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	<title>E-COMMERCE Blog  - Tudo Sobre o Comércio Eletrônico</title>
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	<description>E-Commerce, Comércio Eletrônico e Negócios na Internet, Informações Sobre Como Montar Seu Negócio Na Internet. Livros, Artigos, Marketing Digial, Plano de Negócios, Vendas na Internet e Loljas Virtuais</description>
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		<title>E-commerce: Como vender para o cliente Adolescente</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 11:00:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Veder para Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[Vale conferir este artigo
Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma   contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de   crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que   simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais).
Cerca de 80 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Vale conferir este artigo</p>
<p>Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma   contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de   crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que   simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais).</p>
<p>Cerca de 80 por cento dos adolescentes online na faixa etária  de 12 a  17 anos visitam sites de varejo, de acordo com a ComScore. Isso  representa uma audiência de 12 a 15 milhões de compradores  teen. Por  exemplo, a eBay teve 6.400.000 usuários teen em abril de 2006,  enquanto  a Amazônia teve 3.500.000 e a Apple 3.000.000. (No caso da Apple, o   iTunes foi seguramente o mais importante.)</p>
<h6><strong>Veja artigo Completo &#8211; Clique leia mais&#8230;</strong></h6>
<p><span id="more-376"></span></p>
<p>Outro paradoxo sobre teens online, ou  talvez seja melhor  descrito como um mito: Adolescentes não são os  usuários super  tech-savvy como popularmente se pensa.</p>
<p>Segundo a concepção popular, os adolescentes são  muito mais hábeis  no uso da Internet que os usuários adultos. Temos uma imagem dos  adolescentes totalmente ligada a mensagens, dentro do MySpace ou  baixando filmes ouvindo seu iPod.</p>
<p>Mas estar  constantemente conectado não significa que os adolescentes  são assistentes de  tecnologia, afirma um estudo da Nielsen Norman  Group. Embora <em>alguns</em> adolescentes  são tech know-it-alls, diz Hoa Loranger, um dos autores  do relatório.</p>
<p>Para esclarecer, os adolescentes são muito mais confortáveis com a tecnologia –  não tem medo tanto quanto os adultos.</p>
<p>Mas se algo não funciona para um usuário adolescente, eles tem muito  menos paciência, e é por isso que não pode superar muitos  obstáculos  tecnológicos. Se não funcionar da maneira que eles esperam, simplesmente  abandonam o processo.</p>
<p>Além disso, as competências de investigação dos adolescentes e de  leitura ainda não amadureceram, diz ela.</p>
<p>Devido a esses fatores, os adolescentes completam com  êxito as  tarefas on-line  (taxa de sucesso  de 55 por cento) do que os usuários  adultos (66 por cento de sucesso),  com base no estudo da Nielsen.</p>
<p>No entanto, por mais  difícil que seja para atingir esses  consumidores volúveis, que  representam um mercado potencialmente  lucrativo. Um estudo do Pew no final de 2004 estimou o total  de  audiência online teen com idade entre 12 a 17 anos, em 21 milhões de  euros. Esta  primeira geração de usuários tem crescido desde a infância  na era da  Internet e será certamente consumidores online ativos nos  próximos anos.</p>
<p><strong>Balanceamento na  facilidade de uso</strong><br />
Estudo da Nielsen com adolescentes assistidos em ação. É com base no   comportamento do adolescente real, em oposição às pesquisas que os  usuários tem mostrado sobre si mesmo.</p>
<p>Como os pesquisadores  acompanharam o uso da Web teen, eles  descobriram um enigma: Os  adolescentes são atraídos por sites com um  olhar de vanguarda,  mas eles têm dificuldade com um projeto complexo.</p>
<p>“A sensação  visual e design visual é <em>muito</em> importante para  eles. As primeiras  impressões são muito importantes”, diz Loranger.  “Eles gostam de gráficos e prestam a atenção  para a experiência visual  mais do que os adultos.”</p>
<p>Os usuários teen também precisam ser constantemente  atraídos e  entretidos para manter a atenção.  “A coisa mais comum que ouvimos  repetidas vezes é” estou entediado “, diz ela.</p>
<p>Mas, afinal, eles  querem fazer alguma coisa. Eles não são  como  crianças pequenas, que aleatoriamente esfregam a tela com o mouse  para  ver o que aparece.  Adolescentes preferem as tarefas mais específicas.</p>
<p>“Assim, quando o design visual ou o  design de interação fica no caminho daquilo que eles estão tentando  fazer, então <em>realmente</em> degrada a experiência do usuário para  os adolescentes.”</p>
<p>Movimentos é bom, mas em demasiado ocupado espaço ou fica complexo e  isso é ruim. “Se o site  está gritando por sua atenção e tudo é dinâmico  e em movimento, é um  grande turn-off para os adolescentes”, diz  Loranger.</p>
<p>Assim, o desafio primário do Web  design para os adolescentes é dar  um design muito fácil de usar e um  visual muito contemporâneo. “Quando  um design é moderno o visual é importante, você precisa de equilíbrio  com a interação simples,  porque eles não vão gastar o tempo para  descobrir isso”, diz ela.</p>
<p><strong>Vender para Adolescentes: Principais  Regras</strong></p>
<p><strong>Mostrar Preço</strong><br />
Para os  consumidores adolescentes, é fundamental mostrar o preço com a   primeira menção do produto. Isso é mais importante para os adolescentes  do que para  os adultos.</p>
<p>O motivo: “Os  adolescentes estão <em>muito</em> conscientes dos  preços – e não têm  muito dinheiro. De fato, no estudo da Nielsen, “Um  número esmagador de crianças foi  direto para a seção de vendas.”</p>
<p><strong>Permitir Ordenar por Preferência</strong><br />
Mais uma vez, por causa do orçamento dos  adolescentes ser limitado, é  uma boa idéia permitir que usuários  classifiquem os produtos por uma  variedade de fatores – pela cor e  tamanho, e definitivamente pelo  preço. “Os adolescentes em especial, frequentemente usam o preço  como  um fator de classificação”, diz o estudo.</p>
<p><strong>Ofertas e listas de desejos</strong><br />
Oferecer uma lista de pedidos on-line é uma ferramenta eficaz de  vendas  para os adolescentes. Embora muitos adolescentes não tenham  um cartão  de crédito, enviar uma lista de desejos lhes permite  direcionar para  outros usuários (como os pais ou amigos) os  presentes que eles querem.  Além disso, os clientes  mais jovens em sites com listas de desejos é  legal porque mostra que o site  respeita-os como clientes – e isso é  especialmente importante para os  compradores teen.</p>
<p><strong>Não necessitar de registro</strong><br />
Solicitar um  registro prévio de compra tem um efeito negativo em ambos  os adultos e  os clientes teen, mas é especialmente ruim para os  adolescentes. Sua paciência limitada significa que preencher um  formulário  desestimula vendas. Além  disso, os adolescentes muitas  vezes são advertidos pelos pais a não  fornecer seus dados pessoais  online.</p>
<p><strong>Rápido</strong><strong> Checkout</strong><br />
O processo de check-out do seu site deve ser o mais curto e fácil   possível. Uma vez que  muitos adolescentes têm uma experiência limitada  com a saída,  respondendo a perguntas sobre faturamento e endereço de  entrega ou de  encontrar o código de um cartão de crédito em matéria de  segurança de  três dígitos pode ser demorado. Adicionando toda a   complexidade dessa experiência nova pode resultar em abandono.</p>
<p><strong>Dicas de Design: Para o cliente adolescente</strong></p>
<p><strong>A interatividade é Poderosa</strong><br />
“Os adolescentes realmente gostam de interagir com a mídia que está   usando”, diz Loranger. “Eles não gostam de usar a web como um aparelho  de  televisão.” Interatividade é o combustível que  impulsiona o sucesso  fenomenal do MySpace, que transforma a Internet em  uma comunidade  interativa.</p>
<p>Boas ferramentas de interatividade incluem testes online,  votação,  fóruns e jogos.  Adolescentes gostam de ser capaz de expressar a sua  opinião.</p>
<p><strong>Facilmente digerido</strong><br />
Adolescentes gostam de  fazer as coisas em partes sob medida. “É  bom  manter em mente que a teoria em termos de escrita do site, pode ser  qualquer  tipo de multimédia, enquetes e jogos interativos”, diz ela.  Todos estes elementos são os melhores oferecidos em  pedaços menores,  administráveis por usuários teen. “Isso torna mais atraente.”</p>
<p>Use o design do seu site para transmitir informações de  forma <em>rápida,</em> caso contrário, os adolescentes não vão prestar  atenção.</p>
<p><strong>As imagens boas</strong><br />
O  texto que é completado por gráficos e imagens são muito mais  atraentes  para os adolescentes do que texto em linha reta. “Quando se   comparam os sites que têm fotos com aqueles que não, eles dizem ‘eu   quero ficar com o site que tem fotos.”</p>
<p><strong>Os anúncios são razoáveis</strong><br />
Adolescentes não se importam com anúncios.  Enquanto os adultos têm  “cegueira de banner”, e tendem a evitar as  coisas que se parecem com  anúncios, os adolescentes vendo os anúncios prestam um pouco mais de  atenção do que os adultos.</p>
<p>“Se você quer capturar sua atenção, você pode ‘fantasiar’ um pouco –  adicione um pouco de figura. Mas sem ser cansativo”, diz Loranger.</p>
<p>(Em contraste, para os adultos, é  melhor usar links de texto, links  de texto são mais credível e mais  provável de ser clicado do que algo  que é feito até graficamente, diz ela.)</p>
<p><strong>Site rápido é Vital</strong><br />
Um  site de carregamento lento desencoraja todos os usuários, os   adolescentes ainda mais. Mais uma vez, sua paciência limitada,  em um  resultado de carga lenta é um êxodo em massa.</p>
<p>“O desafio  para os designers é ter uma interface gráfica que tenha  estas  características extravagantes, mas se demorar muito tempo para  carregar –  mesmo em conexões de alta velocidade – os adolescentes vão  se  desinteressar.</p>
<p>Adolescentes são altamente ativos – eles querem que as coisas <em>agora.</em></p>
<p><strong>Design para vitrini</strong><br />
Adolescentes frequentemente usam equipamentos  antigos, incluindo os  equipamentos doados às escolas e bibliotecas. Mesmo que os pais tenha  equipamentos mais recentes, “os adolescentes [muitas vezes], usam   equipamentos de segunda-mão”, Loranger diz.</p>
<p>Estes sistemas antigos não são otimizados para multimídia. Muitos  desses sites teen empurram multimídia, como som e filmes que não  funcionam no sistema de uma escola – por exemplo. (Ou os usuários  não  estão autorizados a fazer download de um novo plug-in).</p>
<p>A solução: “Tenha certeza que você está usando uma multimídia com versão de  texto.”</p>
<p>Os adolescentes não querem ser vistos  como crianças, assim eles  evitam qualquer site que apresenta, mesmo  remotamente, uma linha  “kids”.</p>
<p>“Eles são muito sensíveis a sons e imagens que estão associadas a um   público mais jovem”, diz Loranger. Como quando você passa o mouse sobre   diferentes elementos e faz um sinal sonoro ou um som – eles odeiam   isso.”</p>
<p>Por outro lado, “A música é realmente  importante – a música certa. A  música é uma extensão de sua identidade.  Então, quando eles visitam   locais que tem uma música pobre, repetitiva, ou não coincidi  com o  estilo do que está vendo -  eles saem deste site. ”</p>
<p>Na  opinião dos adolescentes, diz ela, uma faixa de música ruim é  como se um adulto estivese tentando projetar algo para eles, e o pior,  sem <em>nenhum</em> estilo.</p>
<p><strong>Evitar</strong> <strong>Fontes  pequenas </strong><br />
Em muitos sites teen o tamanho de letra é pequena. “Mas  descobrimos que  os adolescentes não gostam de ler um texto com fonte pequena. Ou  texto  com cores de fundo que têm baixo contraste”, diz ela.</p>
<p>“Há uma tendência para que os designeres  queram projetar coisas que  são legais e “iradas”, mas os adolescentes  preferem realmente o texto  que é um pouco maior e fácil de  ler.”</p>
<p>Eles  fazem muitas coisas diferentes ao mesmo tempo e para que sua  atenção não seja  desviada é melhor não usar texto com fonte pequena.</p>
<p><strong>Exemplos de Shopping</strong><br />
Não  surpreendentemente, os pesquisadores encontraram uma correlação de   sucesso nos usuários teen em um site que seja fácil de realizar tarefas  e seu nível de satisfação com o ele.”Se eles  foram capazes de concluir  suas tarefas sem muitos problemas, sua avaliação de satisfação com este  site era muito maior.”</p>
<p>Exemplos de sites de compras que  os adolescentes consideraram  altamente positivos, tanto no design quanto na facilidade de  uso:  CCS.com , Dreamhorse , Lacie , LadyEnyce , PacSun e Wetseal .</p>
<p>Outros sites que no estudo os adolescentes consideraram favoritos:  Rolling Stone , Lyrics.com , GameFAQs , Real.com , ALDaily , Optus e (é  claro) MySpace.</p>
<p>Loranger achou  particularmente revelador sobre as preferências dos  adolescentes que gostaram dos sites da Apple e CSUMentor. Ambos os sites  têm “design limpo e aerodinâmico. Um formato que poderia ser  considerado o contrário do que os adolescentes gostam.”</p>
<p>Fonte: <a href="http://ekom.com.br/blog/consumidores/e-commerce-como-vender-para-o-cliente-adolescente" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/ekom.com.br');">Blog do Ekom</a></p>
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		<title>Você está perdido? Relaxe, você não está só!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 10:53:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Sandra Turchi
Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Sandra Turchi</p>
<p>Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.</p>
<p>(artigo para Revista Cliente S.A.)</p>
<p>As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?</p>
<p>Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam – 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google – e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.</p>
<p>Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.</p>
<p>Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como Mobile Marketing, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, E-commerce, M-commerce, Redes e Mídias Sociais (Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc),  Buscas, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, Advergaming, Games Sociais entre outras inovações.</p>
<p>E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!</p>
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		<title>Confiança do consumidor no e-commerce é de 86,03%</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 02:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Índice de satisfação com o atendimento das lojas nas compras feitas durante o mês de maio foi igual ao registrado em abril
Rayane Marcolino, 
Confiança no e-commerce registrou índice de 86,03% em maio. O valor foi exatamente o mesmo analisado no mês de abril
Rio de Janeiro &#8211; A confiança do consumidor no e-commerce registrou índice de 86,03% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Índice de satisfação com o atendimento das lojas nas compras feitas durante o mês de maio foi igual ao registrado em abril</strong></p>
<p>Rayane Marcolino, <img src="http://portalexame.abril.com.br/v2009/img/logo_mundomarketing.gif" alt="" /><br />
Confiança no e-commerce registrou índice de 86,03% em maio. O valor foi exatamente o mesmo analisado no mês de abril</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; A confiança do consumidor no e-commerce registrou índice de 86,03% em maio. O valor foi exatamente o mesmo analisado no mês de abril. O indicador é desenvolvido pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico dedicado a atuar na educação do usuário em relação às melhores práticas na web.</p>
<p>O estudo apurou a opinião de 113.948 pessoas que fizeram compras em lojas virtuais brasileiras entre os dias 1 e 31 de maio. Os entrevistados expressaram seu nível de satisfação com base em 10 quesitos: facilidade de compra, seleção de produtos, informação sobre mercadorias, preços, navegação, entrega no prazo, qualidade dos produtos, qualidade do atendimento, política de privacidade e manuseio e envio dos pedidos.</p>
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		<title>Pequenos negócios de comércio eletrônico devem crescer 40% neste ano</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 02:27:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas E-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[Câmara-e.net]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresas de pequeno porte respondem por 20% do comércio virtual ou digital no país; faturamento desse segmento atingiu cerca de R$ 2 bilhões em 2009, segundo a Camara-e.net
Por Vanessa Brito, Agência Sebrae de Notícias
O comércio eletrônico – também conhecido como comércio virtual ou digital &#8211; deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Empresas de pequeno porte respondem por 20% do comércio virtual ou digital no país; faturamento desse segmento atingiu cerca de R$ 2 bilhões em 2009, segundo a Camara-e.net</strong></p>
<p>Por Vanessa Brito, Agência Sebrae de Notícias</p>
<p>O comércio eletrônico – também conhecido como comércio virtual ou digital &#8211; deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação a 2009, quando o setor faturou em torno de R$ 10 bilhões. A previsão é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico ( www.camara-e.net ), que credita cerca de 20% do total faturado ou R$ 2 bilhões às vendas virtuais realizadas por micro, pequenas e médias empresas no ano passado.</p>
<p>&#8220;Esperamos que todo o bolo cresça 40% e os 20% relativos aos negócios virtuais das micro, pequenas e médias empresas também deverão crescer 40%&#8221;, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net, entidade que congrega 150 associados de todos os setores e segmentos de mercado no País. A maioria das empresas praticantes do comércio eletrônico está nas regiões Sul e Sudeste. Na Região Nordeste, há predominância das grandes redes varejistas nessa modalidade comercial, informa Rolim.</p>
<p>O uso de plataformas digitais é crescente no País para vários fins, entre eles, o comércio eletrônico, segundo pesquisas secundárias de mercado. No caso das MPE, elas usam os meios virtuais mais para pesquisar preços, produtos, serviços e fornecedores do que para comprar e vender, segundo tais pesquisas. No País ainda existe grande parcela da população e de empresas excluídas do acesso ao mundo digital. Esse seria um dos motivos da pouca adesão ao comércio eletrônico, até o momento, de acordo com essas fontes informais.</p>
<p>Sebrae e comércio eletrônico</p>
<p>Há quase dois anos, o Sebrae patrocina o circuito nacional de palestras, denominado MPE Net, uma iniciativa da Camara-e.net, que também conta com instituições financeiras como parceiras. O objetivo das palestras é levar informações e conhecimentos sobre ferramentas tecnológicas e comércio eletrônico para empresários de pequeno porte de diversas regiões do país. Na programação deste ano consta o total de 24 palestras, que estão sendo realizadas em 14 estados, cujo público estimado é de 6 mil empresários.</p>
<p>&#8220;Buscamos criar a cultura de comércio eletrônico junto aos empresários, que estão a frente das MPE. Grande parte deles é usuário da internet, mas ainda não compra e vende virtualmente seus produtos e serviços&#8221;, explica Carlos Alberto Santos, diretor-técnico do Sebrae.</p>
<p>&#8220;Os temas segurança e certificação digital precisam ficar bastante claros para eles, pois ainda há muito desconfiança em relação aos negócios virtuais. A transação eletrônica tem de ser segura tanto para o comerciante como para o cliente&#8221;, afirma Wang Hsiu Ching, gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae.</p>
<p>Outra ação do Sebrae em relação a esse tema é a Bolsa de Negócios, uma ferramenta eletrônica de aproximação entre empresas. Elas publicam o que estão comprando e vendendo e o sistema gera um cruzamento automático de dados. A Bolsa de Negócios do Sebrae atua nos setores de agronegócios, comércio, indústria e serviços. Em março deste ano, mais de 10 mil empresas estavam utilizando essa ferramenta.</p>
<p>A logística do comércio eletrônico é bastante diferente do comércio presencial ou convencional, segundo a publicação &#8216;A Internet como ferramenta de negócios&#8217;, do Sebrae no Estado do Rio de Janeiro. Nesse caso, não basta ter ótimos site, produto/serviço e bons preços. É preciso implantar um sistema de logística mais complexo, que envolve armazenagem, transporte e excelente serviço de entrega, diz a publicação.</p>
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		<title>Número de usuários de Internet no Brasil cresceu 20% em 2009, diz estudo</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=365</link>
		<comments>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=365#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 04:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[A Situação da Internet na América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[internet no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rui Maciel, do IDG Now!

O número de usuários de Internet no Brasil cresceu 20% em 2009, o que significa que o País ganhou seis milhões de pessoas conectadas à Web. As informações vêm de uma pesquisa divulgada pela consultoria comScore.
Segundo o relatório, intitulada &#8220;A Situação da Internet na América Latina&#8221;, o Brasil foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Rui Maciel, do IDG Now!</p>
<div>
<p>O número de usuários de Internet no Brasil cresceu 20% em 2009, o que significa que o País ganhou seis milhões de pessoas conectadas à Web. As informações vêm de uma pesquisa divulgada pela consultoria comScore.</p>
<p>Segundo o relatório, intitulada &#8220;A Situação da Internet na América Latina&#8221;, o Brasil foi o local que aportou a maior quantidade de usuários, em termos absolutos. Em números percentuais, o País ficou atrás apenas da Colômbia, que incrementou sua população Web em 36% durante 2009.</p>
<p>Na América Latina, os usuários brasileiros foram os que passaram a maior quantidade de tempo conectados à Internet, com média de 26,4 horas. Em seguida, estão os usuários argentinos e mexicanos, com tempo médio de 22,6 horas.</p>
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		<title>Redes Sociais já superam uso de e-mail e messengers na América Latina</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 04:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Rui Maciel, do IDG Now!

As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Rui Maciel, do IDG Now!</p>
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<p>As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela consultoria comScore.</p>
<p>Segundo o estudo, a categoria mais usada pelos latino-americanos ainda é o de serviços de busca, com 85,5%, liderada pelo Google (65%). Logo depois, vêm as redes sociais, com 81,9%, seguido por e-mails (78,9%), sites de entretenimento (78,8%) e instant messengers (71%).</p>
<p><strong>Facebook é a rede social mais usada na AL</strong></p>
<p>O Facebook é a rede social mais popular na América Latina, sendo a preferida por 49,1% dos usuários conectados.  Em segundo lugar está o Windows Live Profile, com 36,7%, seguido pelo Orkut (25,4%), o HI5.com (12,6%) e, finalmente, o Twitter com 10,5%.</p>
<p>No entanto, ao analisarmos a média de tempo que cada usuário fica nas redes sociais, o cenário muda. Isso porque os usuários do Orkut ficam em torno de 360,8 minutos na rede, seguido pelo Facebook, com 203,7 minutos, o Metroflog, com 110,4 e o HI5.com, com 69,5 minutos.</p>
<p>O documento aponta ainda que o alcance do Facebook varia, mas é consistente nesta região, sendo que Chile e Colômbia são os mais países com maior número de usuários: quatro em cada cinco deles (80%). O Brasil fica em último lugar, com cerca de 15% e segue dando preferência ao Orkut.</p>
<p><strong>Brasil impulsiona crescimento do Twitter na América Latina</strong></p>
<p>Embora fique apenas em quinto lugar entre as redes sociais mais populares na América Latina, o relatório da comScore aponta que o Twitter  teve um crescimento fenomenal na região, aumentando o número de usuários em 13x. Essa popularização foi impulsionada pelo Brasil, cuja audiência chega a 17%. Os outros países ficam mais abaixo, com o segundo colocado – Venezuela – obtendo pouco mais de 10%.</p>
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		<title>Já se compra até vestido de noiva pela internet</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 16:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novas tecnologias ajudam consumidor a ficar menos dependente do comércio tradicional
Márcia De Chiara &#8211; O Estado de S.Paulo
Daqui a quatro meses, quando Fernanda Figueiredo entrar no salão para a cerimônia de seu casamento, os convidados nem vão desconfiar que seu vestido de noiva veio do outro lado do mundo, mais precisamente de Xangai, na China.
Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><h3><strong><img class="alignleft" src="http://netcetal.zip.net/images/consumidor.jpg" alt="" width="300" height="300" />Novas tecnologias ajudam consumidor a ficar menos dependente do comércio tradicional<br />
<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Márcia De Chiara &#8211; O Estado de S.Paulo</span></strong></h3>
<p>Daqui a quatro meses, quando Fernanda Figueiredo entrar no salão para a cerimônia de seu casamento, os convidados nem vão desconfiar que seu vestido de noiva veio do outro lado do mundo, mais precisamente de Xangai, na China.</p>
<p>Com um clique num site de vestidos de noiva, Fernanda resolveu um problema que para a maioria das noivas consome noites de sono e muitas idas à Rua São Caetano, polo de lojas de roupas para casamento que fica na cidade de São Paulo. &#8220;Não tenho paciência nem tempo a perder&#8221;, diz a médica de 28 anos.</p>
<p>Ela viu o vestido num blog. Gostou do modelo e observou que ao lado da foto havia um endereço eletrônico. Foi só seguir o caminho do shopping virtual até chegar a um site chinês de roupas de casamento.</p>
<p>A melhor parte foi descobrir que o vestido custava US$ 319. Com mais US$ 30 de frete, o preço subiu para US$ 349, um pouco mais de R$ 600, pagos com cartão de crédito. &#8220;Se fosse fazer o primeiro aluguel gastaria entre R$ 3 mil e R$ 5 mil&#8221;, calcula ela.</p>
<p>Apesar do temor de comprar algo que não lhe servisse ou que não fosse entregue no prazo, ela decidiu se arriscar. Primeiro porque faltava muito tempo até o dia do casamento. O site também dava as indicações de como tirar as medidas para obter o tamanho do manequim. Além disso, o comprador acompanha o estágio no qual está o produto, da confecção até o desembarque no porto brasileiro.</p>
<p>&#8220;Encomendei o vestido em novembro do ano passado e, 30 dias depois, estava na minha casa, no Rio de Janeiro&#8221;, diz a médica. O vestido era exatamente o que ela tinha visto na foto. &#8220;O material é de ótima qualidade. Só precisei ajustar um pouco.&#8221;</p>
<p>Pelo ajuste, ela gastou mais R$ 300 na costureira. Ao todo, desembolsou menos de R$ 1 mil pelo vestido de noiva. &#8220;Achei muito barato, não tive trabalho e encontrei mais opções do que teria nas lojas físicas&#8221;, observa.</p>
<p>Ferramentas. Fernanda é um exemplo de como as novas tecnologias, como internet e celular, estão se tornando ferramentas para o consumidor ficar menos refém das lojas tradicionais.</p>
<p>&#8220;Antes, quando só existiam lojas físicas, o varejo era um território conhecido. Agora as lojas tradicionais terão de se reinventar para atender ao cliente&#8221;, afirma Alejandro Souto Padron, sócio da área de Global Business Service da IBM Brasil, fazendo referência à possibilidade que o comércio eletrônico dá ao consumidor de pesquisar e comparar preços e até comprar produtos do outro lado do mundo.</p>
<p>A consultoria acaba de concluir pesquisa em seis países &#8211; três emergentes (Brasil, Índia e China) e três economias maduras (Estados Unidos, Reino Unido e Canadá) -, para saber o que os consumidores esperam e desejam das lojas no futuro.</p>
<p>A principal constatação é que não é possível atuar no varejo tradicional sem considerar tecnologias como internet, celular, quiosques eletrônicos e até a TV digital, que mal começou no Brasil. A pesquisa revela, por exemplo, que nos países emergentes há uma parcela maior de consumidores com disponibilidade de usar duas ou mais tecnologias na hora de ir às compras na comparação com consumidores de países desenvolvidos.</p>
<p>Metade dos brasileiros, assim como 50% dos indianos, já dispõem de duas ou mais tecnologias antes de bater o martelo nas compras nas lojas físicas. Essa participação só é superada pela China, onde 56% dos consumidores estão nessa condição. Ao contrário do que se pensa, em economias maduras como Reino Unido, EUA e Canadá, a fatia de consumidores com predisposição de usar duas ou mais tecnologias antes de comprar é menor, 37%, 28% e 23%, respectivamente.</p>
<p>&#8220;O brasileiro é ávido por tecnologia. Ele sai de casa sem carteira, mas se esquecer o celular, volta&#8221;, observa Padron. Segundo ele, apesar de ainda não estar disponível no País, 81% dos 3 mil brasileiros ouvidos na pesquisa manifestaram a vontade de fazer compras usando o controle remoto, quando esse instrumento da TV digital estiver em funcionamento. O resultado é bem superior ao obtido na média dos seis países pesquisados para esse quesito, que foi de 64%.</p>
<p>Também 77% dos brasileiros estão abertos a comprar pelo celular usando mensagem de texto quando esse instrumento estiver disponível, mostra a pesquisa da IBM. Essa parcela supera a média obtida entre os seis países pesquisados, que foi de 62%.</p>
<p>De acordo com a enquete, a principal atividade dos consumidores que procuram sites de compras é comparar preços (96%). Outras atividades frequentes são acompanhar o cronograma de entrega do produto (84%), obter cupons de descontos (77%) e escrever ou ler resenhas de produtos (56%).</p>
<p>Classes. Ao contrário do que se pensa, no Brasil as classes menos abastadas, D e E, que formam a base da pirâmide social, não são reféns das lojas físicas do comércio tradicional. Uma parcela considerável desse estrato social já tem acesso a tecnologias que podem influenciar suas decisões de compras, como consultar preços em outras lojas.</p>
<p>Mais de um terço (35%) da classe E brasileira e quase a metade da classe D (48%) dispõem de duas ou mais tecnologias, como celular e internet, que podem ser acionadas na hora de ir às compras, aponta a IBM. Mas a liderança no acesso a tecnologias continua sendo dos estratos sociais de maior poder aquisitivo, as classes A (75%) e B (56%).</p>
<p><strong>Preste atenção<br />
</strong><br />
1. Faturamento. O comércio online encerrou 2009 com faturamento em vendas de R$ 10,6 bilhões. O crescimento foi de 30% em relação ao registrado em 2008, segundo o E-bit<br />
2.Consumo. No final do ano passado, 17,6 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma compra pela internet. Esse número corresponde a 26% dos internautas brasileiros<br />
3. Classe C. A parcela da população que pertence a classe C, e que vem crescendo muito nos últimos anos, responde atualmente por 35% das vendas online no mercado brasileiro</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Associação antipirataria dos EUA põe Brasil em &#8216;observação&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 03:25:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Redação do IDG Now!

Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.
O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Por Redação do IDG Now!</p>
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<p><strong>Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.</strong></p>
<p>O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance (IIPA) divulgado na quinta-feira (18/2).</p>
<p>A IIPA é uma organização privada formada por sete associações dos EUA que representam mais de 1.900 produtores de conteúdo e material protegido por leis de propriedade intelectual.</p>
<p>Seus membros são a Association of American Publishers, a Business Software Alliance, a Entertainment Software Association, a Independent Film &amp; Television Alliance, a Motion Picture Association of America, a National Music Publishers Association e a Recording Industry Association of America.</p>
<p><span id="more-356"></span></p>
<p><strong>Colaboração</strong><br />
O IIPA trabalha em colaboração com o U.S. Trade Representative na elaboração das análises chamadas Special 301, de países que o governo americano considera ter proteção inadequada aos direitos de propriedade intelectual.</p>
<p>Em 2009, por exemplo, a IIPA submeteu relatório ao USTR recomendando ações em 48 países. No mesmo ano, o relatório da USTR destacou problemas em 47 países, muitos deles relacionados a propriedade intelectual.</p>
<p>No relatório, a IIPA aponta as reformas legais que considera necessárias em 39 países, para que os direitos de propriedade intelectual das empresas americanas sejam resguardados. Para 35 deles, a aliança recomenda ao US Trade Representative (USTR) que permaneçam numa lista de observação (watch list).</p>
<p>O US Trade Representative é um órgão do governo americano encarregado de desenvolver e coordenar o comércio entre os EUA e outros países. Ele é subordinado à presidência dos EUA.</p>
<p><strong>Recomendações</strong><br />
Em relação ao Brasil, a IIPA recomenda que o país aumente as ações policiais antipirataria, promova a criação e formação de forças-tarefa em locais considerados prioritários e vigie a fronteira com o Paraguai, entre outras medidas.</p>
<p>A entidade também pede que se &#8220;evite&#8221; leis que tornem obrigatório o uso de software livre por agências do governo e empresas públicas e prega a rejeição de propostas legislativas discriminatórias que limitem o investimento estrangeiro na indústria de audiovisual e de leis que promovam a reprodução não autorizada de obras para uso em universidades.</p>
<p>O relatório chega a citar nominalmente a Universidade de São Paulo, ao sugerir que ela reverta sua norma administrativa que permite a cópia de partes de livros pelos estudantes nos centros de cópia das faculdades.</p>
<p>No comunicado, a IIPA afirma que &#8220;com a economia americana perdendo postos de trabalho, nosso governo precisa redobrar seus esforços para estancar o roubo global e maciço de obras americanas protegidas por direito de propriedade, tanto em forma física como na internet&#8221;.</p>
<p><strong>Lista prioritária</strong><br />
A IIPA recomenda que dez países sejam colocados numa lista prioritária de observação em 2010: Argentina, Canadá, Chile, Costa Rica, Índia, Indonésia, México, China, Filipinas e Rússia.</p>
<p>A entidade também pede ao USTR que inclua ou mantenha 14 países na lista geral de observação. Entre as inclusões solicitadas para 2010 estão Israel e Casaquistão. Essa lista inclui países tão díspares como Itália, Espanha, Peru e Vietnã.Para o diretor-geral da Business Software Alliance no Brasil, Frank Caramuru, não houve mudanças significativas em relação ao relatório de 2009. &#8220;A inclusão do Brasil na &#8216;watch list&#8217; significa que a situação no país não é a ideal, mas também não é prioritária&#8221; para a IIPA.</p>
<p>Caramuru lembra que, dos quatro países que compõem o Bric (grupo das principais economias emergentes), três deles &#8211; Rússia, Índia e China &#8211; estão na lista &#8216;priority watch list&#8217;, que é uma escala acima no nível da IIPA.</p>
<p>No que diz respeito à BSA, o executivo diz que a proteção de software no país tem melhorado bastante. &#8220;Em três anos, conseguimos reduzir o índice de pirataria em 6 pontos porcentuais, de 64% para 58%&#8221;, explica.</p>
<p>A lista oficial de países em observação por práticas de comércio consideradas inadequadas deverá ser divulgada pelo US Trade Representative em abril de 2010.</p>
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		<title>Ciclo de palestras e-commerce para pequenas e médias empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 14:16:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
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		<description><![CDATA[Goiânia recebe um evento inédito voltado para profissionais de comunicação em geral e empresários que buscam informações sobre o mercado de comércio eletrônico.
No “ciclo de palestras E-commerce para pequenas e médias empresas” estarão presentes empresas nacionais e internacionais e entidades de referência no setor tais como Associação Comercial de São Paulo, Correios, UOL Pag Seguros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Goiânia </strong>recebe um evento inédito voltado para profissionais de comunicação em geral e empresários que buscam informações sobre o mercado de comércio eletrônico.</p>
<p>No “ciclo de palestras E-commerce para pequenas e médias empresas” estarão presentes empresas nacionais e internacionais e entidades de referência no setor tais como Associação Comercial de São Paulo, Correios, UOL Pag Seguros, Google (pela 1ª vez em Goiânia), ClearSale e Sebrae, que irão apresentar novidades, cases de sucesso e oportunidades neste mercado em constante ascensão.</p>
<p>Os temas abordados vão desde Comportamento do consumidor on-line, Logística, Mobile mkt, Redes sociais, Pagamento, Links patrocinados, Vendas não presenciais com cartão de crédito, Bolsa de negócios, entre outros.</p>
<p>O evento será no dia 14 de maio, às 8h30, no auditório do Sebrae, e as inscrições já estão à venda na High Tech da T-9, no valor de R$ 250,00 até o dia 10/5, passando para R$ 300,00 a partir de 11/5.</p>
<p><strong>Para quem optar por fazer a inscrição via internet, o perfil no Twitter é o <a href="http://www.twitter.com/ecommercegoias" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.twitter.com');" target="_blank">www.twitter.com/ecommercegoias</a></strong></p>
<p><strong>Porque participar do evento: <a href="http://www.cdlgoiania.com.br/olojista/entrevista.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.cdlgoiania.com.br');" target="_blank">http://www.cdlgoiania.com.br/olojista/entrevista.html</a></strong></p>
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		<title>Comércio eletrônico deve ampliar vendas em 40% no Dia das Mães</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=349</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 01:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; O comércio eletrônico deverá registrar crescimento de 40% nas vendas do Dia das Mães deste ano, em relação ao mesmo evento de 2009, segundo projeção da consultoria e-bit, especializada em informações sobre o setor.
A expectativa é de que as lojas virtuais faturem R$ 620 milhões com a data, que é a segunda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>SÃO PAULO &#8211; O comércio eletrônico deverá registrar crescimento de 40% nas vendas do Dia das Mães deste ano, em relação ao mesmo evento de 2009, segundo projeção da consultoria e-bit, especializada em informações sobre o setor.</p>
<p>A expectativa é de que as lojas virtuais faturem R$ 620 milhões com a data, que é a segunda mais importante para o setor, atrás apenas do Natal.</p>
<p>Em nota, Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, diz que o volume de vendas deverá ser puxado pelas promoções que serão feitas pelas lojas, em meio a um ambiente mais competitivo no setor.</p>
<p>Segundo ele, as melhores condições de pagamento &#8211; que incluem parcelamentos de 12 vezes sem juros &#8211; permitirão vendas de presentes mais caros.&#8221;Acreditamos que essa deva ser a grande aposta para o Dia das Mães&#8221;, aponta Guasti.</p>
<p>Assim, a e-bit espera que os produtos das linhas de cosméticos e perfumaria, telefonia móvel e eletrônicos &#8211; incluindo televisores de plasma &#8211; sejam os destaques de vendas, junto com a tradicional linha de flores e cestas.</p>
<p>(Eduardo Laguna | Valor)</p>
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