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	<title>E-COMMERCE Blog  - Tudo Sobre o Comércio Eletrônico &#187; Ferramentas E-commerce</title>
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	<description>E-Commerce, Comércio Eletrônico e Negócios na Internet, Informações Sobre Como Montar Seu Negócio Na Internet. Livros, Artigos, Marketing Digial, Plano de Negócios, Vendas na Internet e Loljas Virtuais</description>
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		<title>RightCliq: Visa lança assistente de compras online</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 02:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicada por &#8211; O Globo
RIO &#8211; A Visa anunciou o lançamento do Rightcliq, um aplicativo grátis de auxílio ao comércio eletrônico. Este adicional para o navegador permite acelerar seu processo de compras online ao preencher automaticamente seus dados &#8211; como endereço de cobrança e envio, informações de cartão de crédito e afins.
Também há um aspecto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Publicada por &#8211; O Globo</p>
<p>RIO &#8211; A Visa anunciou o lançamento do Rightcliq, um aplicativo grátis de auxílio ao comércio eletrônico. Este adicional para o navegador permite acelerar seu processo de compras online ao preencher automaticamente seus dados &#8211; como endereço de cobrança e envio, informações de cartão de crédito e afins.</p>
<p>Também há um aspecto de rede social no uso do Rightcliq, como a organização e disponibilidade de uma lista de itens desejados pelo ciente, consultar seus conatos por e-mail e via Facebook, e acessar ofertas especiais das lojas online parceiras.</p>
<p>Para mais detalhes sobre o Rightcliq, visite o <a href="https://rightcliq.visa.com/ECSWebApp/dashboard/index.go" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/rightcliq.visa.com');" target="_blank">site oficial</a></p>
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		<title>Pequenos negócios de comércio eletrônico devem crescer 40% neste ano</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 02:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresas de pequeno porte respondem por 20% do comércio virtual ou digital no país; faturamento desse segmento atingiu cerca de R$ 2 bilhões em 2009, segundo a Camara-e.net
Por Vanessa Brito, Agência Sebrae de Notícias
O comércio eletrônico – também conhecido como comércio virtual ou digital &#8211; deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Empresas de pequeno porte respondem por 20% do comércio virtual ou digital no país; faturamento desse segmento atingiu cerca de R$ 2 bilhões em 2009, segundo a Camara-e.net</strong></p>
<p>Por Vanessa Brito, Agência Sebrae de Notícias</p>
<p>O comércio eletrônico – também conhecido como comércio virtual ou digital &#8211; deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação a 2009, quando o setor faturou em torno de R$ 10 bilhões. A previsão é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico ( www.camara-e.net ), que credita cerca de 20% do total faturado ou R$ 2 bilhões às vendas virtuais realizadas por micro, pequenas e médias empresas no ano passado.</p>
<p>&#8220;Esperamos que todo o bolo cresça 40% e os 20% relativos aos negócios virtuais das micro, pequenas e médias empresas também deverão crescer 40%&#8221;, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net, entidade que congrega 150 associados de todos os setores e segmentos de mercado no País. A maioria das empresas praticantes do comércio eletrônico está nas regiões Sul e Sudeste. Na Região Nordeste, há predominância das grandes redes varejistas nessa modalidade comercial, informa Rolim.</p>
<p>O uso de plataformas digitais é crescente no País para vários fins, entre eles, o comércio eletrônico, segundo pesquisas secundárias de mercado. No caso das MPE, elas usam os meios virtuais mais para pesquisar preços, produtos, serviços e fornecedores do que para comprar e vender, segundo tais pesquisas. No País ainda existe grande parcela da população e de empresas excluídas do acesso ao mundo digital. Esse seria um dos motivos da pouca adesão ao comércio eletrônico, até o momento, de acordo com essas fontes informais.</p>
<p>Sebrae e comércio eletrônico</p>
<p>Há quase dois anos, o Sebrae patrocina o circuito nacional de palestras, denominado MPE Net, uma iniciativa da Camara-e.net, que também conta com instituições financeiras como parceiras. O objetivo das palestras é levar informações e conhecimentos sobre ferramentas tecnológicas e comércio eletrônico para empresários de pequeno porte de diversas regiões do país. Na programação deste ano consta o total de 24 palestras, que estão sendo realizadas em 14 estados, cujo público estimado é de 6 mil empresários.</p>
<p>&#8220;Buscamos criar a cultura de comércio eletrônico junto aos empresários, que estão a frente das MPE. Grande parte deles é usuário da internet, mas ainda não compra e vende virtualmente seus produtos e serviços&#8221;, explica Carlos Alberto Santos, diretor-técnico do Sebrae.</p>
<p>&#8220;Os temas segurança e certificação digital precisam ficar bastante claros para eles, pois ainda há muito desconfiança em relação aos negócios virtuais. A transação eletrônica tem de ser segura tanto para o comerciante como para o cliente&#8221;, afirma Wang Hsiu Ching, gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae.</p>
<p>Outra ação do Sebrae em relação a esse tema é a Bolsa de Negócios, uma ferramenta eletrônica de aproximação entre empresas. Elas publicam o que estão comprando e vendendo e o sistema gera um cruzamento automático de dados. A Bolsa de Negócios do Sebrae atua nos setores de agronegócios, comércio, indústria e serviços. Em março deste ano, mais de 10 mil empresas estavam utilizando essa ferramenta.</p>
<p>A logística do comércio eletrônico é bastante diferente do comércio presencial ou convencional, segundo a publicação &#8216;A Internet como ferramenta de negócios&#8217;, do Sebrae no Estado do Rio de Janeiro. Nesse caso, não basta ter ótimos site, produto/serviço e bons preços. É preciso implantar um sistema de logística mais complexo, que envolve armazenagem, transporte e excelente serviço de entrega, diz a publicação.</p>
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		<title>Número de usuários de Internet no Brasil cresceu 20% em 2009, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 04:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Situação da Internet na América Latina]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Rui Maciel, do IDG Now!

O número de usuários de Internet no Brasil cresceu 20% em 2009, o que significa que o País ganhou seis milhões de pessoas conectadas à Web. As informações vêm de uma pesquisa divulgada pela consultoria comScore.
Segundo o relatório, intitulada &#8220;A Situação da Internet na América Latina&#8221;, o Brasil foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Rui Maciel, do IDG Now!</p>
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<p>O número de usuários de Internet no Brasil cresceu 20% em 2009, o que significa que o País ganhou seis milhões de pessoas conectadas à Web. As informações vêm de uma pesquisa divulgada pela consultoria comScore.</p>
<p>Segundo o relatório, intitulada &#8220;A Situação da Internet na América Latina&#8221;, o Brasil foi o local que aportou a maior quantidade de usuários, em termos absolutos. Em números percentuais, o País ficou atrás apenas da Colômbia, que incrementou sua população Web em 36% durante 2009.</p>
<p>Na América Latina, os usuários brasileiros foram os que passaram a maior quantidade de tempo conectados à Internet, com média de 26,4 horas. Em seguida, estão os usuários argentinos e mexicanos, com tempo médio de 22,6 horas.</p>
</div>
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		<title>Redes Sociais já superam uso de e-mail e messengers na América Latina</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 04:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Rui Maciel, do IDG Now!

As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Rui Maciel, do IDG Now!</p>
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<p>As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela consultoria comScore.</p>
<p>Segundo o estudo, a categoria mais usada pelos latino-americanos ainda é o de serviços de busca, com 85,5%, liderada pelo Google (65%). Logo depois, vêm as redes sociais, com 81,9%, seguido por e-mails (78,9%), sites de entretenimento (78,8%) e instant messengers (71%).</p>
<p><strong>Facebook é a rede social mais usada na AL</strong></p>
<p>O Facebook é a rede social mais popular na América Latina, sendo a preferida por 49,1% dos usuários conectados.  Em segundo lugar está o Windows Live Profile, com 36,7%, seguido pelo Orkut (25,4%), o HI5.com (12,6%) e, finalmente, o Twitter com 10,5%.</p>
<p>No entanto, ao analisarmos a média de tempo que cada usuário fica nas redes sociais, o cenário muda. Isso porque os usuários do Orkut ficam em torno de 360,8 minutos na rede, seguido pelo Facebook, com 203,7 minutos, o Metroflog, com 110,4 e o HI5.com, com 69,5 minutos.</p>
<p>O documento aponta ainda que o alcance do Facebook varia, mas é consistente nesta região, sendo que Chile e Colômbia são os mais países com maior número de usuários: quatro em cada cinco deles (80%). O Brasil fica em último lugar, com cerca de 15% e segue dando preferência ao Orkut.</p>
<p><strong>Brasil impulsiona crescimento do Twitter na América Latina</strong></p>
<p>Embora fique apenas em quinto lugar entre as redes sociais mais populares na América Latina, o relatório da comScore aponta que o Twitter  teve um crescimento fenomenal na região, aumentando o número de usuários em 13x. Essa popularização foi impulsionada pelo Brasil, cuja audiência chega a 17%. Os outros países ficam mais abaixo, com o segundo colocado – Venezuela – obtendo pouco mais de 10%.</p>
</div>
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		<title>Consumidores no comércio eletrônico aumentam 33% em 2009, diz e-bit</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 22:28:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Valor Online
SÃO PAULO &#8211; O faturamento do comércio eletrônico nas datas comemorativas em 2009 somou R$ 3,35 bilhões, representando 31% do faturamento total do setor no ano, divulgou a e-bit.
O Natal foi novamente o período mais lucrativo para o setor, com R$ 1,63 bilhão. Em seguida, aparecem Dia das Crianças, com R$ 450 milhões, Dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Valor Online</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; O faturamento do comércio eletrônico nas datas comemorativas em 2009 somou R$ 3,35 bilhões, representando 31% do faturamento total do setor no ano, divulgou a e-bit.</p>
<p>O Natal foi novamente o período mais lucrativo para o setor, com R$ 1,63 bilhão. Em seguida, aparecem Dia das Crianças, com R$ 450 milhões, Dia das Mães (R$ 440 milhões), Dia dos Pais (437 milhões) e Dia dos Namorados (R$ 393 milhões).</p>
<p>Esta foi a primeira vez que o Dia das Crianças teve um faturamento superior a Dia das Mães. O diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, explica que, &#8221; no primeiro semestre, o país ainda sofria os impactos da crise &#8221; .</p>
<p>(Karin Sato | Valor)</p>
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		<title>Cinco dicas capazes de aumentar a audiência de seu site</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=297</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 21:52:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por PCWorld
Determinar metas e prioridades, inserir as palavras-chaves corretas e ter muita paciência são algumas das recomendações.
Mais de 90% dos usuários não olham além da primeira página dos resultados de buscas, segundo um estudo realizado pelo especialista em web Jakob Nielsen. Com esses números, não é surpresa que todas as empresas queiram seus sites entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><h4>Por PCWorld</h4>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 10.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;"><strong>Determinar metas e prioridades, inserir as palavras-chaves corretas e ter muita paciência são algumas das recomendações.</strong></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">Mais de 90% dos usuários não olham além da primeira página dos resultados de buscas, segundo um estudo realizado pelo especialista em web Jakob Nielsen. Com esses números, não é surpresa que todas as empresas queiram seus sites entre os dez primeiros no resultado de uma busca.</p>
<p>Mas, com bilhões de páginas na web, alcançar esse lugar privilegiado é um desafio sério. É aí que entra a otimização para motores de busca (SEO, em inglês).</p>
<p>Com esse método, um negócio pequeno pode aumentar muito suas chances de aparecer na primeira página dos resultados relevantes de uma busca na web. &#8220;A boa notícia é que há milhões de pesquisas com palavras-chave feitas todos os meses&#8221;, afirma o chefe executivo da SEO.com, Dave Bescom. &#8220;Isso quer dizer que você tem bilhões de oportunidades.&#8221;</p>
<p>Mas não se empolgue demais. A melhoria na exposição do seu site acontecerá gradualmente.</p>
<p>Para iniciar seu trabalho de otimização, faça pequena promoção pay-per-click (PCC) de anúncios de palavras-chave &#8211; com o Google AdWords, por exemplo -, ligadas a uma página de destino relevante em seu site com um apelo explícito para uma ação. Pode ser um convite para que liguem gratuitamente para você e façam uma consulta qualquer, sugere o vice presidente e cofundador da SEO-PR, Jamie O&#8217;Donn.</p>
<p>Para facilitar, veja abaixo as cinco principais dicas de otimização para aumentar o status do seu site nos mecanismos de busca.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;"><span id="more-297"></span><br />
<strong>1 &#8211; Determine metas, prioridades e medições</strong></p>
<p>Antes de iniciar uma campanha de SEO, desenvolva as metas mensuráveis e as prioridades, além de um plano para revisá-las periodicamente. Certas perguntas devem ser respondidas: quais são as suas necessidades de negócios atuais? Qual dos seus produtos ou serviços é o mais importante para promoção no momento? O que você quer dos visitantes do seu site?</p>
<p>Em seguida, decida como medir o sucesso. Adicione ao seu site o serviço gratuito do Google Analytics, para mensurar a audiência . Por ele, serão reveladas quais palavras-chave são usadas pelos visitantes para encontrar seu site, entre outros recursos.</p>
<p><strong>2 &#8211; Palavras-chave para investigação</strong></p>
<p>Muitas vezes, um vendedor não descreve seus produtos utilizando as palavras de conhecimento dos compradores. Você pode estar promovendo &#8220;players portáteis de mídia&#8221;, por exemplo, mas os seus potenciais clientes o chamam de &#8220;MP3&#8243;. Por isso a importância de conversar com funcionários, parceiros e clientes para determinar quais as palavras serão utilizadas com mais freqüência.</p>
<p>Várias ferramentas de pesquisa estão disponíveis para ajudar você a escolher as melhores condições de otimização.  Sem custos, AdWords Keyword Tool, do Google, irá ajudá-lo a avaliar a assiduidade com  que  as palavras-chave são pesquisadas nos Estados Unidos e em poutros países e o quão competitivas elas são.</p>
<p><strong>3. Defina os termos com critérios</strong></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">É preciso usar palavras-chave eficazes pode tornar seu site mais visível. Mas a utilização abusiva pode levar os mecanismos de busca à ignorá-lo. Aqui estão algumas dicas para relacionar os termos às suas páginas na web:</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">*  Otimize cada página para um termo específico e seus sinônimos. Quando todo o contexto de um canal é sobre um determinado assunto, os mecanismos de busca são mais propensos classificar essa página como relevante para o seu tópico.</p>
<p>*  Use palavras-chave na página de título de tag HTML. Os mecanismos de busca dão grande importância a isso para determinar a relevância de uma página para uma consulta. Não exceda 65 caracteres, incluindo espaços e pontuação.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">*  Adicione as palavras-chave várias vezes no corpo do texto &#8211; quanto mais perto do começo, melhor.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">* Criar um termo-link forte em cada página do seu site otimiza a visualização em pesquisas. Por exemplo, se você atualizar uma página sobre seu currículo escrevendo os serviços que presta, adicione um link para  levar até esse espaço  &#8211; coloque o termo &#8220;serviços&#8221; no texto do link, em vez de algo genérico como &#8220;clique aqui&#8221;.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">* Adicione palavras-chave para URLs do seu site, em oposição ao uso de URLs genéricas, como www.domain.com/?page_id=58.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">* Coloque termos para cada página de descrição do HTML. Os sistemas de busca muitas vezes (mas nem sempre) mostram a descrição abaixo de cada link mostrado nos resultados de pesquisa.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;"><strong>4 &#8211; Crie um &#8220;linkbait&#8221;</strong></p>
<p>A linha editorial do seu produto pode contar com um serviço de blog de alto perfil. Isso pode ser ouro puro para o SEO, especialmente quando esse apoio inclui palavra-chave que ligue através de links para uma página relevante em seu site.</p>
<p>Blogueiros e outras pessoas que postam links com freqüência em seus sites são potenciais parceiros. Certifique-se de suas páginas têm conteúdo suficiente para atrair a atenção dos usuários – isso é conhecido como &#8220;linkbait&#8221;.</p>
<p>Espalhe a notícia sobre uma nova postagem no blog, página ou artigo através de redes sociais como Facebook, LinkedIn, Twitter. (E, a propósito, os motores de busca amam blogs. Se você não está blogando, mexa-se.)</p>
<p>Seja generoso em links para outros sites, este favor pode ser devolvido.</p>
<p><strong> 5 &#8211; Site deve ser facilitar a vida dos buscadores</strong></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">Se o seu site contém muito recurso em flash e outros materiais não-textuais, você está tornando difícil para os mecanismos de busca para indexarem suas páginas. E se os buscadores não podem indexar esse conteúdo, os usuários não serão capazes de encontrá-lo quando realizarem consultas. Ao planejar um novo site, certifique-se de  que seu projeto é amigável aos mecanismos de busca, desde o início.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">Se seu site estiver no ar, você ainda pode tomar algumas medidas para melhorar a sua exposição. As diretrizes do Google Webmaster oferecem sugestões específicas de sites novos e existentes.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">Uma delas é verificar se o seu site não possui conteúdo duplicado ou várias URLs que apontam para a mesma página. Conteúdo duplicado pode prejudicar o o ranking de seus mecanismo de busca.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">SEO não é algo que você faz uma vez. Você pode classificar uma busca de palavras-chave na segunda-feira e trocá-la vinte vezes depois essa mesma pesquisa, logo após duas semanas.</p>
<p>Portanto, é importante reservar um tempo para analisar  o seu Google Analytics, afinar suas palavras-chave e procurar oportunidades de link.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 9.0px 0.0px; font: 12.0px Arial;">Todo esse trabalho exige tempo, paciência e perseverança. Mas os benefícios potenciais podem ser consideráveis.</p>
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		<title>Vendas pela Web podem crescer 80% neste Natal</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por – Agência Estado
A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, associada à entrada dos consumidores de classe C na internet, deve fazer deste fim de ano o Natal do comércio eletrônico. Grandes redes varejistas que têm loja virtual chegam a prever crescimento de até 80% na vendas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por – Agência Estado</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, associada à entrada dos consumidores de classe C na internet, deve fazer deste fim de ano o Natal do comércio eletrônico. Grandes redes varejistas que têm loja virtual chegam a prever crescimento de até 80% na vendas em dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, calcula um acréscimo de 30% na receita do varejo virtual entre 15 de novembro e a véspera do Natal. Isso deve somar R$ 1,630 bilhão no período.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Extra.com., por exemplo, projeta crescimento de 50% na receita da loja virtual neste Natal em relação à mesma data de 2008. “Nossa expectativa é bem alta, teremos um Natal bem quente”, afirma o vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, Caio Mattar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ele atribui boa parte desse crescimento aos novos consumidores da classe C que passaram a ter acesso à internet por intermédio de computadores mais simples.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vicente Criscio, consultor de varejo virtual, lembra, citando dados da e-bit, que o ano deve fechar com 17 milhões de consumidores virtuais, dos quais 40% da classe C.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A outra parte desse crescimento de vendas previsto pelo o executivo decorre dos preços menores, em razão do corte do IPI dos eletrodomésticos da linha branca, e das facilidades de pagamento. Neste ano, exemplifica Mattar, o parcelamento da compras feitas no seu site pode chegar 18 vezes sem juros no cartão Extra. No Natal do ano passado, o prazo máximo chegava a 12 vezes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Nosso crescimento será expressivo: vamos multiplicar por cinco as vendas virtuais neste Natal em relação ao do ano passado”, afirma o diretor comercial de e-commerce do Walmart, Fabio Bonfa. No ano passado, a loja virtual do maior varejista do mundo estava apenas a dois meses em funcionamento no Brasil, por isso o desempenho foi inexpressivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas, neste ano, o site do Walmart terá 17 categorias de produtos, seis a mais que no ano passado, o que deve, na opinião do executivo, dar forte impulso às vendas. “Pela primeira vez vamos vender pela internet utilidades domésticas, artigos para bebê, DVDs, livros, ferramentas e móveis”, exemplifica Bonfa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ele espera uma concorrência mais acirrada nas vendas online neste fim de ano. Por isso, a companhia alugou um segundo centro de distribuição para conseguir atender à demanda prontamente.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Também o site do Extra reforçou a logística para este Natal e aumentou em 40% o quadro de pessoal para atender aos pedidos. “As entregas na capital paulista são feitas no mesmo dia da compra e para outras cidades, no dia seguinte”, afirma Mattar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O executivo lembra que, apesar de o Grupo Pão de Açúcar ter comprado o Ponto Frio, e agora as Casas Bahia, as operações do Extra.com e do Pontofrio.com ainda estão separadas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sem detalhar as projeções de vendas pela internet, as Casas Bahia informa que projetam crescimento de 20% tanto nas lojas físicas como pela internet. Desde fevereiro em funcionamento, a loja virtual da empresa já responde por 2% do faturamento. A cada mês a receita das vendas virtuais cresce 22% ante o mês anterior, informou a companhia, antes de ser adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Magazine Luiza, que recentemente renovou o site, projeta crescimento de 80% nas vendas virtuais neste Natal na comparação com a mesma data de 2008.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na análise do consultor Vicente Criscio, essa forte movimentação do concorrentes pode ter tirado neste ano dez pontos porcentuais do mercado da B2W, a maior companhia de comércio eletrônico da América Latina, que inclui a americanas.com, Submarino, Shoptime, entre outros. Procurada pelo Estado, a companhia informou que não comenta dados de desempenho nem faz previsões.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Nunca teve tantos competidores na internet como neste Natal”, afirma o consultor. Isso deve criar condições mais favoráveis de pagamento e impulsionar as vendas. Ele ainda ressalta que o corte de IPI da linha branca está sendo a “salvação da lavoura” de vendas online.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nas contas do Programa de Administração do Varejo (Provar) e da Felisoni Associados, o varejo eletrônico deve representar só 1,7% das vendas das lojas físicas. As informações são da edição de sábado do jornal O Estado de S.Paulo.</div>
<p>Por – Agência Estado</p>
<p>A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, associada à entrada dos consumidores de classe C na internet, deve fazer deste fim de ano o Natal do comércio eletrônico. Grandes redes varejistas que têm loja virtual chegam a prever crescimento de até 80% na vendas em dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado.</p>
<p>A e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, calcula um acréscimo de 30% na receita do varejo virtual entre 15 de novembro e a véspera do Natal. Isso deve somar R$ 1,630 bilhão no período.</p>
<p>O Extra.com., por exemplo, projeta crescimento de 50% na receita da loja virtual neste Natal em relação à mesma data de 2008. “Nossa expectativa é bem alta, teremos um Natal bem quente”, afirma o vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, Caio Mattar.</p>
<p><span id="more-279"></span></p>
<p>Ele atribui boa parte desse crescimento aos novos consumidores da classe C que passaram a ter acesso à internet por intermédio de computadores mais simples.</p>
<p>Vicente Criscio, consultor de varejo virtual, lembra, citando dados da e-bit, que o ano deve fechar com 17 milhões de consumidores virtuais, dos quais 40% da classe C.</p>
<p>A outra parte desse crescimento de vendas previsto pelo o executivo decorre dos preços menores, em razão do corte do IPI dos eletrodomésticos da linha branca, e das facilidades de pagamento. Neste ano, exemplifica Mattar, o parcelamento da compras feitas no seu site pode chegar 18 vezes sem juros no cartão Extra. No Natal do ano passado, o prazo máximo chegava a 12 vezes.</p>
<p>“Nosso crescimento será expressivo: vamos multiplicar por cinco as vendas virtuais neste Natal em relação ao do ano passado”, afirma o diretor comercial de e-commerce do Walmart, Fabio Bonfa. No ano passado, a loja virtual do maior varejista do mundo estava apenas a dois meses em funcionamento no Brasil, por isso o desempenho foi inexpressivo.</p>
<p>Mas, neste ano, o site do Walmart terá 17 categorias de produtos, seis a mais que no ano passado, o que deve, na opinião do executivo, dar forte impulso às vendas. “Pela primeira vez vamos vender pela internet utilidades domésticas, artigos para bebê, DVDs, livros, ferramentas e móveis”, exemplifica Bonfa.</p>
<p>Ele espera uma concorrência mais acirrada nas vendas online neste fim de ano. Por isso, a companhia alugou um segundo centro de distribuição para conseguir atender à demanda prontamente.</p>
<p>Também o site do Extra reforçou a logística para este Natal e aumentou em 40% o quadro de pessoal para atender aos pedidos. “As entregas na capital paulista são feitas no mesmo dia da compra e para outras cidades, no dia seguinte”, afirma Mattar.</p>
<p>O executivo lembra que, apesar de o Grupo Pão de Açúcar ter comprado o Ponto Frio, e agora as Casas Bahia, as operações do Extra.com e do Pontofrio.com ainda estão separadas.</p>
<p>Sem detalhar as projeções de vendas pela internet, as Casas Bahia informa que projetam crescimento de 20% tanto nas lojas físicas como pela internet. Desde fevereiro em funcionamento, a loja virtual da empresa já responde por 2% do faturamento. A cada mês a receita das vendas virtuais cresce 22% ante o mês anterior, informou a companhia, antes de ser adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar.</p>
<p>O Magazine Luiza, que recentemente renovou o site, projeta crescimento de 80% nas vendas virtuais neste Natal na comparação com a mesma data de 2008.</p>
<p>Na análise do consultor Vicente Criscio, essa forte movimentação do concorrentes pode ter tirado neste ano dez pontos porcentuais do mercado da B2W, a maior companhia de comércio eletrônico da América Latina, que inclui a americanas.com, Submarino, Shoptime, entre outros. Procurada pelo Estado, a companhia informou que não comenta dados de desempenho nem faz previsões.</p>
<p>“Nunca teve tantos competidores na internet como neste Natal”, afirma o consultor. Isso deve criar condições mais favoráveis de pagamento e impulsionar as vendas. Ele ainda ressalta que o corte de IPI da linha branca está sendo a “salvação da lavoura” de vendas online.</p>
<p>Nas contas do Programa de Administração do Varejo (Provar) e da Felisoni Associados, o varejo eletrônico deve representar só 1,7% das vendas das lojas físicas. As informações são da edição de sábado do jornal O Estado de S.Paulo.</p>
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		<title>Comércio eletrônico se expande no País</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 02:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas E-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[Crescimento do e-commerce]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Emerson Coelho &#8211;  Do Diário do Grande ABC
O comércio eletrônico no País vem crescendo a cada dia e ainda tem muito espaço para se expandir. Segundo especialistas, somente 3% do comércio varejista realiza negócios via internet. Nos Estados Unidos esse número é de cerca de 7%.
De acordo com dados da E-bit (empresa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Emerson Coelho &#8211;  Do Diário do Grande ABC</p>
<p>O comércio eletrônico no País vem crescendo a cada dia e ainda tem muito espaço para se expandir. Segundo especialistas,<strong> somente 3% do comércio varejista realiza negócios via internet</strong>. Nos Estados Unidos esse número é de cerca de 7%.</p>
<p>De acordo com dados da E-bit (empresa que é referência em informações sobre o segmento), no primeiro semestre deste ano as vendas on-line cresceram 27% em comparação com o mesmo período do ano passado e esse mercado de e-commerce movimentou R$ 4,8 bilhões.</p>
<p>&#8220;Só neste ano foram 2 milhões de novos consumidores que passaram a comprar pela internet e esse número tende a crescer cada vez mais dentro de um universo de 60 milhões de internautas do Brasil&#8221;, explica o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.</p>
<p>Ele salienta que o comércio eletrônico no País tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. &#8220;O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet&#8221;, afirma o executivo.</p>
<p>Segundo Guasti, com o crescimento vertiginoso do setor, torna-se cada vez mais importante que as empresas busquem seu espaço na rede mundial de computadores para vender seus produtos.</p>
<p>&#8220;Há cerca de dez anos bastava que a empresa tivesse seu espaço na web, mas hoje isso mudou e a internet tornou-se uma ferramenta indispensável para realização de negócios.&#8221;</p>
<p>FERRAMENTAS &#8211; O professor da Fundação Getúlio Vargas e especialista na área de varejo William Ervedeira Maillaro, compartilha da mesma opinião e acredita que atualmente é indispensável para as empresas utilizarem as diversas ferramentas disponíveis na internet para alavancarem suas vendas e fidelizar clientes.</p>
<p>&#8220;Além do site, o uso de blogs, e-mail marketing e comunidades de relacionamento como Twiter, Facebook e Orkut ajudam a aumentar o fluxo de clientes para a loja física&#8221;, comenta Maillaro.</p>
<p>O especialista aponta que a internet também é importante para que o comerciante entenda quais os hábitos dos consumidores, o que antes só era possível por meio de pesquisas.</p>
<p>&#8220;A web ajuda a aumentar as vendas por indicação de clientes que já compraram, além de ser uma importante ferramenta para divulgar promoções&#8221;, explica.</p>
<p>Maior número de usuários favorece comércio virtual</p>
<p>Outro fator que contribui para o aumento das compras on-line, segundo especialistas, é o maior acesso da população à internet e a maior facilidade para compra de computadores.</p>
<p>&#8220;Atualmente observamos um crescimento de cerca de 41% na utilização da internet pela classe C; além disso, faixas etárias que antes não tinham acesso à rede hoje estão tendo. No ano passado, por exemplo, houve um incremento de 23% no acesso de pessoas com 65 anos ou mais&#8221;, salienta o professor da Fundação Getúlio Vargas e especialista na área de varejo, William Ervedeira Maillaro.</p>
<p>TENDÊNCIA &#8211; Para o chefe do departamento de Marketing e Pesquisa de Mercado da ESPM, Marcelo Demidio, o crescimento do comércio eletrônico já começa a causar uma mudança de comportamento no varejo. &#8220;Nos Estados Unidos, por exemplo, alguns lojistas estão diminuindo os estoques de suas lojas físicas para suprir a alta demanda das lojas virtuais. O Brasil deve caminhar no mesmo sentido&#8221;, comenta.</p>
<p>Segundo especialistas, os interessados em ingressar no mercado do e-commerce gastam a partir de R$ 5.000 para criação de uma loja virtual, com recursos de segurança e de pagamento eletrônico.</p>
<p>O investimento é mais baixo para a criação de um site institucional, variando de R$ 300 a R$ 1.500, dependendo dos recursos.</p>
<p>Um site informativo, com no mínimo sete páginas de texto e um formulário de contatos, adequado a uma empresa que deseja apenas estar na internet, tem um custo mínimo de desenvolvimento de cerca de R$ 600. Já um site com enquetes, votações, busca, espaço para comentários, entre outros recursos não sai por menos de R$ 1.500.</p>
<p>Além dos gastos com a criação, é necessário que a empresa possua CNPJ para registrar um domínio no site da Fapesp (R$ 50 anuais) e contrate os serviços de um provedor para hospedagem do site, custo que varia de acordo com o plano escolhido.</p>
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		<title>CBN &#8211; Podcast &#8211; Carlos Alberto Sardenberg</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 00:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas E-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Alberto Sardenberg
sexta-feira, 28 de agosto de 2009 18:55
Nossa dinâmica tributária atual é perversa
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			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Carlos Alberto Sardenberg<br />
sexta-feira, 28 de agosto de 2009 18:55<br />
Nossa dinâmica tributária atual é perversa</p>
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		<title>Entrevista sobre Comércio Eletrônico</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=190</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 20:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas na Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce  e-consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[EmpresaClick]]></category>
		<category><![CDATA[komunike]]></category>
		<category><![CDATA[Loja  Online]]></category>
		<category><![CDATA[Lojista  online]]></category>
		<category><![CDATA[Oséias  Gomes]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Oséias Gomes &#8211; Diretor Executivo da Komunike EmpresaClick / LojistaOnline.
Veja nesta entrevista o que significa ter um Comércio Eletrônico, entenda o fenômeno do e-commerce, e como está acontecendo esta transformação do consumidor para o e-consumidor. Saibas ainda as vantagens de ter um Comércio Eletrônico, e veja ainda as perguntas mais freqüente que o lojista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Oséias Gomes &#8211; Diretor Executivo da Komunike EmpresaClick / LojistaOnline.</p>
<p>Veja nesta entrevista o que significa ter um Comércio Eletrônico, entenda o fenômeno do e-commerce, e como está acontecendo esta transformação do consumidor para o e-consumidor. Saibas ainda as vantagens de ter um Comércio Eletrônico, e veja ainda as perguntas mais freqüente que o lojista tem na hora de criar a sua loja online.</p>
<p>PARTE 1<br />
<object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/cPoSk-YEaPQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cPoSk-YEaPQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>PARTE 2<br />
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PARTE 3<br />
<object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/GKwOSADTxN4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GKwOSADTxN4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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