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Arquivo da Categoria ‘Vendas na Internet’

Natal promete vendas aquecidas para o comércio eletrônico

16, novembro, 2009

Por Lygia de Luca, do IDG Now!

Estudo da e-bit diz que setor terá ao menos R$ 1,63 bilhão de faturamento no período. Analista da Câmara-e.net acredita no dobro de receita.

Superação da crise financeira internacional, bons indicadores econômicos e  disposição para o consumo. Com esses ingredientes na mesa, o setor de comércio eletrônico espera um bom desempenho neste final de ano.

Em 2008, o faturamento no período de compras relacionado ao Natal  - entre 15 de novembro e 24 de dezembro - ficou em 1,25 bilhão de reais, crescimento de 15% em relação a 2007, segundo estudo da e-bit. Este ano, as vendas  natalinas devem ser 30% maiores do que as registradas em igual período de 2008 e alcançar 1,63 bilhão de reais, ainda de acordo com a consultoria.

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Google cria buscador para sites de comércio eletrônico

16, novembro, 2009

Por IDG News Service

Ferramenta tem interface de programação que permite que os varejistas digitais personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa.

O Google lançou dia (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com reconhecimento de sinônimos.
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CNC sedia Ciclo de Seminários sobre comércio eletrônico do Sebrae

6, novembro, 2009

No auditório do 1º subsolo da CNC-DF, em 29 de outubro, o SEBRAE realizou, em parceria com a Camara-e.net e Correios, mais um encontro do Ciclo de Seminários do Comércio Eletrônico para Micro e Pequenas Empresas, que chegou à sua 6ª edição. Definições e aplicações do comércio eletrônico, sua eficácia e seu impacto no comércio tradicional foram alguns dos temas abordados durante as palestras.

Também conhecido como e-commerce, comércio eletrônico é a automação das transações comerciais por meio das tecnologias de informática e telecomunicações. “Estar online é preciso, por uma questão de sobrevivência da empresa”, explicou Oséias Gomes Oliveira, diretor da Komunique Empresa, palestrante do tema “O que é Comércio Eletrônico”. A parcela mais visível do comércio eletrônico são as “lojas virtuais” (sites de compras) disponíveis na internet.
O Ciclo tem por objetivo estimular, ampliar, viabilizar e difundir conhecimentos sobre o comércio eletrônico. Durante o evento, os palestrantes se empenharam em mostrar para o micro e pequeno empreendedor que é possível e barato transformar os negócios tradicionais em digitais, com a utilização adequada da tecnologia. Segundo o Diretor Superintendente do Sebrae-DF, José Carlos De Luca, a ideia é criar uma nova oportunidade de mercado para que empresários de todo o país aprendam as melhores estratégias para se inserir no comércio eletrônico. “Nossa principal preocupação é com o acesso da MPE ao mercado”, enfatizou o diretor.

Por meio de palestras ministradas pelas empresas líderes da Economia Digital no Brasil, como Google, Intel, UOL Host, Terra, Redecard, foram apresentados conceitos e ferramentas fundamentais para o sucesso do empreendedorismo na Internet. As empresas discorreram sobre temas relevantes, como soluções de pagamento online, logística, segurança, infraestrutura tecnológica e exportação.

Bolsa de Negócios Sebrae

A realização dos seminários é uma das ações que integram o projeto de Acesso a Mercados na Economia Digital Sebrae. O carro-chefe do projeto é a Bolsa de Negócios - um site apresentado pelo gestor de projetos do SEBRAE Eraldo dos Santos -, destinado ao cruzamento de ofertas e demandas de produtos e serviços entre empresários de grande, médio e pequeno porte. Para acessar a ferramenta e ter acesso as 10.293 empresas cadastradas, de todo o país, basta se cadastrar gratuitamente no endereço www.bolsa.sebrae.com.br.

Este ano, o ciclo de encontros teve início em 08 de abril, em São Paulo (SP) e se encerrará em 26 de novembro, novamente em São Paulo (SP). Além da capital paulista, São José do Rio Preto, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Uberlândia (MG), Poços de Caldas (MG), Juiz de Fora (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Sobral (CE), Juazeiro do Norte (CE), Manaus (AM), Belém (PA), Santarém (PA) e Campo Grande (MS) já receberam o evento. Depois de Brasília (DF), o ciclo segue para Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), e retorna a São Paulo (SP), no final de novembro, encerrando a edição 2009.

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E-commerce não é opção, é imposição do mercado

28, outubro, 2009

Vale apena ler este artigo da Sandra Turchi, o Blog do Comércio Eletrônico Indica.

Postado por Sandra Turchi  -( www.sandraturchi.com.br)

foto_sandra-turchiApontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.  O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.

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Faturamento do comércio eletrônico cresceu 25% no Dia das Crianças

20, outubro, 2009

Por Erica Ribeiro - Oglobo

RIO - O comércio eletrônico faturou R$ 450 milhões com as vendas do Dia das Crianças este ano, um aumento de 25% na comparação com o mesmo período de 2008. O levantamento foi feito pela e-bit, consultoria de compras pela internet.

O principal fator para o crescimento, segundo os dados apresentados pela consultoria, foi o alto tíquete médio das compras realizadas: R$ 339.

- A elevação do tíquete médio no Dia da Criança é causada principalmente pela preferência dos jovens pelos produtos mais caros - explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

- Não acredito que os tradicionais brinquedos tenham sido deixados de lado. Mas, na internet, existem recursos que facilitam a compra de produtos de maior valor agregado como, por exemplo, a possibilidade de comparar preços e parcelar em até 12 vezes sem juros - comenta Guasti.

Entre as categorias mais vendidas estavam artigos de informática e telefonia celular. A categoria eletrônicos também esteve entre as mais vendidas, assim como a de brinquedos, que dobrou a participação de vendas na data e respondeu por 5% do volume de pedidos.

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MT insistirá na regulamentação do comércio eletrônico

20, outubro, 2009

Por Lojista Online - Oséias Gomes
O governo já começa a se movimentar de OLHO nos volumes dos negócios fechados eletronicamente. O Estado do Mato Grosso defende que os estados firmem convênios e fechem o cerco, e claro, dividam os lucros. A idéia é repartir entre o estado de origem e de destino os impostos recolhidos através das transações eletrônicas.

Veja matéria na íntegra - DA REDAÇÃO, COM ASSESSORIA
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O Consumidor está mais Confiante ao fazer negócios na Internet - Agosto/2009

15, outubro, 2009

Por LojistaOnline - Oséias Gomes

Índice de Confiança do Consumidor na Internet registra 87,29% - Agosto/2009

Com um desenpenho cada vez maior, superando o último resultado obtido em julho/2009, o “Índice de Confiança do e-consumidor” atinge novo patamar,87,29%. Os consumidores estão mais dispostos a efetivar Negócios Online.

O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade, comenta sobre a satisfação do consumidor ao realizar compras pela internet: “Consideramos que este é um patamar suficientemente forte para enfrentar os últimos meses do ano. Nesta época a demanda tradicionalmente aumenta e os sites demonstram estarem preparados para evitar problemas.”,

Fonte: e-bit (www.ebit.com.br)

Acompanhe os fatores decisivos para esta satisfação do e-consumidor:

  • Facilidade de Comprar,
  • Seleção de Produtos,
  • Informação sobre os Produtos,
  • Preços, Navegação,
  • Entrega no Prazo,
  • Qualidade dos Produtos,
  • Qualidade do Atendimento a Clientes,
  • Política de Privacidade e
  • Manuseio e Envio dos Produtos

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RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS CONFORME ALEXA.COM

14, outubro, 2009

www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Michael Thiegs

Seguindo o artigo iniciado esta semana, mostrando ferramentas interessantes da internet, recentemente apresentamos a ferramenta Alexa.com conhecida internacionalmente, que mostra a posição por número de visitas de todos os sites posicionados.
Como já falamos em detalhes, no artigo anterior o Alexa.com, é um serviço de Internet público, totalmente gratuíto e aberto na Internet, que mede o Ranking dos sites, por números de visitas  (maior público). Hoje iremos mostrar, mais um segmento, agora o Ranking de Lojas E-commerce , mais visitadas pelos brasileiros.

Informamos, por não considerarmos o site do Mercado Livre, como uma loja nos mesmos padrões das Lojas E-commerce, não computamos  na colocação, pois o MERCADO LIVRE, mercadolivre.com.br Alexa Certified Site 374 , Clique e veja  se mudou? caso fosse adicionado no Ranking, assumiria a primeira posição.

Lembrando que além da numeração apresentada pelo Alexa.com, existe a colocação do site, com posição de forma Global, ( GLOBAL = Sites visitados por Brasileiros, sejam sites do Brasil ou de fora dele) mas só até as primeiras 100 mil posições.

RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS
Extraído do Alexa.com em 13/10/2009

1)  AMERICANAS - www.americanas.com Alexa Certified Site 1,067 , Clique e veja  se mudou?  Quanto menor, mais visitado.

2)  SUBMARINO - submarino.com.br Alexa Certified Site 1,200, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

3)  SARAIVA - livrariasaraiva.com.br Alexa Certified Site 3,976, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

4)  MAGAZINE LUIZA - magazineluiza.com.br Alexa Certified Site 4,407, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

5)  PONTO FRIO - pontofrio.com.br Alexa Certified Site 5,095, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

6)  SHOPTIME - shoptime.com.br Alexa Certified Site 5,077 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

7)  EXTRA - extra.com.br - Alexa Certified Site 5,482 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

8)  CASAS BAHIA - casasbahia.com.br Alexa Certified Site 5,632 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

9)  COMPRA FÁCIL - comprafacil.com.br Alexa Certified Site 6,775 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

10) WALMART - walmart.com.br Alexa Certified Site 7,275 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

11) SHOP FÁCIL - shopfacil.com.br Alexa Certified Site 8,322 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

12) FASTSHOP - fastshop.com.br Alexa Certified Site 13,034 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

Importante: O Alexa.com , capta dados diários, por esse motivo, podem ocorrer mudanças nos números e nas posições diariamente, para facilitar, colocamos o numero linkado para poder se constatar possíveis mudanças.

Fonte: Dados feitos pelo Alexa.com / Autor: Michael Thiegs

* Michael Thiegs é consultor especialista em E-Business, Rede, Segurança e desenvolvimento de Internet.

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Neoconsumidor exige mudanças no mercado

14, outubro, 2009

Consumidor multicanal mostra-se mais exigente e preparado para negociações

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

A constante expansão dos canais e ferramentas de consumo faz emergir um novo perfil de consumidor: o neoconsumidor. O termo é atribuído aqueles que, além de terem acesso às lojas físicas, estão em contato com outros canais de venda, inclusive os digitais, como internet, TV interativa e celular. Para acompanhar essas mudanças do consumo, a consultoria GS&MD - Gouvêa de Souza, em parceria com a Ebeltof – International Retail Experts, realizou um estudo que mapeou este perfil.

A inserção dos canais digitais na vida das pessoas permitiu que o consumidor tivesse acesso global às informações e às ferramentas para comparação e pesquisa de uma forma mais rápida. Este consumidor multicanal está mais exigente e mais propenso a negociações graças à facilidade para pesquisar e comparar serviços e produtos oferecidos pelas empresas.

“A internet possibilita que os consumidores cheguem às lojas em um patamar diferente do que chegavam há dois anos, por exemplo. Cada vez mais os vendedores encontrarão um cliente mais preparado para negociar graças às pesquisas feitas antes da compra”, explica Luiz Góes (foto), sócio-sênior da GS&MD - Gouvêa de Souza, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O levantamento estudou tendências do consumo e o comportamento de compra em quatro setores: alimentação, eletrônico, vestuário e beleza. O projeto foi realizado em 11 países, em um total de 5.500 entrevistas on-line, além de um trabalho de campo no Brasil, com 500 entrevistas em São Paulo, Recife e Porto Alegre.

Brasil é o país que mais pesquisa e compara preços
O estudo concluiu que quanto mais maduro é o país, mais multicanal ele é. No Brasil, o interesse por absorver e participar de canais digitais tende a se expandir em pouco tempo. Um exemplo disso é o dado que indica que 73% dos brasileiros utilizam ferramentas ou sites para comparar preços pela internet, enquanto a média mundial é de 52%.

Este comportamento de consumo influencia as empresas a pensarem em outras ofertas além do preço. “Os varejistas devem oferecer algo a mais, como um serviço de entrega mais rápido ou uma garantia estendida. É necessário também ter uma estratégia multicanal. Se as empresas não estiverem presentes em canais digitais, correm o risco de ficarem para trás no mercado”, diz Goés, da GS&MD - Gouvêa de Souza.

O acesso a meios virtuais também muda a dinâmica da economia no mundo off-line e afeta, inclusive, a relação entre varejistas e fabricantes. A partir do momento em que o consumidor pode fazer todo tipo de comparação, é normal que ele parta para uma negociação mais agressiva. Por isso, a tendência é de que os varejistas trabalhem com margens cada vez mais apertadas e se voltem aos fabricantes para exigirem preços mais baixos.

Desafios do e-commerce
Esta nova realidade do consumo não poderia deixar de incluir o e-commerce. No Brasil, 92% dos entrevistados afirmaram fazer compras pela internet, enquanto a média global é de 88%. O estudo indica dois obstáculos para o setor, tanto mundialmente, quanto nacionalmente.

O primeiro exige que as empresas encontrem alternativas para tornar o processo de pagamento pela internet efetivamente mais seguro. O levantamento indicou que, no Brasil, 55% dos entrevistados não gostam de passar seus dados bancários ou de cartão de crédito pela internet. Mundialmente, essa média é semelhante: 56%.

Já o segundo desafio é tecnológico. As empresas devem evoluir a ponto de fazerem as pessoas sentirem que tem um contato mais próximo com o produto. De acordo com a pesquisa, 55% dos brasileiros não compram pela internet porque gostam de ver, tocar e sentir o produto antes de adquiri-lo. Globalmente, esta média sobe para 66%.

Brasileiros estão dispostos a receberem ofertas via celular
O cenário também exige uma reestruturação do Marketing. A base da escolha do consumidor passa a ser o boca a boca digital, o que reduz o espaço do Marketing tradicional e da mídia de massa. Este movimento exige que as empresas revejam suas estratégias de comunicação.

Segundo o estudo, o Brasil foi o país que apresentou maior índice de interesse em receber promoções e propaganda pelo celular, com 42% dos entrevistados, enquanto globalmente a média foi de 17%. A classe D brasileira foi a que se mostrou mais receptiva, com 51%, seguida pelas classes E (50%) e C2 (43%). A explicação para isso, segundo Goés, é a sensação que as pessoas têm de estarem sendo incluídas social e digitalmente.

O consumidor de baixa renda observa de forma positiva este tipo de oferta, ao contrário do que acontece com as classes sociais mais altas. Esta realidade imprime mudanças na forma de comunicação. É importante que os profissionais encontrem formas de comunicar cada vez mais apuradas para este público.

“A princípio, o consumidor se mostra favorável a este tipo de ação, mas ainda não houve teste para que isso seja comprovado. Eles percebem que seria interessante, mas isso não significa que reagirão positivamente quando forem ‘bombardeados’ por propagandas. As empresas devem encontrar a equação. Uma ideia é patrocinar parte da conta: os consumidores aceitam receber este tipo de material, desde que recebam um bônus em troca, por exemplo”, explica Goés.

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Na web, consumidor brasileiro está entre os mais exigentes do mundo

14, outubro, 2009

Por Daniela Braun  do IDG Now!

Brasileiro é o que fica mais desapontado quando loja favorita não vende online, entre 11 países pesquisados sobre o perfil do ‘neoconsumidor’.

O consumidor brasileiro está entre os mais receptivos e exigentes do mundo quando se trata de canais digitais, revela o “Estudo sobre o Neoconsumidor” divulgado nesta terça-feira (15/9) pelas consultorias Gouveia de Souza (GS&MD), especializada em distribuição e consumo, e o grupo Ebeltoft, que reúne 19 empresas de 16 países.

A primeira edição da pesquisa, realizada em julho com 5.500 internautas de onze países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia), mostra que os internautas da Austrália, do Brasil e do Reino Unido são os que mais comparam preços online - 76% na Austrália, 74% entre os britânicos e 73% entre os brasileiros. A média mundial é de 52%.

Da amostra, 39% dos participantes têm idade entre 19 e 34 anos e 44% entre 35 e 54 anos, sendo 26% com formação superior. No Brasil foram feitas 500 entrevistas adicionais, via formulário, em Porto Alegre (RS), Recife (PE) e São Paulo (SP).

Os brasileiros apresentam um alto índice de adesão ao comércio eletrônico (92% dos entrevistados compram online), que está acima da média mundial de 86%, mas são os alemães que mais fazem compras na internet. Já os australianos, apesar do alto volume de acesso a comparadores de preços, apresentam o menor volume de compras na web.

“O brasileiro se mostra mais propenso a incorporar os canais digitais, compara preços e usa bastante a internet” afirma Luiz Goes, sócio da Gouveia de Souza e coordenador da pesquisa. “Comunicar produtos a este consumidor multicanal é um desafio enorme para as agências, assim como para varejistas e fornecedores”.

Por outro lado, é um consumidor exigente, observa o executivo. Segundo a pesquisa, quando suas lojas favoritas não vendem online, os brasileiros se mostram os mais desapontados (53%), enquanto apenas 17% dos dinamarqueses se aborrecem com isso.

O estudo também mostra que o comércio em múltiplos canais, além das lojas físicas deve explodir no País entre dois e três anos. “Existe de um gatilho da ordem de 10 a 15 mil dólares per capta onde o multicanal dispara e começa a crescer em uma velocidade muito grande”, destaca Goes.  O PIB per capta brasileiro, atualmente em 10 mil dólares, dobrou nos últimos cinco anos.

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