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	<title>E-COMMERCE Blog  - Tudo Sobre o Comércio Eletrônico &#187; Segurança na Internet</title>
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	<description>E-Commerce, Comércio Eletrônico e Negócios na Internet, Informações Sobre Como Montar Seu Negócio Na Internet. Livros, Artigos, Marketing Digial, Plano de Negócios, Vendas na Internet e Loljas Virtuais</description>
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		<title>Ministério da Justiça divulga diretrizes para o comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 22:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luciana Casemiro &#8211; oglobo
RIO &#8211; Mais clareza, informação e registro nas transações de comércio eletrônico. Esse é o objetivo das diretrizes estabelecidas pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor para a atividade, divulgadas nesta sexta-feira pelo Ministério da Justiça, durante a 65ª Reunião do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), realizada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Luciana Casemiro &#8211; oglobo</p>
<p>RIO &#8211; Mais clareza, informação e registro nas transações de comércio eletrônico. Esse é o objetivo das diretrizes estabelecidas pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor para a atividade, divulgadas nesta sexta-feira pelo Ministério da Justiça, durante a 65ª Reunião do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), realizada no Rio de Janeiro.</p>
<p>O documento traduz para o meio eletrônico as garantias já consagradas pelo Código de Defesa do Consumidor no comércio tradicional, destaca a secretária de Direito Econômico, do Ministério da Justiça, Mariana Tavares.</p>
<p>- Não se trata de uma norma nova, mas de uma interpretação do CDC para o comércio eletrônico. O princípio central do código é justamente a vulnerabilidade do consumidor e essa vulnerabilidade se agrava no comércio eletrônico onde ele não está (em contato) diretamente com o fornecedor- destaca Mariana.</p>
<p>Entre as questões que as diretrizes pretendem clarear de uma vez por todas está a questão do arrependimento da compra, após sete dias da entrega do produto, independentemente de defeito, já garantida pelo CDC.</p>
<p>O documento reafirma ainda a necessidade de informações claras sobre o fornecedor e de formas para localizá-lo, inclusive, fisicamente, em caso de problemas, e de aumento da documentação e da informação em cada etapa do processo de compra.</p>
<p>- Há sites que já fazem isso, mas em outros, em poucos cliques o consumidor pode efetuar a compra. Queremos que ele possa experimentar virtualmente o produto e que haja ferramentas de confirmação da compra e que precisem do seu aceite para a concretização.</p>
<p>As diretrizes representam o entendimento não só do Sistema Nacional do Consumidor (que reúne os procons de todo o país), mas também do Ministério Público, da Defensoria Pública e de entidades civis sobre os direitos dos consumidores nas transações via internet.</p>
<p>O documento já está disponível na página do Ministério da Justiça (www.mj.gov.br/dpdc) e, em breve, será transformado em cartilhas, com linguagem ainda mais simplificada para consumidores e fornecedores.</p>
<p>- As diretrizes são um avanço na proteção do consumidor e, ao mesmo tempo, trazem segurança jurídica ao fornecedor, que agora sabe qual é a expectativa que todo o sistema de proteção tem e entende os direitos dos consumidores &#8211; ressalta a secretária de Direito Econômico.</p>
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		<title>Associação antipirataria dos EUA põe Brasil em &#8216;observação&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 03:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now!

Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.
O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Redação do IDG Now!</p>
<div>
<p><strong>Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.</strong></p>
<p>O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance (IIPA) divulgado na quinta-feira (18/2).</p>
<p>A IIPA é uma organização privada formada por sete associações dos EUA que representam mais de 1.900 produtores de conteúdo e material protegido por leis de propriedade intelectual.</p>
<p>Seus membros são a Association of American Publishers, a Business Software Alliance, a Entertainment Software Association, a Independent Film &amp; Television Alliance, a Motion Picture Association of America, a National Music Publishers Association e a Recording Industry Association of America.</p>
<p><span id="more-356"></span></p>
<p><strong>Colaboração</strong><br />
O IIPA trabalha em colaboração com o U.S. Trade Representative na elaboração das análises chamadas Special 301, de países que o governo americano considera ter proteção inadequada aos direitos de propriedade intelectual.</p>
<p>Em 2009, por exemplo, a IIPA submeteu relatório ao USTR recomendando ações em 48 países. No mesmo ano, o relatório da USTR destacou problemas em 47 países, muitos deles relacionados a propriedade intelectual.</p>
<p>No relatório, a IIPA aponta as reformas legais que considera necessárias em 39 países, para que os direitos de propriedade intelectual das empresas americanas sejam resguardados. Para 35 deles, a aliança recomenda ao US Trade Representative (USTR) que permaneçam numa lista de observação (watch list).</p>
<p>O US Trade Representative é um órgão do governo americano encarregado de desenvolver e coordenar o comércio entre os EUA e outros países. Ele é subordinado à presidência dos EUA.</p>
<p><strong>Recomendações</strong><br />
Em relação ao Brasil, a IIPA recomenda que o país aumente as ações policiais antipirataria, promova a criação e formação de forças-tarefa em locais considerados prioritários e vigie a fronteira com o Paraguai, entre outras medidas.</p>
<p>A entidade também pede que se &#8220;evite&#8221; leis que tornem obrigatório o uso de software livre por agências do governo e empresas públicas e prega a rejeição de propostas legislativas discriminatórias que limitem o investimento estrangeiro na indústria de audiovisual e de leis que promovam a reprodução não autorizada de obras para uso em universidades.</p>
<p>O relatório chega a citar nominalmente a Universidade de São Paulo, ao sugerir que ela reverta sua norma administrativa que permite a cópia de partes de livros pelos estudantes nos centros de cópia das faculdades.</p>
<p>No comunicado, a IIPA afirma que &#8220;com a economia americana perdendo postos de trabalho, nosso governo precisa redobrar seus esforços para estancar o roubo global e maciço de obras americanas protegidas por direito de propriedade, tanto em forma física como na internet&#8221;.</p>
<p><strong>Lista prioritária</strong><br />
A IIPA recomenda que dez países sejam colocados numa lista prioritária de observação em 2010: Argentina, Canadá, Chile, Costa Rica, Índia, Indonésia, México, China, Filipinas e Rússia.</p>
<p>A entidade também pede ao USTR que inclua ou mantenha 14 países na lista geral de observação. Entre as inclusões solicitadas para 2010 estão Israel e Casaquistão. Essa lista inclui países tão díspares como Itália, Espanha, Peru e Vietnã.Para o diretor-geral da Business Software Alliance no Brasil, Frank Caramuru, não houve mudanças significativas em relação ao relatório de 2009. &#8220;A inclusão do Brasil na &#8216;watch list&#8217; significa que a situação no país não é a ideal, mas também não é prioritária&#8221; para a IIPA.</p>
<p>Caramuru lembra que, dos quatro países que compõem o Bric (grupo das principais economias emergentes), três deles &#8211; Rússia, Índia e China &#8211; estão na lista &#8216;priority watch list&#8217;, que é uma escala acima no nível da IIPA.</p>
<p>No que diz respeito à BSA, o executivo diz que a proteção de software no país tem melhorado bastante. &#8220;Em três anos, conseguimos reduzir o índice de pirataria em 6 pontos porcentuais, de 64% para 58%&#8221;, explica.</p>
<p>A lista oficial de países em observação por práticas de comércio consideradas inadequadas deverá ser divulgada pelo US Trade Representative em abril de 2010.</p>
</div>
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		<title>Seis passos para potencializar os negócios no meio digital</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 13:32:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Silvio Tanabe
Conheça os principais recursos utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet
 
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Silvio Tanabe</p>
<p><strong>Conheça os principais recursos utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet<br />
</strong><strong> </strong><br />
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.</p>
<p>O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.</p>
<p>São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.</p>
<p>Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter.<br />
Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.</p>
<p><span id="more-320"></span></p>
<p>Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.</p>
<p>Site com “usabilidade”: usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada de sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.<br />
Confira seis maneiras de potencializar recursos já existentes na web 2.0 e alavanque seus negócios.</p>
<p><strong>Otimização:</strong> é também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa.  Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.</p>
<p><strong>Publicidade online: </strong>é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.<br />
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.<br />
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.</p>
<p><strong>Inteligência de mercado:</strong> os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.</p>
<p><strong>Redes Sociais: </strong>Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc, assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.<br />
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.</p>
<p><strong>Email Marketing: </strong>a propaganda por email é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um email promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um email marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc).</p>
<p>Silvio Tanabe  (Consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital &#8211; www.magoweb.com/clinicadigital)</p>
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		<title>Dez razões para seu site não estar vendendo o que deveria</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 22:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ESCRITO POR TICIANA WERNECK
Segundo a empresa americana de software para ecommerce ZippyCart, esse é o período do ano perfeito para varejistas online identificarem o que está funcionando e o que não está em seus sites. Cheque abaixo as dez possíveis razões para seu site não estar vendendo o que deveria:
1. Muito lento&#8230;
Sabia que as pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>ESCRITO POR TICIANA WERNECK</p>
<p>Segundo a empresa americana de software para ecommerce ZippyCart, esse é o período do ano perfeito para varejistas online identificarem o que está funcionando e o que não está em seus sites. Cheque abaixo as dez possíveis razões para seu site não estar vendendo o que deveria:</p>
<p><strong>1. Muito lento&#8230;</strong></p>
<p>Sabia que as pessoas não suportam sites de ecommerce lentos? A experiência de compra online se popularizou justamente por sua rapidez e eficiência na comparação e compra dos produtos. Por isso, se seu provedor de hospedagem não é exatamente rápido e sua ferramenta de compra não é prática, pode estar aí a razão para a falta de vendas.</p>
<p><strong>2. Falta de segurança</strong></p>
<p>Se um visitante do seu site não sente que sua compra está sendo feita num ambiente seguro ele não vai passar do carrinho de compras. Aqui, o máximo de tecnologia é sempre o indicado.</p>
<p>3. Onde estão as informações sobre o valor de frete e as opções de pagamento?</p>
<p>Os compradores online dão importância a este tipo de informação. Você precisa dar o devido destaque a informações como número de parcelas, meios de pagamento aceitos (incluindo o nome dos cartões), entre outras informações fundamentais. Não as esconda.</p>
<p><strong>4. Navegação ruim</strong></p>
<p>Sites de ecommerce precisam trazer fotos dos produtos em diferentes tamanhos e cores, o que implica numa boa diagramação da página para não comprometer a navegação. Se a cada clique a página se corrompe ou trava, o consumidor se cansa de clicar e acaba desistindo da compra.</p>
<p><strong>5. Sem Upselling</strong></p>
<p>O upselling (fazer combinações de ofertas, baseadas nos produtos escolhidos) não é apenas uma ótima forma de aumentar as vendas por visitante como também algo que os próprios visitantes já esperam que você ofereça. Quando vai checar uma HDTV , o visitante vai querer ver outros produtos relacionados que possam vir a precisar, como caixas de som, cabos hdmi ou tocadores de blu-ray. Se recusar a usar o upselling é quase como se recusar a vender mais.</p>
<p><strong>6. Design feio</strong></p>
<p>Ter um site que parece ter sido criado em 2003 não passa uma boa impressão. Se seu site não tem uma cara fresca e bonita, os visitantes vão suspeitar que há algo errado e talvez desistam da compra apenas pela questão estética.</p>
<p><strong>7. Onde está o telefone para contato?</strong></p>
<p>Quando alguém vai até uma loja de concreto, ele sabe onde deve ir se tiver um problema ou dúvida. Faça com que os visitantes de seu site sintam-se confortáveis, apresentando o telefone de maneira clara. Se essa informação for difícil de encontrar, muitos desistem de efetuar a compra.</p>
<p><strong>8. Ferramenta de busca fraca</strong></p>
<p>Ótima navegação é uma coisa, uma ferramenta de busca forte é outra. Se um visitante precisa procurar múltiplas vezes até conseguir resultados apropriados, ele acaba de cansando. Essa é uma das razões de frustração e abandono do carrinho.</p>
<p><strong>9. Mostre-me o produto!</strong></p>
<p>Já que o consumidor não pode entrar na sua loja, então ele precisa ter a chance de ver o produto de maneiras diversas. Isso significa que o site precisa de variadas fotos, opções de zoom e também um vídeo. Agora, o vídeo não funciona para todos os produtos, mas vale a pena tentar com seus compradores assíduos para ver se suas taxas de conversão aumentam.</p>
<p><strong>10. Boas ações em sites de busca</strong></p>
<p>Está aqui a diferença entre fazer vender R$ 10 ou R$ 10.000 em um dia. Na loja online, ter uma boa vitrine não basta para que alguém entre – não há como se beneficiar do fluxo de pessoas circulando ao redor, como numa loja física. Em vez disso, você precisa ser achado. De preferência em sites de busca reconhecidos, como Google ou Yahoo. Revise seu site em busca de atrativos como tags, imagens, links patrocinados e palavras chaves facilmente indexáveis.</p>
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		<title>Vendas on-line continuam a crescer</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 11:39:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Por Thaís Pacheco  *
O mercado de compras on-line é uma das áreas que mais crescem atualmente. A procura por produtos adquiridos pela internet costuma sempre aumentar nos fins de ano e em datas comemorativas comerciais. Segundo dados da e-bit, consultoria em comércio eletrônico, as compras de fim de ano tiveram faturamento de R$ 1,63 bilhão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><div id="HOTWordsTxt">
<p>Por Thaís Pacheco  *</p>
<p>O mercado de compras on-line é uma das áreas que mais crescem atualmente. A procura por produtos adquiridos pela internet costuma sempre aumentar nos fins de ano e em datas comemorativas comerciais. Segundo dados da e-bit, consultoria em comércio eletrônico, as compras de fim de ano tiveram faturamento de R$ 1,63 bilhão, crescimento de 30% em relação ao ano anterior, quando o setor atingiu R$ 1,25 bilhão em vendas.</p>
<p>Atraídos pela facilidade, comodidade, condições de entrega e preços, os consumidores acabam optando pela compra on-line. A publicitária Tayra Vasconcelos faz compras pela internet desde 2006, interessada em preços mais baratos e para fugir do estresse das filas. &#8220;Tem a comodidade de comprar sem se levantar do sofá. Além disso, em datas festivas os shoppings ficam intransitáveis, isso sem falar no trânsito de São Paulo. Eu compro basicamente DVDs, blu-rays, CDs e livros, mas meu marido adquire também muitos games e actions-figure&#8221;&#8221;, explica Tayra.</p>
<p><span id="more-301"></span>Outro fator predominante para o balanço positivo foi a redução do IPI para produtos da linha branca, que além de aumentar as vendas nas lojas locais, refletiu também no e-commerce. Segundo pesquisa divulgada no primeiro semestre de 2009, pela e-bit, o comércio eletrônico foi aprovado por 86,3% das pessoas.</p>
<p>Percebendo todas essas vantagens, muitas lojas passaram a vender on-line. É o caso da Casas Bahia, que em fevereiro inaugurou sua loja virtual, com funcionamento 24 horas por dia. O investimento foi de R$ 3,7 milhões. A expectativa é que a loja atenda o crescimento programado de até 2% de faturamento da Casas Bahia.</p>
<p>Perigos &#8211; Muitos consumidores ainda têm receio de fazer compras pela internet, por causa do medo de roubos, insatisfação com os produtos e, principalmente, ações de hackers. Golpes que levam a compras em sites falsos e roubo de informações são os mais comuns.</p>
<p>&#8220;O principal é aquele que consiste em iludir o usuário permitindo a instalação de programas espiões no seu computador. Tais programas vão monitorar o uso da máquina até capturar senhas de cartões e dados da conta bancária&#8221;, alerta Djalma Andrade, coordenador do MIS (Movimento Internet Segura).</p>
<p>Normalmente, essa ação fraudulenta é aplicada por e-mails que oferecem ‘vídeos ou imagens de assuntos importantes&#8221; através de softwares piratas ou se passando por instituições pedindo o encaminhamento de informações pessoais do internauta.</p>
<p>&#8220;Na dúvida, a orientação é não clicar em nada deste tipo. Outros golpes comuns são a criação de sites falsos e o pedido de pagamento antecipado via depósito com o posterior desaparecimento sem enviar o produto&#8221;, completa Andrade.</p>
<p>Há também a preocupação sobre insatisfação com o produto e como recorrer em caso de prejuízo. Tayra já passou por problemas com o prazo de entrega, que ultrapassou 40 dias, ao fazer uma compra on-line. &#8220;Quando entrei em contato, eles cancelaram o pedido e enviaram vale-compra no valor que eu tinha efetuado&#8221;, relata a publicitária.</p>
<p>Segundo o coordenador do MIS, as leis para o comércio na internet são as mesmas para as lojas físicas. Por isso, os procedimentos de ressarcimento de produtos ou em casos de prejuízos são os mesmos.</p>
<p>&#8220;Caso o problema seja com o produto adquirido, procure a loja para efetuar a troca ou a devolução do pagamento. As regras estão estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor. Caso a questão não seja resolvida pela própria loja, pode-se procurar os órgãos de defesa do consumidor como Procon&#8221;, orienta Andrade.</p>
<p>Se o consumidor cair em algum golpe, o procedimento é entrar em contato com o banco para bloquear o cartão; em seguida procurar a polícia e fazer boletim de ocorrência.</p>
<p>&#8220;Outra providência bastante útil é a denúncia do comportamento indevido da loja a órgãos de comunicação de sua cidade. Quase todos os grandes jornais apresentam sessão de cartas para a defesa dos interesses dos leitores&#8221;, finaliza Djalma.</p>
<p>Dicas de segurança<br />
1 &#8211; Atualizar softwares gratuitos das empresas de segurança.</p>
<p>2 &#8211; Usar um antivírus.</p>
<p>3 &#8211; Usar Firewall.</p>
<p>4 &#8211; Dar preferência a sites de lojas reconhecidas.</p>
<p>5 &#8211; Verificar se a loja tem central de atendimento.</p>
<p>6 &#8211; Entrar em contato com a central de atendimento para verificar se as condições oferecidas no site são realmente as que serão praticadas.</p>
<p>7 &#8211; Verificar a forma de pagamento. Lojas que aceitam pagamentos com cartões devem ser as preferidas já que as bandeiras e os emissores de cartões fazem avaliação criteriosa da empresa antes de permitir que a mesma ofereça esta opção.</p>
<p>8 &#8211; Desconfiar de condições muito favoráveis.</p>
<p>9 &#8211; Consultar a política de devolução e de troca.</p>
<p>10 &#8211; Preferir lojas que apresentem o ‘cadeado&#8221; indicando ambiente seguro contra invasões.</p>
<p>11 &#8211; Atentar para a classificação do vendedor em sites de leilões. O sistema de classificação adotado por alguns desses sites ainda é um processo em evolução, mas já serve como um indicativo.</p>
<p>12 &#8211; Nunca clicar em links de sites enviados por e-mails desconhecidos.</p>
<p>13 &#8211; Verificar no browser se o endereço do site corresponde ao que você está navegando. Se o endereço que estiver no browser for diferente do nome do site utilizado, desconfie.</p>
<p>14 &#8211; Organize todas as evidências sobre a compra na loja, bem como as comunicações por e-mail efetuadas.</p>
<p>Dicas do MIS (Movimento Internet Segura)</p>
<p>*O conteúdo editorial desta página é de inteira responsabilidade da Universidade de São Caetano do Sul, com supervisão editorial dos jornalistas Eduardo Borga e Nelson Tucci, da Comunicação da USCS.</p>
<p>*O conteúdo editorial desta página é de inteira responsabilidade da Universidade de São Caetano do Sul, com supervisão editorial dos jornalistas Eduardo Borga e Nelson Tucci, da Comunicação da USCS.</p>
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		<title>E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now!
Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.
Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.
Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Redação do IDG Now!</p>
<p>Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.</p>
<p>Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>Este estudo refere-se ao Índice de Confiança do e-consumidor, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.</p>
<p>O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.</p>
<p>Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.</p>
<p>Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais &#8211; uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão  de reais em vendas.</p>
<p>A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.</p>
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		<title>Complemento criado pela Microsoft deixa Firefox vulnerável a ataques</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 17:15:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Computerworld/EUA
Plug-in Windows Presentation Foundation, instalado sem consentimento dos usuários, abre possibilidade de ataque no navegador da Mozilla.
Uma atualização feita pela Microsoft em fevereiro pode deixar o Mozilla Firefox vulnerável a ataques, admitiu a empresa durante a semana.
A extensão chamada “Windows Presentation Foundation”, instalada no navegador da Mozilla através de uma atualização do Windows Update, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Computerworld/EUA</p>
<p><strong>Plug-in Windows Presentation Foundation, instalado sem consentimento dos usuários, abre possibilidade de ataque no navegador da Mozilla.</strong></p>
<p>Uma atualização feita pela Microsoft em fevereiro pode deixar o Mozilla Firefox vulnerável a ataques, admitiu a empresa durante a semana.</p>
<p>A extensão chamada “Windows Presentation Foundation”, instalada no navegador da Mozilla através de uma atualização do Windows Update, permite que a criação de um site falso atinja o Firefox.</p>
<p>O plug-in foi instalado junto com a atualização .NET Framework 3.5 Service Pack 1, disponível desde fevereiro. O Windows Presentation Foundation foi adicionado ao Firefox sem autorização dos usuários.</p>
<p>Em um post no blog Security Research &amp; Defense, da Microsoft, engenheiros da companhia explicam como os usuários do Firefox podem fazer para desativar a extensão.</p>
<p>A vulnerabilidade também afeta usuários de todas as versões do Internet Explorer, incluindo o IE8.</p>
<p>(Gregg Keizer)</p>
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		<title>Confiança do consumidor chega a 87,02% em julho!</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Após registrar uma média de aprovação de 86,11% nos primeiros seis meses do ano, o comércio eletrônico brasileiro iniciou o segundo semestre com a maior marca de satisfação da série. Entre as pessoas que fizeram compras pela web no mês de julho, 87,02% se disseram satisfeitas com o resultado da transação. Este é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Fonte &#8211; e-Bit.com</p>
<p>Após registrar uma média de aprovação de 86,11% nos primeiros seis meses do ano, o comércio eletrônico brasileiro iniciou o segundo semestre com a maior marca de satisfação da série. Entre as pessoas que fizeram compras pela web no mês de julho, 87,02% se disseram satisfeitas com o resultado da transação. Este é o patamar mais alto já captado pelo “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), iniciada em janeiro de 2009.</p>
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		<title>Comércio virtual entra na mira do fisco</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 03:04:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Folha Online/CBJr.
O comércio eletrônico está na mira do fisco, que quer apertar o cerco às lojas virtuais que não pagam impostos. Em São Paulo, o governo prepara mudanças na legislação do ICMS para facilitar a fiscalização das operações virtuais. A Receita Federal criou grupo de estudo para também mapear o setor.
As vendas virtuais devem movimentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Folha Online/CBJr.</p>
<p>O comércio eletrônico está na mira do fisco, que quer apertar o cerco às lojas virtuais que não pagam impostos. Em São Paulo, o governo prepara mudanças na legislação do ICMS para facilitar a fiscalização das operações virtuais. A Receita Federal criou grupo de estudo para também mapear o setor.</p>
<p>As vendas virtuais devem movimentar R$ 10 bilhões neste ano, valor 22% maior do que o negociado no ano passado, segundo estimativas do setor. Até o fim de agosto, o fisco paulista deve encaminhar à Assembleia Legislativa um projeto de lei que obriga as empresas que operam na internet a informar dados cadastrais (como endereço e CNPJ) e de vendas feitas pelas lojas virtuais.</p>
<p>É que hoje o fisco tem dificuldade para identificar e localizar quem são os donos dos sites de vendas. Com regras específicas para o comércio eletrônico, a Fazenda paulista entende que será mais fácil saber quem é esse contribuinte virtual e cobrar dele o imposto. O foco das ações do fisco são os sites que operam de forma irregular e driblam o pagamento de impostos, e não as lojas e provedores legalmente estabelecidos. &#8220;Constatamos que há uma intensa mobilidade de endereços virtuais. Um site de comércio abre e fecha, e temos dificuldade em saber quem está por trás dele. Por isso, as informações das empresas que fazem a intermediação de sites [abrigam lojas virtuais e têm participação nas negociações], das que prestam serviços tecnológicos ou hospedam outros sites [provedores e servidores] são importantes para o fisco&#8221;, diz Antônio Carlos de Moura Campos, diretor-adjunto da Deat (Diretoria Executiva da Administração Tributária) da Secretaria da Fazenda paulista. &#8220;A ideia é que essas empresas façam o mesmo que as administradoras de cartão de crédito: forneçam dados ao fisco.&#8221;</p>
<p>&#8220;O comércio eletrônico é um setor que tem cada vez mais peso econômico e capacidade contributiva. Merece a atenção do fisco&#8221;, diz Luiz Sérgio Fonseca Soares, superintendente da Receita em São Paulo.</p>
<p>Sonegação</p>
<p>Advogados especializados em crimes virtuais, consultores e fiscais não têm ideia do tamanho da sonegação nas vendas pela internet. Mas consideram que o crescimento dos negócios virtuais e o aumento de denúncias de consumidores lesados justificam o cerco a esse setor.</p>
<p>Estima-se que hoje 20 mil sites atuem no país na venda de bens de consumo (exceto carros, passagens aéreas e produtos usados). Há cinco anos, eram 4.000. Um único site de venda de eletroeletrônicos monitorado pela recém-criada Supervisão de Fiscalização de Comércio Eletrônico da Fazenda paulista faturou no ano passado R$ 6 milhões, mas não recolheu um centavo de ICMS. Ao menos mil endereços virtuais serão monitorados.</p>
<p>&#8220;O site que vende um produto está sujeito à mesma tributação de uma loja física&#8221;, afirma Renato Pei An Chan, supervisor de fiscalização da Deat. Se as mudanças na lei do ICMS forem aprovadas pela Assembleia, as empresas &#8220;hospedeiras&#8221; que não prestarem informações (sobre sites que atuam de forma irregular) é que estarão sujeitas a multas e poderão até ser consideradas responsáveis solidárias. Segundo a Associação Comercial de São Paulo e a Fecomercio-SP, aumentam as reclamações de consumidores lesados em compras on-line. &#8220;Recebo semanalmente informações de cerca de 50 sites que querem vender algo, desde remédios até eletrônicos. O comércio virtual é uma realidade e só tende a crescer. O que podemos fazer, por enquanto, é alertar o consumidor a pesquisar os sites e exigir nota fiscal&#8221;, diz Marcel Domingos Solimeo, economista da ACSP. A Fecomercio SP pretende fazer um mapeamento do impacto das vendas eletrônicas informais no comércio físico e marcou para o início de agosto um congresso sobre crimes eletrônicos e formas de proteção.</p>
<p>&#8220;Com o avanço da tecnologia, o estelionatário que atua no mundo físico migra para a internet. Temos lei para coibir 95% dos crimes praticados pela internet, seja em transações bancárias, seja no comércio ilegal. Há um universo de 5% que está descoberto, é um mundo sem lei&#8221;, diz o advogado Renato Ópice Blum, presidente do Conselho de Tecnologia da Informação da Fecomercio SP.</p>
<p>O número de pessoas que buscam reparo na Justiça porque foram lesadas em crimes na internet também cresce, diz ele. Há sete anos, 400 processos foram julgados pelos tribunais de Justiça estaduais e federais. No fim de 2008, eram 17 mil. &#8220;É preciso criar delegacias, varas e tribunais especializados em crimes eletrônicos e intensificar a fiscalização.&#8221;</p>
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		<title>Stephen Baker &#8211; “Cuidado com os Numerati”</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 14:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Numerati]]></category>
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		<description><![CDATA[O escritor Peter Moon afirma: uma nova elite de cientistas tem o poder de vasculhar nossa vida no mundo on-line.


Eles formam uma elite de cientistas com a missão de vasculhar montanhas de dados em busca de padrões para descrever o comportamento humano. São os Numerati, o título do livro do jornalista americano Stephen Baker, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><div class="materiaCredito"><strong><em>O </em></strong><strong><em>escritor Peter Moon afirma: u</em></strong><strong><em>ma nova elite de cientistas tem o poder de vasculhar nossa vida no mundo on-line.</em></strong></div>
<div class="materiaCredito"><strong><em><br />
</em></strong></div>
<div class="materiaCredito">Eles formam uma elite de cientistas com a missão de vasculhar montanhas de dados em busca de padrões para descrever o comportamento humano. São os Numerati, o título do livro do jornalista americano Stephen Baker, da revista <em>BusinessWeek</em>. Segundo ele, os Numerati querem criar um modelo virtual de cada consumidor do planeta, usando-o para analisar nossas ações no mundo on-line e oferecer produtos no exato instante em que os desejarmos. Um exemplo de seu poder? Eles ajudaram Barack Obama a vencer as eleições americanas.</div>
<div class="materiaCredito">Acompanhe a Entrevista</div>
<div class="materiaCredito">
<p><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI18140-15295,00-STEPHEN+BAKER+CUIDADO+COM+OS+NUMERATI.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/revistaepoca.globo.com');"><img class="alignleft" style="margin: 0px 10px;" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,16011469,00.jpg" alt="Stephen Baker" width="176" height="240" /></a></p>
<p><strong>QUEM É</strong><br />
O jornalista Stephen Baker, de 53 anos, está na revista <em>BusinessWeek</em> desde 1987, onde cobre a área de tecnologia</p>
<p><strong>O QUE FEZ<br />
</strong>Escreveu para os jornais <em>Wall Street Journal, Los Angeles Times</em> e <em>Boston Globe</em></p>
<p><strong>O QUE PUBLICOU<br />
</strong><em>The Numerati</em> (2008)<br />
É co-autor do Blogspotting.net, o blog da BusinessWeek que busca entender como a tecnologia está mudando os negócios</p>
<div class="subTitulo"><span style="color: #000000;"><strong>ÉPOCA </strong></span>– <strong>Quem são os Numerati? </strong></div>
<p><strong>Stephen Baker</strong> – São uma elite global de cientistas da computação e matemáticos que analisam todos os nossos movimentos. Eles vasculham montanhas de dados à procura dos nossos padrões de comportamento, para poder prever o que iremos comprar, em qual candidato votaremos ou qual trabalho faremos melhor. Alguns tentam até mesmo encontrar possíveis casais. O Google e a IBM estão infestados de Numerati.</p>
<div class="subTitulo"><span style="color: #000000;"><strong>ÉPOCA </strong></span>– <strong>Eles são perigosos? </strong></div>
<p><strong>Baker</strong> – É preciso ter cuidado com eles. Têm um poder sem precedentes para desvendar nossos segredos. E cometem erros o tempo todo – porque lidam com estatística e probabilidade. O poder deles sobre sua vida depende de quanta informação particular você quer deixar nas mãos de uma única empresa. Você pode preferir dividir seu relacionamento on-line entre várias empresas.</p>
<div class="subTitulo"><span style="color: #000000;"><strong>ÉPOCA </strong></span>– <strong>Todos os meses, o Yahoo reúne 110 bilhões de dados sobre seus usuários. Quais são os números do Google? </strong></div>
<p><strong>Baker</strong> – O Google tem menos dados de seus usuários que o Yahoo, pois não os conhece tão bem. O Yahoo tem mais serviços com registro obrigatório. É uma das razões por que o Google criou o Gmail, para nos conhecer melhor.</p>
<div class="subTitulo"><span style="color: #000000;"><strong>ÉPOCA </strong></span>– <strong>Há quem não veja problema no uso dessas informações para fins publicitários. Afinal, vivemos em democracias. Mas isso pode mudar, não? </strong></div>
<p><strong>Baker</strong> – Exatamente. Logo após os ataques de 11 de setembro de 2001, o governo Bush começou a se comportar cada vez menos como um governo democrata, assumindo poderes excepcionais. Se a Casa Branca achasse que obter acesso aos dados do Google ajudaria a capturar terroristas, ela o faria. Aí, a questão seria outra: não temos razão para suspeitar que o Peter é um terrorista, mas parece que ele está sonegando impostos. Uma vez que o governo tenha acesso a nossos dados, poderá usá-los para qualquer fim.</p>
<div class="subTitulo"><span style="color: #000000;"><strong>ÉPOCA </strong></span>– <strong>Quais são as chances de alguém estar nos observando a cada tecla que digitamos no computador do trabalho? </strong></div>
<p><strong>Baker</strong> – Pequenas. A maioria das empresas ainda não tem esse grau de sofisticação. Só grandes grupos como a IBM, a Microsoft e o Google começam a observar o comportamento de seus funcionários de modo mais sofisticado. Não quer dizer que os programas para filtrar o uso da internet, para descobrir se os funcionários olham sites pornográficos ou enviam dados confidenciais, não estejam disseminados. Para mim, é interessante notar que as mesmas ferramentas usadas para nos monitorar podem ser empregadas para entender nosso comportamento e otimizar nossa produtividade.</p>
<div class="subTitulo"><span style="color: #000000;"><strong>ÉPOCA </strong></span>– <strong>Dê um exemplo. </strong></div>
<p><strong>Baker</strong> – A Knoa Software tem um programa para saber como as pessoas usam os diversos programas nas empresas. O objetivo é tornar os empregados mais produtivos. Suponha que alguém não esteja usando um programa caríssimo que a empresa comprou, mas o funcionário a seu lado está. Ao descobrir quem não usa o programa, a empresa pode oferecer treinamento – ou decidir demiti-lo.</div>
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