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	<title>E-COMMERCE Blog  - Tudo Sobre o Comércio Eletrônico &#187; Neoconsumidor</title>
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	<description>E-Commerce, Comércio Eletrônico e Negócios na Internet, Informações Sobre Como Montar Seu Negócio Na Internet. Livros, Artigos, Marketing Digial, Plano de Negócios, Vendas na Internet e Loljas Virtuais</description>
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		<title>RightCliq: Visa lança assistente de compras online</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 02:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicada por &#8211; O Globo
RIO &#8211; A Visa anunciou o lançamento do Rightcliq, um aplicativo grátis de auxílio ao comércio eletrônico. Este adicional para o navegador permite acelerar seu processo de compras online ao preencher automaticamente seus dados &#8211; como endereço de cobrança e envio, informações de cartão de crédito e afins.
Também há um aspecto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Publicada por &#8211; O Globo</p>
<p>RIO &#8211; A Visa anunciou o lançamento do Rightcliq, um aplicativo grátis de auxílio ao comércio eletrônico. Este adicional para o navegador permite acelerar seu processo de compras online ao preencher automaticamente seus dados &#8211; como endereço de cobrança e envio, informações de cartão de crédito e afins.</p>
<p>Também há um aspecto de rede social no uso do Rightcliq, como a organização e disponibilidade de uma lista de itens desejados pelo ciente, consultar seus conatos por e-mail e via Facebook, e acessar ofertas especiais das lojas online parceiras.</p>
<p>Para mais detalhes sobre o Rightcliq, visite o <a href="https://rightcliq.visa.com/ECSWebApp/dashboard/index.go" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/rightcliq.visa.com');" target="_blank">site oficial</a></p>
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		<title>E-commerce: Como vender para o cliente Adolescente</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vale conferir este artigo
Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma   contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de   crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que   simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais).
Cerca de 80 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Vale conferir este artigo</p>
<p>Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma   contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de   crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que   simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais).</p>
<p>Cerca de 80 por cento dos adolescentes online na faixa etária  de 12 a  17 anos visitam sites de varejo, de acordo com a ComScore. Isso  representa uma audiência de 12 a 15 milhões de compradores  teen. Por  exemplo, a eBay teve 6.400.000 usuários teen em abril de 2006,  enquanto  a Amazônia teve 3.500.000 e a Apple 3.000.000. (No caso da Apple, o   iTunes foi seguramente o mais importante.)</p>
<h6><strong>Veja artigo Completo &#8211; Clique leia mais&#8230;</strong></h6>
<p><span id="more-376"></span></p>
<p>Outro paradoxo sobre teens online, ou  talvez seja melhor  descrito como um mito: Adolescentes não são os  usuários super  tech-savvy como popularmente se pensa.</p>
<p>Segundo a concepção popular, os adolescentes são  muito mais hábeis  no uso da Internet que os usuários adultos. Temos uma imagem dos  adolescentes totalmente ligada a mensagens, dentro do MySpace ou  baixando filmes ouvindo seu iPod.</p>
<p>Mas estar  constantemente conectado não significa que os adolescentes  são assistentes de  tecnologia, afirma um estudo da Nielsen Norman  Group. Embora <em>alguns</em> adolescentes  são tech know-it-alls, diz Hoa Loranger, um dos autores  do relatório.</p>
<p>Para esclarecer, os adolescentes são muito mais confortáveis com a tecnologia –  não tem medo tanto quanto os adultos.</p>
<p>Mas se algo não funciona para um usuário adolescente, eles tem muito  menos paciência, e é por isso que não pode superar muitos  obstáculos  tecnológicos. Se não funcionar da maneira que eles esperam, simplesmente  abandonam o processo.</p>
<p>Além disso, as competências de investigação dos adolescentes e de  leitura ainda não amadureceram, diz ela.</p>
<p>Devido a esses fatores, os adolescentes completam com  êxito as  tarefas on-line  (taxa de sucesso  de 55 por cento) do que os usuários  adultos (66 por cento de sucesso),  com base no estudo da Nielsen.</p>
<p>No entanto, por mais  difícil que seja para atingir esses  consumidores volúveis, que  representam um mercado potencialmente  lucrativo. Um estudo do Pew no final de 2004 estimou o total  de  audiência online teen com idade entre 12 a 17 anos, em 21 milhões de  euros. Esta  primeira geração de usuários tem crescido desde a infância  na era da  Internet e será certamente consumidores online ativos nos  próximos anos.</p>
<p><strong>Balanceamento na  facilidade de uso</strong><br />
Estudo da Nielsen com adolescentes assistidos em ação. É com base no   comportamento do adolescente real, em oposição às pesquisas que os  usuários tem mostrado sobre si mesmo.</p>
<p>Como os pesquisadores  acompanharam o uso da Web teen, eles  descobriram um enigma: Os  adolescentes são atraídos por sites com um  olhar de vanguarda,  mas eles têm dificuldade com um projeto complexo.</p>
<p>“A sensação  visual e design visual é <em>muito</em> importante para  eles. As primeiras  impressões são muito importantes”, diz Loranger.  “Eles gostam de gráficos e prestam a atenção  para a experiência visual  mais do que os adultos.”</p>
<p>Os usuários teen também precisam ser constantemente  atraídos e  entretidos para manter a atenção.  “A coisa mais comum que ouvimos  repetidas vezes é” estou entediado “, diz ela.</p>
<p>Mas, afinal, eles  querem fazer alguma coisa. Eles não são  como  crianças pequenas, que aleatoriamente esfregam a tela com o mouse  para  ver o que aparece.  Adolescentes preferem as tarefas mais específicas.</p>
<p>“Assim, quando o design visual ou o  design de interação fica no caminho daquilo que eles estão tentando  fazer, então <em>realmente</em> degrada a experiência do usuário para  os adolescentes.”</p>
<p>Movimentos é bom, mas em demasiado ocupado espaço ou fica complexo e  isso é ruim. “Se o site  está gritando por sua atenção e tudo é dinâmico  e em movimento, é um  grande turn-off para os adolescentes”, diz  Loranger.</p>
<p>Assim, o desafio primário do Web  design para os adolescentes é dar  um design muito fácil de usar e um  visual muito contemporâneo. “Quando  um design é moderno o visual é importante, você precisa de equilíbrio  com a interação simples,  porque eles não vão gastar o tempo para  descobrir isso”, diz ela.</p>
<p><strong>Vender para Adolescentes: Principais  Regras</strong></p>
<p><strong>Mostrar Preço</strong><br />
Para os  consumidores adolescentes, é fundamental mostrar o preço com a   primeira menção do produto. Isso é mais importante para os adolescentes  do que para  os adultos.</p>
<p>O motivo: “Os  adolescentes estão <em>muito</em> conscientes dos  preços – e não têm  muito dinheiro. De fato, no estudo da Nielsen, “Um  número esmagador de crianças foi  direto para a seção de vendas.”</p>
<p><strong>Permitir Ordenar por Preferência</strong><br />
Mais uma vez, por causa do orçamento dos  adolescentes ser limitado, é  uma boa idéia permitir que usuários  classifiquem os produtos por uma  variedade de fatores – pela cor e  tamanho, e definitivamente pelo  preço. “Os adolescentes em especial, frequentemente usam o preço  como  um fator de classificação”, diz o estudo.</p>
<p><strong>Ofertas e listas de desejos</strong><br />
Oferecer uma lista de pedidos on-line é uma ferramenta eficaz de  vendas  para os adolescentes. Embora muitos adolescentes não tenham  um cartão  de crédito, enviar uma lista de desejos lhes permite  direcionar para  outros usuários (como os pais ou amigos) os  presentes que eles querem.  Além disso, os clientes  mais jovens em sites com listas de desejos é  legal porque mostra que o site  respeita-os como clientes – e isso é  especialmente importante para os  compradores teen.</p>
<p><strong>Não necessitar de registro</strong><br />
Solicitar um  registro prévio de compra tem um efeito negativo em ambos  os adultos e  os clientes teen, mas é especialmente ruim para os  adolescentes. Sua paciência limitada significa que preencher um  formulário  desestimula vendas. Além  disso, os adolescentes muitas  vezes são advertidos pelos pais a não  fornecer seus dados pessoais  online.</p>
<p><strong>Rápido</strong><strong> Checkout</strong><br />
O processo de check-out do seu site deve ser o mais curto e fácil   possível. Uma vez que  muitos adolescentes têm uma experiência limitada  com a saída,  respondendo a perguntas sobre faturamento e endereço de  entrega ou de  encontrar o código de um cartão de crédito em matéria de  segurança de  três dígitos pode ser demorado. Adicionando toda a   complexidade dessa experiência nova pode resultar em abandono.</p>
<p><strong>Dicas de Design: Para o cliente adolescente</strong></p>
<p><strong>A interatividade é Poderosa</strong><br />
“Os adolescentes realmente gostam de interagir com a mídia que está   usando”, diz Loranger. “Eles não gostam de usar a web como um aparelho  de  televisão.” Interatividade é o combustível que  impulsiona o sucesso  fenomenal do MySpace, que transforma a Internet em  uma comunidade  interativa.</p>
<p>Boas ferramentas de interatividade incluem testes online,  votação,  fóruns e jogos.  Adolescentes gostam de ser capaz de expressar a sua  opinião.</p>
<p><strong>Facilmente digerido</strong><br />
Adolescentes gostam de  fazer as coisas em partes sob medida. “É  bom  manter em mente que a teoria em termos de escrita do site, pode ser  qualquer  tipo de multimédia, enquetes e jogos interativos”, diz ela.  Todos estes elementos são os melhores oferecidos em  pedaços menores,  administráveis por usuários teen. “Isso torna mais atraente.”</p>
<p>Use o design do seu site para transmitir informações de  forma <em>rápida,</em> caso contrário, os adolescentes não vão prestar  atenção.</p>
<p><strong>As imagens boas</strong><br />
O  texto que é completado por gráficos e imagens são muito mais  atraentes  para os adolescentes do que texto em linha reta. “Quando se   comparam os sites que têm fotos com aqueles que não, eles dizem ‘eu   quero ficar com o site que tem fotos.”</p>
<p><strong>Os anúncios são razoáveis</strong><br />
Adolescentes não se importam com anúncios.  Enquanto os adultos têm  “cegueira de banner”, e tendem a evitar as  coisas que se parecem com  anúncios, os adolescentes vendo os anúncios prestam um pouco mais de  atenção do que os adultos.</p>
<p>“Se você quer capturar sua atenção, você pode ‘fantasiar’ um pouco –  adicione um pouco de figura. Mas sem ser cansativo”, diz Loranger.</p>
<p>(Em contraste, para os adultos, é  melhor usar links de texto, links  de texto são mais credível e mais  provável de ser clicado do que algo  que é feito até graficamente, diz ela.)</p>
<p><strong>Site rápido é Vital</strong><br />
Um  site de carregamento lento desencoraja todos os usuários, os   adolescentes ainda mais. Mais uma vez, sua paciência limitada,  em um  resultado de carga lenta é um êxodo em massa.</p>
<p>“O desafio  para os designers é ter uma interface gráfica que tenha  estas  características extravagantes, mas se demorar muito tempo para  carregar –  mesmo em conexões de alta velocidade – os adolescentes vão  se  desinteressar.</p>
<p>Adolescentes são altamente ativos – eles querem que as coisas <em>agora.</em></p>
<p><strong>Design para vitrini</strong><br />
Adolescentes frequentemente usam equipamentos  antigos, incluindo os  equipamentos doados às escolas e bibliotecas. Mesmo que os pais tenha  equipamentos mais recentes, “os adolescentes [muitas vezes], usam   equipamentos de segunda-mão”, Loranger diz.</p>
<p>Estes sistemas antigos não são otimizados para multimídia. Muitos  desses sites teen empurram multimídia, como som e filmes que não  funcionam no sistema de uma escola – por exemplo. (Ou os usuários  não  estão autorizados a fazer download de um novo plug-in).</p>
<p>A solução: “Tenha certeza que você está usando uma multimídia com versão de  texto.”</p>
<p>Os adolescentes não querem ser vistos  como crianças, assim eles  evitam qualquer site que apresenta, mesmo  remotamente, uma linha  “kids”.</p>
<p>“Eles são muito sensíveis a sons e imagens que estão associadas a um   público mais jovem”, diz Loranger. Como quando você passa o mouse sobre   diferentes elementos e faz um sinal sonoro ou um som – eles odeiam   isso.”</p>
<p>Por outro lado, “A música é realmente  importante – a música certa. A  música é uma extensão de sua identidade.  Então, quando eles visitam   locais que tem uma música pobre, repetitiva, ou não coincidi  com o  estilo do que está vendo -  eles saem deste site. ”</p>
<p>Na  opinião dos adolescentes, diz ela, uma faixa de música ruim é  como se um adulto estivese tentando projetar algo para eles, e o pior,  sem <em>nenhum</em> estilo.</p>
<p><strong>Evitar</strong> <strong>Fontes  pequenas </strong><br />
Em muitos sites teen o tamanho de letra é pequena. “Mas  descobrimos que  os adolescentes não gostam de ler um texto com fonte pequena. Ou  texto  com cores de fundo que têm baixo contraste”, diz ela.</p>
<p>“Há uma tendência para que os designeres  queram projetar coisas que  são legais e “iradas”, mas os adolescentes  preferem realmente o texto  que é um pouco maior e fácil de  ler.”</p>
<p>Eles  fazem muitas coisas diferentes ao mesmo tempo e para que sua  atenção não seja  desviada é melhor não usar texto com fonte pequena.</p>
<p><strong>Exemplos de Shopping</strong><br />
Não  surpreendentemente, os pesquisadores encontraram uma correlação de   sucesso nos usuários teen em um site que seja fácil de realizar tarefas  e seu nível de satisfação com o ele.”Se eles  foram capazes de concluir  suas tarefas sem muitos problemas, sua avaliação de satisfação com este  site era muito maior.”</p>
<p>Exemplos de sites de compras que  os adolescentes consideraram  altamente positivos, tanto no design quanto na facilidade de  uso:  CCS.com , Dreamhorse , Lacie , LadyEnyce , PacSun e Wetseal .</p>
<p>Outros sites que no estudo os adolescentes consideraram favoritos:  Rolling Stone , Lyrics.com , GameFAQs , Real.com , ALDaily , Optus e (é  claro) MySpace.</p>
<p>Loranger achou  particularmente revelador sobre as preferências dos  adolescentes que gostaram dos sites da Apple e CSUMentor. Ambos os sites  têm “design limpo e aerodinâmico. Um formato que poderia ser  considerado o contrário do que os adolescentes gostam.”</p>
<p>Fonte: <a href="http://ekom.com.br/blog/consumidores/e-commerce-como-vender-para-o-cliente-adolescente" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/ekom.com.br');">Blog do Ekom</a></p>
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		<title>Você está perdido? Relaxe, você não está só!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 10:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Sandra Turchi
Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Sandra Turchi</p>
<p>Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.</p>
<p>(artigo para Revista Cliente S.A.)</p>
<p>As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?</p>
<p>Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam – 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google – e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.</p>
<p>Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.</p>
<p>Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como Mobile Marketing, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, E-commerce, M-commerce, Redes e Mídias Sociais (Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc),  Buscas, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, Advergaming, Games Sociais entre outras inovações.</p>
<p>E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!</p>
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		<title>Redes Sociais já superam uso de e-mail e messengers na América Latina</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 04:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Rui Maciel, do IDG Now!

As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Rui Maciel, do IDG Now!</p>
<div>
<p>As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela consultoria comScore.</p>
<p>Segundo o estudo, a categoria mais usada pelos latino-americanos ainda é o de serviços de busca, com 85,5%, liderada pelo Google (65%). Logo depois, vêm as redes sociais, com 81,9%, seguido por e-mails (78,9%), sites de entretenimento (78,8%) e instant messengers (71%).</p>
<p><strong>Facebook é a rede social mais usada na AL</strong></p>
<p>O Facebook é a rede social mais popular na América Latina, sendo a preferida por 49,1% dos usuários conectados.  Em segundo lugar está o Windows Live Profile, com 36,7%, seguido pelo Orkut (25,4%), o HI5.com (12,6%) e, finalmente, o Twitter com 10,5%.</p>
<p>No entanto, ao analisarmos a média de tempo que cada usuário fica nas redes sociais, o cenário muda. Isso porque os usuários do Orkut ficam em torno de 360,8 minutos na rede, seguido pelo Facebook, com 203,7 minutos, o Metroflog, com 110,4 e o HI5.com, com 69,5 minutos.</p>
<p>O documento aponta ainda que o alcance do Facebook varia, mas é consistente nesta região, sendo que Chile e Colômbia são os mais países com maior número de usuários: quatro em cada cinco deles (80%). O Brasil fica em último lugar, com cerca de 15% e segue dando preferência ao Orkut.</p>
<p><strong>Brasil impulsiona crescimento do Twitter na América Latina</strong></p>
<p>Embora fique apenas em quinto lugar entre as redes sociais mais populares na América Latina, o relatório da comScore aponta que o Twitter  teve um crescimento fenomenal na região, aumentando o número de usuários em 13x. Essa popularização foi impulsionada pelo Brasil, cuja audiência chega a 17%. Os outros países ficam mais abaixo, com o segundo colocado – Venezuela – obtendo pouco mais de 10%.</p>
</div>
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		<title>Já se compra até vestido de noiva pela internet</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=359</link>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 16:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novas tecnologias ajudam consumidor a ficar menos dependente do comércio tradicional
Márcia De Chiara &#8211; O Estado de S.Paulo
Daqui a quatro meses, quando Fernanda Figueiredo entrar no salão para a cerimônia de seu casamento, os convidados nem vão desconfiar que seu vestido de noiva veio do outro lado do mundo, mais precisamente de Xangai, na China.
Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><h3><strong><img class="alignleft" src="http://netcetal.zip.net/images/consumidor.jpg" alt="" width="300" height="300" />Novas tecnologias ajudam consumidor a ficar menos dependente do comércio tradicional<br />
<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Márcia De Chiara &#8211; O Estado de S.Paulo</span></strong></h3>
<p>Daqui a quatro meses, quando Fernanda Figueiredo entrar no salão para a cerimônia de seu casamento, os convidados nem vão desconfiar que seu vestido de noiva veio do outro lado do mundo, mais precisamente de Xangai, na China.</p>
<p>Com um clique num site de vestidos de noiva, Fernanda resolveu um problema que para a maioria das noivas consome noites de sono e muitas idas à Rua São Caetano, polo de lojas de roupas para casamento que fica na cidade de São Paulo. &#8220;Não tenho paciência nem tempo a perder&#8221;, diz a médica de 28 anos.</p>
<p>Ela viu o vestido num blog. Gostou do modelo e observou que ao lado da foto havia um endereço eletrônico. Foi só seguir o caminho do shopping virtual até chegar a um site chinês de roupas de casamento.</p>
<p>A melhor parte foi descobrir que o vestido custava US$ 319. Com mais US$ 30 de frete, o preço subiu para US$ 349, um pouco mais de R$ 600, pagos com cartão de crédito. &#8220;Se fosse fazer o primeiro aluguel gastaria entre R$ 3 mil e R$ 5 mil&#8221;, calcula ela.</p>
<p>Apesar do temor de comprar algo que não lhe servisse ou que não fosse entregue no prazo, ela decidiu se arriscar. Primeiro porque faltava muito tempo até o dia do casamento. O site também dava as indicações de como tirar as medidas para obter o tamanho do manequim. Além disso, o comprador acompanha o estágio no qual está o produto, da confecção até o desembarque no porto brasileiro.</p>
<p>&#8220;Encomendei o vestido em novembro do ano passado e, 30 dias depois, estava na minha casa, no Rio de Janeiro&#8221;, diz a médica. O vestido era exatamente o que ela tinha visto na foto. &#8220;O material é de ótima qualidade. Só precisei ajustar um pouco.&#8221;</p>
<p>Pelo ajuste, ela gastou mais R$ 300 na costureira. Ao todo, desembolsou menos de R$ 1 mil pelo vestido de noiva. &#8220;Achei muito barato, não tive trabalho e encontrei mais opções do que teria nas lojas físicas&#8221;, observa.</p>
<p>Ferramentas. Fernanda é um exemplo de como as novas tecnologias, como internet e celular, estão se tornando ferramentas para o consumidor ficar menos refém das lojas tradicionais.</p>
<p>&#8220;Antes, quando só existiam lojas físicas, o varejo era um território conhecido. Agora as lojas tradicionais terão de se reinventar para atender ao cliente&#8221;, afirma Alejandro Souto Padron, sócio da área de Global Business Service da IBM Brasil, fazendo referência à possibilidade que o comércio eletrônico dá ao consumidor de pesquisar e comparar preços e até comprar produtos do outro lado do mundo.</p>
<p>A consultoria acaba de concluir pesquisa em seis países &#8211; três emergentes (Brasil, Índia e China) e três economias maduras (Estados Unidos, Reino Unido e Canadá) -, para saber o que os consumidores esperam e desejam das lojas no futuro.</p>
<p>A principal constatação é que não é possível atuar no varejo tradicional sem considerar tecnologias como internet, celular, quiosques eletrônicos e até a TV digital, que mal começou no Brasil. A pesquisa revela, por exemplo, que nos países emergentes há uma parcela maior de consumidores com disponibilidade de usar duas ou mais tecnologias na hora de ir às compras na comparação com consumidores de países desenvolvidos.</p>
<p>Metade dos brasileiros, assim como 50% dos indianos, já dispõem de duas ou mais tecnologias antes de bater o martelo nas compras nas lojas físicas. Essa participação só é superada pela China, onde 56% dos consumidores estão nessa condição. Ao contrário do que se pensa, em economias maduras como Reino Unido, EUA e Canadá, a fatia de consumidores com predisposição de usar duas ou mais tecnologias antes de comprar é menor, 37%, 28% e 23%, respectivamente.</p>
<p>&#8220;O brasileiro é ávido por tecnologia. Ele sai de casa sem carteira, mas se esquecer o celular, volta&#8221;, observa Padron. Segundo ele, apesar de ainda não estar disponível no País, 81% dos 3 mil brasileiros ouvidos na pesquisa manifestaram a vontade de fazer compras usando o controle remoto, quando esse instrumento da TV digital estiver em funcionamento. O resultado é bem superior ao obtido na média dos seis países pesquisados para esse quesito, que foi de 64%.</p>
<p>Também 77% dos brasileiros estão abertos a comprar pelo celular usando mensagem de texto quando esse instrumento estiver disponível, mostra a pesquisa da IBM. Essa parcela supera a média obtida entre os seis países pesquisados, que foi de 62%.</p>
<p>De acordo com a enquete, a principal atividade dos consumidores que procuram sites de compras é comparar preços (96%). Outras atividades frequentes são acompanhar o cronograma de entrega do produto (84%), obter cupons de descontos (77%) e escrever ou ler resenhas de produtos (56%).</p>
<p>Classes. Ao contrário do que se pensa, no Brasil as classes menos abastadas, D e E, que formam a base da pirâmide social, não são reféns das lojas físicas do comércio tradicional. Uma parcela considerável desse estrato social já tem acesso a tecnologias que podem influenciar suas decisões de compras, como consultar preços em outras lojas.</p>
<p>Mais de um terço (35%) da classe E brasileira e quase a metade da classe D (48%) dispõem de duas ou mais tecnologias, como celular e internet, que podem ser acionadas na hora de ir às compras, aponta a IBM. Mas a liderança no acesso a tecnologias continua sendo dos estratos sociais de maior poder aquisitivo, as classes A (75%) e B (56%).</p>
<p><strong>Preste atenção<br />
</strong><br />
1. Faturamento. O comércio online encerrou 2009 com faturamento em vendas de R$ 10,6 bilhões. O crescimento foi de 30% em relação ao registrado em 2008, segundo o E-bit<br />
2.Consumo. No final do ano passado, 17,6 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma compra pela internet. Esse número corresponde a 26% dos internautas brasileiros<br />
3. Classe C. A parcela da população que pertence a classe C, e que vem crescendo muito nos últimos anos, responde atualmente por 35% das vendas online no mercado brasileiro</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Associação antipirataria dos EUA põe Brasil em &#8216;observação&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 03:25:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now!

Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.
O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Redação do IDG Now!</p>
<div>
<p><strong>Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.</strong></p>
<p>O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance (IIPA) divulgado na quinta-feira (18/2).</p>
<p>A IIPA é uma organização privada formada por sete associações dos EUA que representam mais de 1.900 produtores de conteúdo e material protegido por leis de propriedade intelectual.</p>
<p>Seus membros são a Association of American Publishers, a Business Software Alliance, a Entertainment Software Association, a Independent Film &amp; Television Alliance, a Motion Picture Association of America, a National Music Publishers Association e a Recording Industry Association of America.</p>
<p><span id="more-356"></span></p>
<p><strong>Colaboração</strong><br />
O IIPA trabalha em colaboração com o U.S. Trade Representative na elaboração das análises chamadas Special 301, de países que o governo americano considera ter proteção inadequada aos direitos de propriedade intelectual.</p>
<p>Em 2009, por exemplo, a IIPA submeteu relatório ao USTR recomendando ações em 48 países. No mesmo ano, o relatório da USTR destacou problemas em 47 países, muitos deles relacionados a propriedade intelectual.</p>
<p>No relatório, a IIPA aponta as reformas legais que considera necessárias em 39 países, para que os direitos de propriedade intelectual das empresas americanas sejam resguardados. Para 35 deles, a aliança recomenda ao US Trade Representative (USTR) que permaneçam numa lista de observação (watch list).</p>
<p>O US Trade Representative é um órgão do governo americano encarregado de desenvolver e coordenar o comércio entre os EUA e outros países. Ele é subordinado à presidência dos EUA.</p>
<p><strong>Recomendações</strong><br />
Em relação ao Brasil, a IIPA recomenda que o país aumente as ações policiais antipirataria, promova a criação e formação de forças-tarefa em locais considerados prioritários e vigie a fronteira com o Paraguai, entre outras medidas.</p>
<p>A entidade também pede que se &#8220;evite&#8221; leis que tornem obrigatório o uso de software livre por agências do governo e empresas públicas e prega a rejeição de propostas legislativas discriminatórias que limitem o investimento estrangeiro na indústria de audiovisual e de leis que promovam a reprodução não autorizada de obras para uso em universidades.</p>
<p>O relatório chega a citar nominalmente a Universidade de São Paulo, ao sugerir que ela reverta sua norma administrativa que permite a cópia de partes de livros pelos estudantes nos centros de cópia das faculdades.</p>
<p>No comunicado, a IIPA afirma que &#8220;com a economia americana perdendo postos de trabalho, nosso governo precisa redobrar seus esforços para estancar o roubo global e maciço de obras americanas protegidas por direito de propriedade, tanto em forma física como na internet&#8221;.</p>
<p><strong>Lista prioritária</strong><br />
A IIPA recomenda que dez países sejam colocados numa lista prioritária de observação em 2010: Argentina, Canadá, Chile, Costa Rica, Índia, Indonésia, México, China, Filipinas e Rússia.</p>
<p>A entidade também pede ao USTR que inclua ou mantenha 14 países na lista geral de observação. Entre as inclusões solicitadas para 2010 estão Israel e Casaquistão. Essa lista inclui países tão díspares como Itália, Espanha, Peru e Vietnã.Para o diretor-geral da Business Software Alliance no Brasil, Frank Caramuru, não houve mudanças significativas em relação ao relatório de 2009. &#8220;A inclusão do Brasil na &#8216;watch list&#8217; significa que a situação no país não é a ideal, mas também não é prioritária&#8221; para a IIPA.</p>
<p>Caramuru lembra que, dos quatro países que compõem o Bric (grupo das principais economias emergentes), três deles &#8211; Rússia, Índia e China &#8211; estão na lista &#8216;priority watch list&#8217;, que é uma escala acima no nível da IIPA.</p>
<p>No que diz respeito à BSA, o executivo diz que a proteção de software no país tem melhorado bastante. &#8220;Em três anos, conseguimos reduzir o índice de pirataria em 6 pontos porcentuais, de 64% para 58%&#8221;, explica.</p>
<p>A lista oficial de países em observação por práticas de comércio consideradas inadequadas deverá ser divulgada pelo US Trade Representative em abril de 2010.</p>
</div>
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		<title>Cresce acesso à internet nos lares brasileiros, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 17:43:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por imirante.com
BRASÍLIA &#8211; A venda de computador teve o maior crescimento nos últimos cinco anos, de acordo com os mais recentes dados da Pesquisa TIC Domicílios. Em 2009, 36% dos domicílios possuíam computador, enquanto apenas 28% tinham o equipamento em 2008. O mesmo ocorreu com o uso da internet cujo acesso do domicílio subiu de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por imirante.com</p>
<p>BRASÍLIA &#8211; A venda de computador teve o maior crescimento nos últimos cinco anos, de acordo com os mais recentes dados da Pesquisa TIC Domicílios. Em 2009, 36% dos domicílios possuíam computador, enquanto apenas 28% tinham o equipamento em 2008. O mesmo ocorreu com o uso da internet cujo acesso do domicílio subiu de 20% para 27%, o que representou um crescimento de 35% no período.</p>
<p><span id="more-332"></span>Os resultados da pesquisa foram divulgados nesta terça-feira, 6, pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil. Conduzido pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), o levantamento contemplou, pelo segundo ano consecutivo, também a área rural do país, dando continuidade à série histórica de resultados consolidados. O CETIC.Br tem entre seus membros o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, que é vice-presidente do Conselho de Administração.</p>
<p>Apesar do número de lares com computador ter atingido o maior nível de crescimento desde o início do levantamento, o acesso à rede não acompanhou este aumento. Desde o início da pesquisa, houve aumento na proporção de domicílios com computador, mas sem acesso à internet, demonstrando que o custo do acesso à rede ainda é elevado.</p>
<p>O tipo de conexão mais utilizado nos domicílios é a banda larga, presente em 66% dos lares com acesso à internet. Apesar de se concentrar nos domicílios economicamente mais favorecidos, a taxa de crescimento anual mostra que população com menor renda possui cada vez mais esse tipo de conexão.</p>
<p>O estudo também apontou crescimento significativo no percentual de acessos à internet nos domicílios em comparação aos centros públicos pagos, mais conhecidos como lanhouses. Pela primeira vez desde 2007, o acesso residencial, com 48% das menções, ficou à frente das lanhouses, citadas por 45% dos respondentes.</p>
<p>“Apesar do menor número no total, o papel desempenhado pelos centros de acesso, tanto pagos como gratuitos, continua sendo de extrema importância para a inclusão digital, principalmente na área rural”, disse o gerente do CETIC.br, Alexandre Barbosa.</p>
<p>Governo Eletrônico</p>
<p>Os dados também mostram que cresceu de 25% em 2008 para 30% em 2009 o percentual de internautas que utilizaram o Governo Eletrônico nas áreas urbanas do país. Apesar do uso dessas ferramentas ter dobrado entre 2005 e 2009 nestas localidades, a diferença é expressiva quando considerado o acesso na zona rural onde somente 10% da população usuária de internet utilizou os serviços de governo eletrônico nos últimos 12 meses. A proporção de uso mostra que, para cada usuário de e-Gov no campo, existem três na cidade.</p>
<p>Mais da metade (56%) dos internautas não-usuários de governo eletrônico diz preferir fazer as consultas ou o contato com os órgãos públicos pessoalmente. Doze por cento afirmam ser uma barreira a dificuldade na hora de usar a internet para entrar em contato com a administração pública, outros 9% declararam que os serviços dos quais necessitavam não estavam disponíveis na internet. Por fim, 8% afirmam que os serviços desejados eram difíceis de serem encontrados nos portais de governo.</p>
<p>Acesso às TICs</p>
<p>Os novos resultados confirmam a tendência de aumento da posse das tecnologias de informação e comunicação (TICs) nos domicílios brasileiros, apresentada desde o início da série histórica da pesquisa. A televisão continua sendo o equipamento mais presente nos lares urbanos, mantendo o índice de 98%, seguido pelo rádio, com 86%. O telefone celular caminha para a universalização nos domicílios brasileiros, presente em 82% das residências nas áreas urbanas e em 78% no total do país.</p>
<p>Outro destaque é o crescimento do computador portátil. Entre 2007 e 2008 a posse deste equipamento cresceu 70%, passando de 3% para 5%.</p>
<p>Um indicador que chama a atenção é o aumento da presença do telefone fixo nos domicílios. A posse deste equipamento cresceu tanto na área urbana como no total Brasil, atingindo, respectivamente, 44% e 40%.</p>
<p>Acesso sem fio</p>
<p>De 2008 a 2009, a utilização de serviços de comunicação móvel cresceu 12%. O índice de pessoas que utilizam o plano pré-pago chegou a 90%. Esse número demonstra que o alto valor das tarifas cobradas ainda é elevado para as condições socioeconômicas da população brasileira.</p>
<p>Segundo a pesquisa, existe uma disparidade entre os indicadores de posse e uso. Enquanto 75% dos brasileiros declararam ter utilizado um telefone celular, somente 59% possuem o aparelho. “Possivelmente esta diferença aconteça porque os celulares são usados por mais de uma pessoa da mesma família, principalmente em residências de menor renda”, analisou Barbosa.</p>
<p>Comércio Eletrônico</p>
<p>Em comparação à última edição da TIC Domicílios, a consulta a preços de produtos ou serviços na Internet cresceu oito pontos percentuais &#8211; de 44% para 52% e o crescimento de compra, seja de produtos ou serviços online, cresceu três pontos percentuais &#8211; de 16% para 19%.</p>
<p>Dentre os fatores de restrição ao uso do e-commerce, o principal é uma motivação cultural: a maior parte dos respondentes (56%) afirma que preferem comprar o produto pessoalmente, alegando que preferem vê-lo antes de concretizar a compra. Ao mesmo tempo, 39% afirmam não ter necessidade ou interesse, e 26% alegam preocupação com a segurança ou privacidade, dado que pode estar associado ao fato de que somente 7% dos usuários de Internet realizam transações online através de seu Internet Banking. Além disso, 22% afirmam não confiar no produto que irão receber.</p>
<p>As informações são do Ministério do Planejamento.</p>
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		<title>20 anos de Internet</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 13:50:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parte 1

Primeira parte do documentário da TV Brasil (resumido) sobre os impactos da Internet no Brasil (&#8220;20 anos de Internet&#8221;). Trecho inicial com comentários de profissionais que atuam no setor: Caio Túlio Costa, Eduardo Favaretto. A produção do documentário é da equipe de Programas Especiais da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação)/TV Brasil (www.tvbrasil.com.br). A apresentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Parte 1</strong><br />
<object style="width: 340px; height: 285px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0e1PcLXe5fA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="vspace" value="5" /><param name="hspace" value="5" /><embed style="width: 340px; height: 285px;" type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/0e1PcLXe5fA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" hspace="5" vspace="5"></embed></object></p>
<p>Primeira parte do documentário da TV Brasil (resumido) sobre os impactos da Internet no Brasil (&#8220;20 anos de Internet&#8221;). Trecho inicial com comentários de profissionais que atuam no setor: Caio Túlio Costa, Eduardo Favaretto. A produção do documentário é da equipe de Programas Especiais da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação)/TV Brasil (www.tvbrasil.com.br). A apresentação é de Emerson Penha. Leia a transcrição parcial deste vídeo no blog: http://www.ibuscas.com.br/blog .</p>
<p><object style="width: 340px; height: 285px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rjWqaQj3mYQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="vspace" value="5" /><param name="hspace" value="5" /><embed style="width: 340px; height: 285px;" type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/rjWqaQj3mYQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" hspace="5" vspace="5"></embed></object></p>
<p>Segunda parte do documentário da TV Brasil (resumido) sobre os impactos da Internet no Brasil (&#8220;20 anos de Internet&#8221;). Trecho final com comentários de profissionais que atuam no setor: Caio Túlio Costa, Eduardo Favaretto, Gerson Rolim, Marcelo Epstejn. A produção do documentário é da equipe de Programas Especiais da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação)/TV Brasil (www.tvbrasil.com.br). A apresentação é de Emerson Penha. Leia a transcrição parcial deste vídeo no blog: <a title="http://www.ibuscas.com.br/blog" dir="ltr" rel="nofollow" href="http://www.youtube.com/redirect?username=ibuscas&amp;q=http%3A%2F%2Fwww.ibuscas.com.br%2Fblog&amp;video_id=rjWqaQj3mYQ&amp;event=url_redirect&amp;url_redirect=True&amp;usg=20mEnXSYUETHs_7zESFSnzP6aR8=" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.youtube.com');" target="_blank">http://www.ibuscas.com.br/blog</a> .</p>
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		<title>Comércio eletrônico deve crescer até 35% em 2010, segundo B2W</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 22:35:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diante das perspectivas, a companhia estima ainda investimentos de R$ 200 milhões para este ano
Por Valor OnLine
O mercado de comércio eletrônico no Brasil deverá apresentar crescimento de 15% a 35% em 2010. A estimativa é da B2W, empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino. Se confirmado, a companhia espera o mesmo crescimento nas vendas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Diante das perspectivas, a companhia estima ainda investimentos de R$ 200 milhões para este ano</p>
<p>Por Valor OnLine</p>
<p>O mercado de comércio eletrônico no Brasil deverá apresentar crescimento de 15% a 35% em 2010. A estimativa é da B2W, empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino. Se confirmado, a companhia espera o mesmo crescimento nas vendas, que geraram para a empresa em 2009 uma receita líquida de R$ 3,793 bilhões, o que representou uma alta de 22% sobre 2008.</p>
<p>&#8220;Contratamos um estudo sobre o mercado para saber qual será o desempenho. Enquanto não temos o resultado, prevemos este range de alta (de 15% a 35%) e acreditamos que as vendas da empresa devam crescer mais neste ano&#8221;, afirmou o diretor financeiro da B2W, Murilo Corrêa, na divulgação dos resultados da companhia.</p>
<p>Diante das perspectivas, a companhia estima ainda investimentos na ordem de R$ 200 milhões e R$ 250 milhões para este ano, depois de investir R$ 133 milhões no ano passado.</p>
<p>Os recursos serão destinados ao melhor atendimento dos clientes, à área de tecnologia da informação, além de automação e logística. &#8220;Queremos melhorar nossa performance operacional. Precisamos de robustez tecnológica&#8221;, afirmou o executivo.</p>
<p>A B2W enfatizou ainda a expansão internacional da empresa, marcada pela ampliação da venda de ingressos online para a rede Cinemark no México. &#8220;Iniciamos também a prospecção de novos países na América Latina para replicar o modelo de negócio&#8221;, informou a companhia.</p>
<p>Para Murilo Corrêa, com as melhorias dos processos prevista pela companhia, será possível a sustentação dos resultados da empresa. &#8220;Temos completa condição de sustentar (os ganhos)&#8221;, disse.</p>
<p>O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) da B2W somou R$ 489 milhões em 2009, expansão de 20% ante um ano antes.</p>
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		<title>E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=285</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Movimento Internet Segura]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now!
Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.
Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.
Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Redação do IDG Now!</p>
<p>Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.</p>
<p>Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>Este estudo refere-se ao Índice de Confiança do e-consumidor, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.</p>
<p>O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.</p>
<p>Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.</p>
<p>Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais &#8211; uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão  de reais em vendas.</p>
<p>A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.</p>
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