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	<title>E-COMMERCE Blog  - Tudo Sobre o Comércio Eletrônico</title>
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	<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:33:27 +0000</pubDate>
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		<title>Natal promete vendas aquecidas para o comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Lygia de Luca, do IDG Now!
Estudo da e-bit diz que setor terá ao menos R$ 1,63 bilhão de faturamento no período. Analista da Câmara-e.net acredita no dobro de receita.

Superação da crise financeira internacional, bons indicadores econômicos e  disposição para o consumo. Com esses ingredientes na mesa, o setor de comércio eletrônico espera um bom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Lygia de Luca, do IDG Now!</p>
<p><strong>Estudo da e-bit diz que setor terá ao menos R$ 1,63 bilhão de faturamento no período. Analista da Câmara-e.net acredita no dobro de receita.<br />
</strong></p>
<p>Superação da crise financeira internacional, bons indicadores econômicos e  disposição para o consumo. Com esses ingredientes na mesa, o setor de comércio eletrônico espera um bom desempenho neste final de ano.</p>
<p>Em 2008, o faturamento no período de compras relacionado ao Natal  - entre 15 de novembro e 24 de dezembro - ficou em 1,25 bilhão de reais, crescimento de 15% em relação a 2007, segundo estudo da e-bit. Este ano, as vendas  natalinas devem ser 30% maiores do que as registradas em igual período de 2008 e alcançar 1,63 bilhão de reais, ainda de acordo com a consultoria.</p>
<p><span id="more-274"></span><br />
Já a estimativa de faturamento da Câmara de Comércio Eletrônico (Camara-e.net ) é bem mais otimista . Enquanto no final de 2008 o contexto do consumo não era dos melhores, agora o mercado vive um período aquecido, o que justifica mais compras, segundo Gastão Mattos, consultor do Movimento Internet Segura, da Câmara-e.net.</p>
<p>&#8220;Temos notícias positivas sobre a economia nos jornais, o que afeta a psicologia do consumidor, que quer aproveitar as ofertas e comprar&#8221;, aponta Mattos. Por isso, o executivo prevê faturamento de nada menos que 2,5 bilhões de reais  no final de ano, o dobro do registrado em 2008.</p>
<p>O diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, explica que a previsão da consultoria - otimista, mas bem menos que a da Câmara - se baseia na melhora do cenário econômico. &#8220;Em 2009 a expectativa de consumo é maior, certamente há mais pessoas propensas a comprar&#8221;, diz.</p>
<p>A e-bit faz a projeção com base em informações obtidas por questionários respondidos por internautas após o processo de compra em cerca de 2.100 lojas virtuais ser finalizado. Entre as questões, que envolvem satisfação com a loja virtual, a que mais é levada em conta nas previsões é  a que se refere ao valor da compra. No Natal, não há grande variação do gasto médio online em relação ao resto do ano, segundo Guasti. &#8220;Se acontecer, é coisa de 10% a 20%&#8221;.</p>
<p>Desempenho no ano</p>
<p>Em 2008, o comércio eletrônico brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais, segundo a e-bit. Para 2009, o faturamento do ano deve chegar a 10,5 bilhões de reais, ou 28% superior ao do ano anterior.</p>
<p>Esse ritmo deve se manter nos próximos anos, acredita Mattos. &#8220;Hoje, o que justifica o crescimento do comércio eletrônico é a crescente migração dos consumidores para o virtual, já que a economia não cresce com a mesma velocidade.&#8221;</p>
<p>Segundo a e-bit, até o final de 2009 serão 17 milhões de brasileiros fazendo compras pela internet, número 25% maior que os 13,2 milhões que compraram em lojas virtuais em 2008. E Mattos é otimista. &#8220;Pelo potencial de nosso mercado, podemos alcançar até 30 milhões nos próximos cinco anos&#8221;, prevê.</p>
<p>O ano que está para terminar marcou também a chegada de lojistas tradicionais, como a Casas Bahia, à internet - o que é ótimo para a saúde do setor. &#8220;A entrada de novas companhias tem favorecido a melhor distribuição do mercado. Hoje nós falamos  das 20 maiores lojas dividindo 70% do faturamento&#8221;, diz Mattos.</p>
<p>Em relação a produtos, Guasti e Mattos contam que um dos grandes sucessos de 2009 foi a linha branca - como geladeiras e fogões -, favorecida pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Outras categorias, como a de livros - que lidera o consumo no ano todo - e eletrônicos, devem estar entre as 10 maiores no Natal.</p>
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		<title>Google cria buscador para sites de comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por IDG News Service

Ferramenta tem interface de programação que permite que os varejistas digitais personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa.
O Google lançou dia (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por IDG News Service<br />
</strong><br />
<strong><em>Ferramenta tem interface de programação que permite que os varejistas digitais personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa.</em></strong></p>
<p><img class="alignleft" title="Logo Google" src="http://www.google.com/intl/en_ALL/images/logo.gif" alt="" width="276" height="110" />O Google lançou dia (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com reconhecimento de sinônimos.<br />
<span id="more-271"></span></p>
<p>A ferramenta será vendida a partir de 50.000 dólares por ano e será destinada aos principais varejistas digitais de cada país onde o Google opera.</p>
<p>Trata-se de  um serviço hospedado e integrado ao Centro de Atendimento e Pesquisa  da companhia de internet. Com o Google Merchant Center (formalmente chamado Google Base), os varejistas online enviam seus dados de catálogo para serem rastreados na internet. Uma vez encontradas, as mercadorias aparecem no site de busca de produtos do Google. Esta ferramenta é uma reação da empresa a sites como Shopping.com e Shopzilla.com.</p>
<p>&#8220;A maioria dos sites hoje não apresenta boa pesquisa. Ao acessar um canal de comércio eletrônico, você não pôde entrar no termo da busca exatamente do jeito como ele é descrito pelo catálogo da pesquisa dos varejistas&#8221;, explica o gerente de produto do Google Enterprise Search, Nitin Mangtani.</p>
<p>O Commerce Search é um serviço implementado por meio de um painel de administração. Além de incluir uma interface de programação que permite que os varejistas on-line personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa, o lojista tem a possibilidade de criar promoções para que determinados itens apareçam no topo dos resultados.</p>
<p>Google montou um site  que mostra a nova ferramenta de pesquisa em tempo real: www.googlestore.com. O novo serviço não substitui o servidor de uma empresa comercial, apenas a parte de pesquisa.</p>
<p>(Julie Bort)</p>
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		<title>CNC sedia Ciclo de Seminários sobre comércio eletrônico do Sebrae</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[No auditório do 1º subsolo da CNC-DF, em 29 de outubro, o SEBRAE realizou, em parceria com a Camara-e.net e Correios, mais um encontro do Ciclo de Seminários do Comércio Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas, que chegou à sua 6ª edição. Definições e aplicações do comércio eletrônico, sua eficácia e seu impacto no comércio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No auditório do 1º subsolo da CNC-DF, em 29 de outubro, o SEBRAE realizou, em parceria com a Camara-e.net e Correios, mais um encontro do Ciclo de Seminários do Comércio Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas, que chegou à sua 6ª edição. Definições e aplicações do comércio eletrônico, sua eficácia e seu impacto no comércio tradicional foram alguns dos temas abordados durante as palestras.</p>
<p>Também conhecido como e-commerce, comércio eletrônico é a automação das transações comerciais por meio das tecnologias de informática e telecomunicações. “Estar online é preciso, por uma questão de sobrevivência da empresa”, explicou Oséias Gomes Oliveira, diretor da Komunique Empresa, palestrante do tema “O que é Comércio Eletrônico”. A parcela mais visível do comércio eletrônico são as &#8220;lojas virtuais&#8221; (sites de compras) disponíveis na internet.<br />
O Ciclo tem por objetivo estimular, ampliar, viabilizar e difundir conhecimentos sobre o comércio eletrônico. Durante o evento, os palestrantes se empenharam em mostrar para o micro e pequeno empreendedor que é possível e barato transformar os negócios tradicionais em digitais, com a utilização adequada da tecnologia. Segundo o Diretor Superintendente do Sebrae-DF, José Carlos De Luca, a ideia é criar uma nova oportunidade de mercado para que empresários de todo o país aprendam as melhores estratégias para se inserir no comércio eletrônico. “Nossa principal preocupação é com o acesso da MPE ao mercado”, enfatizou o diretor.</p>
<p>Por meio de palestras ministradas pelas empresas líderes da Economia Digital no Brasil, como Google, Intel, UOL Host, Terra, Redecard, foram apresentados conceitos e ferramentas fundamentais para o sucesso do empreendedorismo na Internet. As empresas discorreram sobre temas relevantes, como soluções de pagamento online, logística, segurança, infraestrutura tecnológica e exportação.</p>
<p>Bolsa de Negócios Sebrae</p>
<p>A realização dos seminários é uma das ações que integram o projeto de Acesso a Mercados na Economia Digital Sebrae. O carro-chefe do projeto é a Bolsa de Negócios - um site apresentado pelo gestor de projetos do SEBRAE Eraldo dos Santos -, destinado ao cruzamento de ofertas e demandas de produtos e serviços entre empresários de grande, médio e pequeno porte. Para acessar a ferramenta e ter acesso as 10.293 empresas cadastradas, de todo o país, basta se cadastrar gratuitamente no endereço www.bolsa.sebrae.com.br.</p>
<p>Este ano, o ciclo de encontros teve início em 08 de abril, em São Paulo (SP) e se encerrará em 26 de novembro, novamente em São Paulo (SP). Além da capital paulista, São José do Rio Preto, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Uberlândia (MG), Poços de Caldas (MG), Juiz de Fora (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Sobral (CE), Juazeiro do Norte (CE), Manaus (AM), Belém (PA), Santarém (PA) e Campo Grande (MS) já receberam o evento. Depois de Brasília (DF), o ciclo segue para Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), e retorna a São Paulo (SP), no final de novembro, encerrando a edição 2009.</p>
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		<title>E-commerce não é opção, é imposição do mercado</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 20:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Vale apena ler este artigo da Sandra Turchi, o Blog do Comércio Eletrônico Indica.
Postado por Sandra Turchi  -( www.sandraturchi.com.br)
Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vale apena ler este artigo da Sandra Turchi, o Blog do Comércio Eletrônico Indica.</strong></p>
<p>Postado por Sandra Turchi  -( www.sandraturchi.com.br)</p>
<p><a href="http://www.comercioeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2009/09/SANDRAT06_editada.jpg" ><img class="alignleft size-full wp-image-83" title="foto_sandra-turchi" src="http://www.comercioeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2009/09/SANDRAT06_editada.jpg" alt="foto_sandra-turchi" width="134" height="202" /></a>Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.  O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.</p>
<p><span id="more-265"></span></p>
<p>O Brasil é o país onde as pessoas passam mais tempo navegando na web, são mais de 26 horas por mês em média. Hoje existem aproximadamente treze milhões de e-consumidores brasileiros, sendo que as perspectivas apontam que esse número poderá evoluir rapidamente para vinte milhões, que é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros online. Essa análise leva em conta o fato de as pessoas terem perdido o receio para fazer transações financeiras na internet, então, o próximo passo natural será a aquisição de produtos e serviços na rede.<br />
Há outros números que representam essa rápida evolução da internet. Nos últimos sete anos o número de internautas no Brasil quadruplicou e sete, em cada dez internautas, visitam sites de compra. A cada dado verificado torna-se clara a necessidade de estar presente nesse universo.<br />
A previsão de faturamento para o ano de 2009 é de dez bilhões de reais, porém com alguns fatos recentes no mercado brasileiro, acredita-se que esse número poderá ser até superado, apesar do cenário adverso. É o caso da entrada de grandes players como Casas Bahia, que nesse ano já injetou R$ 3,7 milhões na sua loja virtual, Ponto Frio, que também lançou sua loja virtual,  WalMart que investiu R$ 25 milhões no seu portal de comércio eletrônico e  grupo Pão de Açúcar, que aperfeiçoou os serviços do Extra.com. Além disso temos a redução de impostos sobre produtos de linha branca e a retomada do crédito.<br />
Ironicamente, um movimento muito interessante que vem sendo sinalizado é a perda de participação, no faturamento total, por parte dos grandes varejistas, devido à entrada de pequenas e médias empresas. Uma demonstração desse fato é que somente no primeiro trimestre de 2009 a redução dessa participação foi de 6,45%.<br />
Isso se deve ao grande interesse observado na busca por maior conhecimento sobre o tema por parte das PME’s, para que possam entrar também nesse universo promissor. Com isso, os microempresários têm participado cada vez mais de cursos e seminários para entender quais os passos necessários, quais as parcerias que precisam ser firmadas, os investimentos, enfim, todo o caminho a ser percorrido.<br />
Outro fator fundamental é compreender o comportamento do e-consumidor, como esse grupo tem evoluído e contribuído para o crescimento do varejo eletrônico. O receio de executar operações financeiras é um dos entraves para um crescimento ainda mais acelerado do e-commerce, porém, como dito acima, isso vem mudando recentemente e fazendo com que mais e mais internautas passem a utilizar as facilidades e a conveniência da internet para realizar suas compras.<br />
A entrada das classes populares na internet é hoje um dos fatores que mais movimenta os números da vida online. Essas classes, principalmente motivadas pelo interesse na educação dos filhos, se sentem obrigadas a lhes proporcionar acesso à web. Atualmente, com as facilidades geradas pelos financiamentos para a compra de computadores, a baixa renda foi responsável pelo ótimo desempenho de vendas que esse produto obteve nos últimos anos, pois em 2007 foi a primeira vez que os computadores superaram a venda de televisores no país, o que se repetiu em 2008, quando foram vendidos doze milhões de equipamentos frente a dez milhões de TV´s.<br />
Ainda sobre o comportamento do consumidor online no Brasil, 86% deles se declararam satisfeitos com o processo de compra realizado, segundo pesquisa do instituto e-bit, na qual são apontados que os itens mais relevantes para esse índice de satisfação do consumidor são entrega no prazo, qualidade no atendimento e facilidade na navegação.<br />
Outro fator que tem influenciado as compras na web e essa satisfação é o crescimento das redes sociais colaborativas, que são muito eficazes no momento da decisão de compra, pois o internauta pode obter informações complementares sobre produtos e serviços bem como indicação de outros consumidores. Por outro lado, as redes servem também como um sinal de alerta para as lojas, que, ao terem acesso às reclamações e sugestões dos clientes, podem com isso aprimorar seus serviços.  Uma boa parte dos internautas, aproximadamente 46%, costuma pesquisar os comentários de outros usuários antes de realizar suas compras, conforme levantamento realizado junto aos participantes do último ‘Campus Party’, evento realizado em São Paulo em janeiro deste ano, além de 20% deles que citam ter o  costume “postar” informações, dicas e detalhes sobre produtos em diversos sites e comunidades. Esse é o famoso “marketing boca a boca”, porém potencializado ao extremo, devido à agilidade da rede. Basta lembrar que o brasileiro é um dos povos que mais aderiu à navegação em comunidades online como Orkut, Flickr, Twitter e Facebook, entre muitas outras.<br />
A mesma análise sobre satisfação com o consumo online foi verificada em um estudo realizado com consumidores norte-americanos pela ForeSee Results, o qual demonstra que pessoas com hábito de comprar pela internet estão mais satisfeitas com as lojas virtuais do que com as físicas. Variando numa escala de zero a cem, as lojas virtuais atingiram noventa pontos em satisfação, sendo que o comércio tradicional chegou a 72 pontos apenas. Outro fator, apontado pela pesquisa, é que a chance de o consumidor virtual voltar comprar na mesma loja na web e recomendá-la para outros consumidores é de 65% e 75%, respectivamente, o que demonstra uma enorme fidelização, sonhada por todos os profissionais de marketing.<br />
O mundo das compras online foi extremamente facilitado pelas ferramentas de busca, ou os famosos buscadores, como o Google, mas principalmente por aqueles que possibilitam buscas por preço, pois permitem que se façam comparações de forma instantânea, tanto é que praticamente todas as pessoas que costumam consumidor na rede os consultam antes de realizar qualquer compra. Esses pontos tornam o comércio eletrônico bastante peculiar, pois obrigam os varejistas a se adequarem a um “padrão web”, tendo em vista que não é viável operar de forma muito diferente dos concorrentes, principalmente com relação a processo de vendas e formas de pagamento. Sem esquecer que com essa facilidade, os consumidores passaram a adotar um comportamento bastante interessante, de imprimir suas pesquisas, por exemplo, e ir negociar numa loja física, para tentar obter a melhor negociação possível.<br />
A sugestão indicada aos varejistas que ainda relutam em adentrar o mundo online é que procurem criar diversos canais de acesso aos seus consumidores, integrando os novos meios digitais aos tradicionais, como tem sido feito pelas montadoras de automóveis, que disponibilizam todas as informações possíveis online para que os clientes cheguem à concessionária com sua decisão tomada, apenas para fechar o pedido. Nesse mercado, a internet tomou um espaço fundamental, pois de 70 a 80% dos compradores visitam os sites dos fabricantes durante o processo de tomada de decisão. Essa tendência foi apontada na última edição da “NRF – National Retail Federation”, no mês de janeiro em Nova York.  Para atrair a atenção dos consumidores, os principais players desse setor têm investido algo em torno de 10% da sua verba publicitária em estratégias de Marketing Digital, envolvendo ações inovadoras de Mobile Marketing e Advergaming, além das tradicionais campanhas de email marketing e banners.<br />
Há outros exemplos de redes de varejo que possibilitam a compra online e a retirada dos produtos pode ser feita diretamente pelo cliente na loja física. Isso se aplica muito bem àqueles que têm certa urgência ou mesmo são mais céticos e não se sentem confortáveis em realizar todo processo online. Outras lojas procuram facilitar a troca de produtos adquiridos online, gerando assim maior confiança no momento da compra.<br />
Deve-se ressaltar também o crescimento da mobilidade, devido à evolução dos aparatos móveis, que traz consigo o conceito de “M-commerce”, ou seja, o comércio via celular. Lembrando que temos hoje no Brasil mais de 150 milhões de linhas ativas. O M-commerce representa ações de compra e venda que podem ter início ou fim com o uso do celular. Pode-se utilizar por o SMS para informar já clientes sobre uma determinada promoção da rede de varejo, por exemplo.<br />
O crescimento do Comércio digital está totalmente associado a uma abordagem de nichos específicos, muito mais do que a mercados de massa, principalmente quando falamos da entrada das PME’s. Essa teoria foi bastante explorada sob o conceito de “Long Tail” ou Cauda Longa, no livro do autor Chris Anderson, segundo o qual há uma infinidade de pequenos mercados, gerados por desejos específicos de consumidores que se diferenciam dos grandes grupos de consumidores, e isso leva a oportunidades para novos negócios, que são mais facilmente viabilizados pela internet, dado o alcance que esse canal possui e a facilidade gerada pelos mecanismos de busca para se localizarem artigos e serviços peculiares.<br />
Com as facilidades de acesso à internet crescendo incessantemente, com a redução dos custos gerada pela “Cloud Computing” – conceito novo para explicar que não é necessário adquirir todos os equipamentos e softwares para o desenvolvimento de negócios – e com investimentos menores que o  marketing digital permite, não será mais possível que grandes varejistas, e nem  pequenos, fiquem à parte dessa nova realidade, a qual traz grandes desafios, mas também grandes oportunidades de atender a novos segmentos e nichos de mercado.</p>
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		<title>Faturamento do comércio eletrônico cresceu 25% no Dia das Crianças</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=262</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 02:39:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Erica Ribeiro - Oglobo
RIO - O comércio eletrônico faturou R$ 450 milhões com as vendas do Dia das Crianças este ano, um aumento de 25% na comparação com o mesmo período de 2008. O levantamento foi feito pela e-bit, consultoria de compras pela internet.
O principal fator para o crescimento, segundo os dados apresentados pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Erica Ribeiro - Oglobo</p>
<p>RIO - O comércio eletrônico faturou R$ 450 milhões com as vendas do Dia das Crianças este ano, um aumento de 25% na comparação com o mesmo período de 2008. O levantamento foi feito pela e-bit, consultoria de compras pela internet.</p>
<p>O principal fator para o crescimento, segundo os dados apresentados pela consultoria, foi o alto tíquete médio das compras realizadas: R$ 339.</p>
<p>- A elevação do tíquete médio no Dia da Criança é causada principalmente pela preferência dos jovens pelos produtos mais caros - explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.</p>
<p>- Não acredito que os tradicionais brinquedos tenham sido deixados de lado. Mas, na internet, existem recursos que facilitam a compra de produtos de maior valor agregado como, por exemplo, a possibilidade de comparar preços e parcelar em até 12 vezes sem juros - comenta Guasti.</p>
<p>Entre as categorias mais vendidas estavam artigos de informática e telefonia celular. A categoria eletrônicos também esteve entre as mais vendidas, assim como a de brinquedos, que dobrou a participação de vendas na data e respondeu por 5% do volume de pedidos.</p>
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		<title>MT insistirá na regulamentação do comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 02:31:40 +0000</pubDate>
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Por Lojista Online - Oséias Gomes
O governo já começa a se movimentar de OLHO nos volumes dos negócios fechados eletronicamente. O Estado do Mato Grosso defende que os estados firmem convênios e fechem o cerco, e claro, dividam os lucros. A idéia é repartir entre o estado de origem e de destino os impostos recolhidos [...]]]></description>
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<p><strong>Por Lojista Online - Oséias Gomes</strong><br />
O governo já começa a se movimentar de OLHO nos volumes dos negócios fechados eletronicamente. O Estado do Mato Grosso defende que os estados firmem convênios e fechem o cerco, e claro, dividam os lucros. A idéia é repartir entre o estado de origem e de destino os impostos recolhidos através das transações eletrônicas.</p>
<p>Veja matéria na íntegra - DA REDAÇÃO, COM ASSESSORIA<br />
<strong><span id="more-256"></span></strong></p>
<p><strong>O Estado defende que os estados firmem um convênio</strong></p>
<p>DA REDAÇÃO, COM ASSESSORIA</p>
<p>Mato Grosso voltará a insistir na regulamentação do comércio eletrônico com venda direta a consumidor final na próxima reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), ainda sem data definida.</p>
<p>O Estado defende que os estados firmem um convênio em que, nas operações interestaduais diretamente a consumidor final, o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) seja repartido entre o estado de origem (alíquota de 7% ou 12%) e de destino (diferença entre alíquota interna e a interestadual) das mercadorias.</p>
<p>Atualmente, neste caso, o imposto fica integralmente com o estado de origem. &#8220;As unidades para onde se destinam os produtos não recebem nenhuma parcela do ICMS, o que configura uma séria injustiça fiscal. Isso é apropriação indébita&#8221;, argumenta o secretário de Estado de Fazenda, Eder Moraes.</p>
<p>Essa forma de recolhimento do ICMS está prevista na Constituição de 1988, cujo modelo de tributação foi elaborado de acordo com a sistemática econômica da época. Contudo, conforme salienta o secretário de Fazenda, é necessário que esse modelo de recolhimento do ICMS seja revisto, devido à evolução do comércio não presencial (internet, telefone, canais de venda televisivos).</p>
<p>Segundo dados da e-Bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, o número de consumidores brasileiros do mercado varejista virtual evoluiu de 2 milhões em 2002 para 17 milhões em 2009. A quantidade de lojas virtuais aumentou de 300 para 3.500; o gasto médio por pessoa passou de R$ 230 para R$ 620 e o faturamento do comércio virtual cresceu de R$ 800 milhões para R$ 10,5 bilhões.</p>
<p>Caso a proposta de Mato Grosso seja aprovada, o Estado arrecadará ao menos R$ 76,3 milhões de ICMS por ano, considerando base cálculo das entradas de mercadorias para não-contribuintes do imposto no total de R$ 587,3 milhões e alíquota interestadual média de 7,9%.</p>
<p>CONTROLE</p>
<p>A proposta de Mato Grosso prevê também a definição de regras de controle e fiscalização para o comércio eletrônico. Dessa forma, os estados poderiam identificar as empresas que operam nesse mercado e, assim, inibir eventuais fraudes praticadas nessa modalidade de comercialização, como sonegação fiscal, contrabando e descaminho de produtos. &#8220;O comércio eletrônico precisa ser melhor fiscalizado e a tributação inerente a essa atividade cobrada e distribuída de forma justa e coerente&#8221;, assinala o secretário Eder Moraes.</p>
<p>O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz, Marcel Souza de Cursi, acrescenta que as medidas são necessárias em virtude da guerra fiscal entre os estados. &#8220;A falta de regras deflagrou uma guerra fiscal praticada por estados ricos (regiões Sul e Sudeste) em desfavor dos empregos e do comércio de estados pobres. Hoje, há incentivos fiscais danosos, não autorizados pelo Confaz e que destroem empregos e o comércio local. Também está havendo um volume muito significativo de irregularidades. Há até contrabando praticado por esta via&#8221;, ressalta Cursi.</p>
<p>PAUTA TRAVADA</p>
<p>Na última reunião ordinária do Confaz, realizada no dia 25 de setembro em São Luis, no Maranhão, o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Moraes, travou a pauta, por causa da resistência de alguns estados, sobretudo São Paulo, de votar a proposta de Mato Grosso de regulamentação do comércio eletrônico com venda direta a consumidor final.</p>
<p>Segundo Moraes, com essa resistência, São Paulo gera desemprego em outras unidades da federação. &#8220;Somos favoráveis ao comércio eletrônico, que será a modalidade comercial do século XXI e que poderá, de forma correta, gerar riquezas em todo o Brasil. Queremos o que estabelece a legislação: 4% de diferencial de alíquota. O direito dos Estados é de 10%, portanto, já estamos abrindo mão de 60% do imposto devido em favor de São Paulo. Isso não onera custos e nem aumenta impostos, basta o estado paulista devolver o que já cobrou do nosso contribuinte e que de forma usurpadora se apropria indevidamente&#8221;, argumenta.</p>
<p>Em uma posição contundente, o secretário Eder Moraes decidiu que o Estado deixará de aprovar, no Confaz, assuntos que interessem a outras unidades federadas, enquanto a questão das vendas efetuadas a distância a consumidor final não for disciplinada.</p>
<p>Com isso, o secretário interino do Ministério da Fazenda e presidente do Confaz, Nelson Machado, suspendeu a reunião, que voltaria a ser realizada, em caráter extraordinário, em até 30 dias. Contudo, a data e o local da reunião ainda não foram definidos.</p>
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		<title>Complemento criado pela Microsoft deixa Firefox vulnerável a ataques</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 17:15:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Computerworld/EUA
Plug-in Windows Presentation Foundation, instalado sem consentimento dos usuários, abre possibilidade de ataque no navegador da Mozilla.
Uma atualização feita pela Microsoft em fevereiro pode deixar o Mozilla Firefox vulnerável a ataques, admitiu a empresa durante a semana.
A extensão chamada “Windows Presentation Foundation”, instalada no navegador da Mozilla através de uma atualização do Windows Update, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Computerworld/EUA</p>
<p><strong>Plug-in Windows Presentation Foundation, instalado sem consentimento dos usuários, abre possibilidade de ataque no navegador da Mozilla.</strong></p>
<p>Uma atualização feita pela Microsoft em fevereiro pode deixar o Mozilla Firefox vulnerável a ataques, admitiu a empresa durante a semana.</p>
<p>A extensão chamada “Windows Presentation Foundation”, instalada no navegador da Mozilla através de uma atualização do Windows Update, permite que a criação de um site falso atinja o Firefox.</p>
<p>O plug-in foi instalado junto com a atualização .NET Framework 3.5 Service Pack 1, disponível desde fevereiro. O Windows Presentation Foundation foi adicionado ao Firefox sem autorização dos usuários.</p>
<p>Em um post no blog Security Research &amp; Defense, da Microsoft, engenheiros da companhia explicam como os usuários do Firefox podem fazer para desativar a extensão.</p>
<p>A vulnerabilidade também afeta usuários de todas as versões do Internet Explorer, incluindo o IE8.</p>
<p>(Gregg Keizer)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Consumidor está mais Confiante ao fazer negócios na Internet - Agosto/2009</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 19:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

		<category><![CDATA[Vendas na Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Confiança do Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Djalma Andrade]]></category>

		<category><![CDATA[e-Consumidor]]></category>

		<category><![CDATA[LojistaOnline]]></category>

		<category><![CDATA[Movimento Internet Segura]]></category>

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		<description><![CDATA[Por LojistaOnline - Oséias Gomes
Índice de Confiança do Consumidor na Internet registra 87,29% - Agosto/2009

Com um desenpenho cada vez maior, superando o último resultado obtido em julho/2009, o “Índice de Confiança do e-consumidor” atinge novo patamar,87,29%. Os consumidores estão mais dispostos a efetivar Negócios Online.
O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade, comenta sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Por LojistaOnline - Oséias Gomes</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Índice de Confiança do Consumidor na Internet registra </strong><strong>87,29% </strong><strong>- Agosto/2009<br />
</strong></p>
<p>Com um desenpenho cada vez maior, superando o último resultado obtido em julho/2009, o “Índice de Confiança do e-consumidor” atinge novo patamar,87,29%. Os consumidores estão mais dispostos a efetivar Negócios Online.</p>
<p>O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade, comenta sobre a satisfação do consumidor ao realizar compras pela internet: “Consideramos que este é um patamar suficientemente forte para enfrentar os últimos meses do ano. Nesta época a demanda tradicionalmente aumenta e os sites demonstram estarem preparados para evitar problemas.”,</p>
<p><img src="http://www.comercioeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2009/10/indiceeconsumidor.jpg" alt="" /></p>
<p>Fonte: e-bit (www.ebit.com.br)</p>
<p><strong>Acompanhe os fatores decisivos para esta satisfação do e-consumidor:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Facilidade de Comprar, </strong></li>
<li><strong>Seleção de Produtos, </strong></li>
<li><strong>Informação sobre os Produtos, </strong></li>
<li><strong>Preços, Navegação, </strong></li>
<li><strong>Entrega no Prazo, </strong></li>
<li><strong>Qualidade dos Produtos, </strong></li>
<li><strong>Qualidade do Atendimento a Clientes, </strong></li>
<li><strong>Política de Privacidade e </strong></li>
<li><strong>Manuseio e Envio dos Produtos</strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS CONFORME ALEXA.COM</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 22:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

		<category><![CDATA[Vendas na Internet]]></category>

		<category><![CDATA[RANKING]]></category>

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		<description><![CDATA[www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Michael Thiegs 
Seguindo o artigo iniciado esta semana, mostrando ferramentas interessantes da internet, recentemente apresentamos a ferramenta Alexa.com conhecida internacionalmente, que mostra a posição por número de visitas de todos os sites posicionados.
Como já falamos em detalhes, no artigo anterior o Alexa.com, é um serviço de Internet público, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Michael Thiegs </strong></p>
<p>Seguindo o artigo iniciado esta semana, mostrando ferramentas interessantes da internet, recentemente apresentamos a ferramenta Alexa.com conhecida internacionalmente, que mostra a posição por número de visitas de todos os sites posicionados.<br />
Como já falamos em detalhes, no artigo anterior o Alexa.com, é um serviço de Internet público, totalmente gratuíto e aberto na Internet, que mede o Ranking dos sites, por números de visitas  (maior público). Hoje iremos mostrar, mais um segmento, agora o Ranking de Lojas E-commerce , mais visitadas pelos brasileiros.</p>
<p>Informamos, por não considerarmos o site do Mercado Livre, como uma loja nos mesmos padrões das Lojas E-commerce, não computamos  na colocação, pois o MERCADO LIVRE, mercadolivre.com.br Alexa Certified Site 374 , Clique e veja  se mudou? caso fosse adicionado no Ranking, assumiria a primeira posição.</p>
<p>Lembrando que além da numeração apresentada pelo Alexa.com, existe a colocação do site, com posição de forma Global, ( GLOBAL = Sites visitados por Brasileiros, sejam sites do Brasil ou de fora dele) mas só até as primeiras 100 mil posições.</p>
<p>RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS<br />
Extraído do Alexa.com em 13/10/2009</p>
<p>1)  AMERICANAS - www.americanas.com Alexa Certified Site 1,067 , Clique e veja  se mudou?  Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>2)  SUBMARINO - submarino.com.br Alexa Certified Site 1,200, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>3)  SARAIVA - livrariasaraiva.com.br Alexa Certified Site 3,976, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>4)  MAGAZINE LUIZA - magazineluiza.com.br Alexa Certified Site 4,407, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>5)  PONTO FRIO - pontofrio.com.br Alexa Certified Site 5,095, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>6)  SHOPTIME - shoptime.com.br Alexa Certified Site 5,077 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>7)  EXTRA - extra.com.br - Alexa Certified Site 5,482 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>8)  CASAS BAHIA - casasbahia.com.br Alexa Certified Site 5,632 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>9)  COMPRA FÁCIL - comprafacil.com.br Alexa Certified Site 6,775 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>10) WALMART - walmart.com.br Alexa Certified Site 7,275 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>11) SHOP FÁCIL - shopfacil.com.br Alexa Certified Site 8,322 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>12) FASTSHOP - fastshop.com.br Alexa Certified Site 13,034 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.</p>
<p>Importante: O Alexa.com , capta dados diários, por esse motivo, podem ocorrer mudanças nos números e nas posições diariamente, para facilitar, colocamos o numero linkado para poder se constatar possíveis mudanças.</p>
<p><strong><em>Fonte: Dados feitos pelo Alexa.com / Autor: Michael Thiegs</em></strong></p>
<p><strong> * Michael Thiegs é consultor especialista em E-Business, Rede, Segurança e desenvolvimento de Internet.</strong></p>
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		<title>Neoconsumidor exige mudanças no mercado</title>
		<link>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=243</link>
		<comments>http://www.comercioeletronico.blog.br/?p=243#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 22:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

		<category><![CDATA[Neoconsumidor]]></category>

		<category><![CDATA[Vendas na Internet]]></category>

		<category><![CDATA[canais de venda]]></category>

		<category><![CDATA[GS&MD - Gouvêa de Souza]]></category>

		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[TV interativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Consumidor multicanal mostra-se mais exigente e preparado para negociações
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing
A constante expansão dos canais e ferramentas de consumo faz emergir um novo perfil de consumidor: o neoconsumidor. O termo é atribuído aqueles que, além de terem acesso às lojas físicas, estão em contato com outros canais de venda, inclusive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Consumidor multicanal mostra-se mais exigente e preparado para negociações</strong></p>
<p>Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing</p>
<p>A constante expansão dos canais e ferramentas de consumo faz emergir um novo perfil de consumidor: o neoconsumidor. O termo é atribuído aqueles que, além de terem acesso às lojas físicas, estão em contato com outros canais de venda, inclusive os digitais, como internet, TV interativa e celular. Para acompanhar essas mudanças do consumo, a consultoria GS&amp;MD - Gouvêa de Souza, em parceria com a Ebeltof – International Retail Experts, realizou um estudo que mapeou este perfil.</p>
<p>A inserção dos canais digitais na vida das pessoas permitiu que o consumidor tivesse acesso global às informações e às ferramentas para comparação e pesquisa de uma forma mais rápida. Este consumidor multicanal está mais exigente e mais propenso a negociações graças à facilidade para pesquisar e comparar serviços e produtos oferecidos pelas empresas.</p>
<p>“A internet possibilita que os consumidores cheguem às lojas em um patamar diferente do que chegavam há dois anos, por exemplo. Cada vez mais os vendedores encontrarão um cliente mais preparado para negociar graças às pesquisas feitas antes da compra”, explica Luiz Góes (foto), sócio-sênior da GS&amp;MD - Gouvêa de Souza, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>O levantamento estudou tendências do consumo e o comportamento de compra em quatro setores: alimentação, eletrônico, vestuário e beleza. O projeto foi realizado em 11 países, em um total de 5.500 entrevistas on-line, além de um trabalho de campo no Brasil, com 500 entrevistas em São Paulo, Recife e Porto Alegre.</p>
<p>Brasil é o país que mais pesquisa e compara preços<br />
O estudo concluiu que quanto mais maduro é o país, mais multicanal ele é. No Brasil, o interesse por absorver e participar de canais digitais tende a se expandir em pouco tempo. Um exemplo disso é o dado que indica que 73% dos brasileiros utilizam ferramentas ou sites para comparar preços pela internet, enquanto a média mundial é de 52%.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.comercioeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2009/10/neoconsumidor_grafico_comp.jpg" alt="" /></p>
<p>Este comportamento de consumo influencia as empresas a pensarem em outras ofertas além do preço. “Os varejistas devem oferecer algo a mais, como um serviço de entrega mais rápido ou uma garantia estendida. É necessário também ter uma estratégia multicanal. Se as empresas não estiverem presentes em canais digitais, correm o risco de ficarem para trás no mercado”, diz Goés, da GS&amp;MD - Gouvêa de Souza.</p>
<p>O acesso a meios virtuais também muda a dinâmica da economia no mundo off-line e afeta, inclusive, a relação entre varejistas e fabricantes. A partir do momento em que o consumidor pode fazer todo tipo de comparação, é normal que ele parta para uma negociação mais agressiva. Por isso, a tendência é de que os varejistas trabalhem com margens cada vez mais apertadas e se voltem aos fabricantes para exigirem preços mais baixos.</p>
<p>Desafios do e-commerce<br />
Esta nova realidade do consumo não poderia deixar de incluir o e-commerce. No Brasil, 92% dos entrevistados afirmaram fazer compras pela internet, enquanto a média global é de 88%. O estudo indica dois obstáculos para o setor, tanto mundialmente, quanto nacionalmente.</p>
<p>O primeiro exige que as empresas encontrem alternativas para tornar o processo de pagamento pela internet efetivamente mais seguro. O levantamento indicou que, no Brasil, 55% dos entrevistados não gostam de passar seus dados bancários ou de cartão de crédito pela internet. Mundialmente, essa média é semelhante: 56%.</p>
<p>Já o segundo desafio é tecnológico. As empresas devem evoluir a ponto de fazerem as pessoas sentirem que tem um contato mais próximo com o produto. De acordo com a pesquisa, 55% dos brasileiros não compram pela internet porque gostam de ver, tocar e sentir o produto antes de adquiri-lo. Globalmente, esta média sobe para 66%.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.comercioeletronico.blog.br/wp-content/uploads/2009/10/neoconsumidor_grafico_ecomm.jpg" alt="" /></p>
<p>Brasileiros estão dispostos a receberem ofertas via celular<br />
O cenário também exige uma reestruturação do Marketing. A base da escolha do consumidor passa a ser o boca a boca digital, o que reduz o espaço do Marketing tradicional e da mídia de massa. Este movimento exige que as empresas revejam suas estratégias de comunicação.</p>
<p>Segundo o estudo, o Brasil foi o país que apresentou maior índice de interesse em receber promoções e propaganda pelo celular, com 42% dos entrevistados, enquanto globalmente a média foi de 17%. A classe D brasileira foi a que se mostrou mais receptiva, com 51%, seguida pelas classes E (50%) e C2 (43%). A explicação para isso, segundo Goés, é a sensação que as pessoas têm de estarem sendo incluídas social e digitalmente.</p>
<p>O consumidor de baixa renda observa de forma positiva este tipo de oferta, ao contrário do que acontece com as classes sociais mais altas. Esta realidade imprime mudanças na forma de comunicação. É importante que os profissionais encontrem formas de comunicar cada vez mais apuradas para este público.</p>
<p>“A princípio, o consumidor se mostra favorável a este tipo de ação, mas ainda não houve teste para que isso seja comprovado. Eles percebem que seria interessante, mas isso não significa que reagirão positivamente quando forem ‘bombardeados’ por propagandas. As empresas devem encontrar a equação. Uma ideia é patrocinar parte da conta: os consumidores aceitam receber este tipo de material, desde que recebam um bônus em troca, por exemplo”, explica Goés.</p>
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