados. Para mim, é interessante notar que as mesmas ferramentas usadas para nos monitorar podem ser empregadas para entender nosso comportamento e otimizar nossa produtividade.
ÉPOCA – Dê um exemplo.
Baker – A Knoa Software tem um programa para saber como as pessoas usam os diversos programas nas empresas. O objetivo é tornar os empregados mais produtivos. Suponha que alguém não esteja usando um programa caríssimo que a empresa comprou, mas o funcionário a seu lado está. Ao descobrir quem não usa o programa, a empresa pode oferecer treinamento – ou decidir demiti-lo.
Tags: cientistas, Numerati, Revista Época, Stephen Baker, vasculhar nossa vida
Categorias: E-commerce, Segurança na Internet
Por Redação do LojistaOnline – Oséias Gomes
O diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, disse que as vendas por meio da internet no Brasil foram afetadas pela crise global no último trimestre do ano passado, porém, estão retornando à faixa de crescimento de 25% nos dois primeiros meses deste ano. Ele afirma que se não fosse o agravamento da crise, o faturamento do comércio eletrônico do País teria chegado a R$ 8,5 bilhões em 2008. De acordo com a e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico, as vendas online em 2008 atingiram R$ 8,2 bilhões, e deve crescer de 20% a 25% para o faturamento do setor em 2009
Tags: crescer, e-bit, faturamento, internet no Brasil
Categorias: E-commerce