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Segurança na Internet

Por Redação do IDG Now!

Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.

O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance (IIPA) divulgado na quinta-feira (18/2).

A IIPA é uma organização privada formada por sete associações dos EUA que representam mais de 1.900 produtores de conteúdo e material protegido por leis de propriedade intelectual.

Seus membros são a Association of American Publishers, a Business Software Alliance, a Entertainment Software Association, a Independent Film & Television Alliance, a Motion Picture Association of America, a National Music Publishers Association e a Recording Industry Association of America.

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Por Silvio Tanabe

Conheça os principais recursos utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet

O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.

O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.

São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.

Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter.
Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.

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ESCRITO POR TICIANA WERNECK

Segundo a empresa americana de software para ecommerce ZippyCart, esse é o período do ano perfeito para varejistas online identificarem o que está funcionando e o que não está em seus sites. Cheque abaixo as dez possíveis razões para seu site não estar vendendo o que deveria:

1. Muito lento…

Sabia que as pessoas não suportam sites de ecommerce lentos? A experiência de compra online se popularizou justamente por sua rapidez e eficiência na comparação e compra dos produtos. Por isso, se seu provedor de hospedagem não é exatamente rápido e sua ferramenta de compra não é prática, pode estar aí a razão para a falta de vendas.

2. Falta de segurança

Se um visitante do seu site não sente que sua compra está sendo feita num ambiente seguro ele não vai passar do carrinho de compras. Aqui, o máximo de tecnologia é sempre o indicado.

3. Onde estão as informações sobre o valor de frete e as opções de pagamento?

Os compradores online dão importância a este tipo de informação. Você precisa dar o devido destaque a informações como número de parcelas, meios de pagamento aceitos (incluindo o nome dos cartões), entre outras informações fundamentais. Não as esconda.

4. Navegação ruim

Sites de ecommerce precisam trazer fotos dos produtos em diferentes tamanhos e cores, o que implica numa boa diagramação da página para não comprometer a navegação. Se a cada clique a página se corrompe ou trava, o consumidor se cansa de clicar e acaba desistindo da compra.

5. Sem Upselling

O upselling (fazer combinações de ofertas, baseadas nos produtos escolhidos) não é apenas uma ótima forma de aumentar as vendas por visitante como também algo que os próprios visitantes já esperam que você ofereça. Quando vai checar uma HDTV , o visitante vai querer ver outros produtos relacionados que possam vir a precisar, como caixas de som, cabos hdmi ou tocadores de blu-ray. Se recusar a usar o upselling é quase como se recusar a vender mais.

6. Design feio

Ter um site que parece ter sido criado em 2003 não passa uma boa impressão. Se seu site não tem uma cara fresca e bonita, os visitantes vão suspeitar que há algo errado e talvez desistam da compra apenas pela questão estética.

7. Onde está o telefone para contato?

Quando alguém vai até uma loja de concreto, ele sabe onde deve ir se tiver um problema ou dúvida. Faça com que os visitantes de seu site sintam-se confortáveis, apresentando o telefone de maneira clara. Se essa informação for difícil de encontrar, muitos desistem de efetuar a compra.

8. Ferramenta de busca fraca

Ótima navegação é uma coisa, uma ferramenta de busca forte é outra. Se um visitante precisa procurar múltiplas vezes até conseguir resultados apropriados, ele acaba de cansando. Essa é uma das razões de frustração e abandono do carrinho.

9. Mostre-me o produto!

Já que o consumidor não pode entrar na sua loja, então ele precisa ter a chance de ver o produto de maneiras diversas. Isso significa que o site precisa de variadas fotos, opções de zoom e também um vídeo. Agora, o vídeo não funciona para todos os produtos, mas vale a pena tentar com seus compradores assíduos para ver se suas taxas de conversão aumentam.

10. Boas ações em sites de busca

Está aqui a diferença entre fazer vender R$ 10 ou R$ 10.000 em um dia. Na loja online, ter uma boa vitrine não basta para que alguém entre – não há como se beneficiar do fluxo de pessoas circulando ao redor, como numa loja física. Em vez disso, você precisa ser achado. De preferência em sites de busca reconhecidos, como Google ou Yahoo. Revise seu site em busca de atrativos como tags, imagens, links patrocinados e palavras chaves facilmente indexáveis.

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Vendas on-line continuam a crescer

10 de janeiro de 2010

Por Thaís Pacheco  *

O mercado de compras on-line é uma das áreas que mais crescem atualmente. A procura por produtos adquiridos pela internet costuma sempre aumentar nos fins de ano e em datas comemorativas comerciais. Segundo dados da e-bit, consultoria em comércio eletrônico, as compras de fim de ano tiveram faturamento de R$ 1,63 bilhão, crescimento de 30% em relação ao ano anterior, quando o setor atingiu R$ 1,25 bilhão em vendas.

Atraídos pela facilidade, comodidade, condições de entrega e preços, os consumidores acabam optando pela compra on-line. A publicitária Tayra Vasconcelos faz compras pela internet desde 2006, interessada em preços mais baratos e para fugir do estresse das filas. “Tem a comodidade de comprar sem se levantar do sofá. Além disso, em datas festivas os shoppings ficam intransitáveis, isso sem falar no trânsito de São Paulo. Eu compro basicamente DVDs, blu-rays, CDs e livros, mas meu marido adquire também muitos games e actions-figure””, explica Tayra.

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Por Redação do IDG Now!

Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.

Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.

Este estudo refere-se ao Índice de Confiança do e-consumidor, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.

O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.

Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais – uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão de reais em vendas.

A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.

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Por Computerworld/EUA

Plug-in Windows Presentation Foundation, instalado sem consentimento dos usuários, abre possibilidade de ataque no navegador da Mozilla.

Uma atualização feita pela Microsoft em fevereiro pode deixar o Mozilla Firefox vulnerável a ataques, admitiu a empresa durante a semana.

A extensão chamada “Windows Presentation Foundation”, instalada no navegador da Mozilla através de uma atualização do Windows Update, permite que a criação de um site falso atinja o Firefox.

O plug-in foi instalado junto com a atualização .NET Framework 3.5 Service Pack 1, disponível desde fevereiro. O Windows Presentation Foundation foi adicionado ao Firefox sem autorização dos usuários.

Em um post no blog Security Research & Defense, da Microsoft, engenheiros da companhia explicam como os usuários do Firefox podem fazer para desativar a extensão.

A vulnerabilidade também afeta usuários de todas as versões do Internet Explorer, incluindo o IE8.

(Gregg Keizer)

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Fonte – e-Bit.com

Após registrar uma média de aprovação de 86,11% nos primeiros seis meses do ano, o comércio eletrônico brasileiro iniciou o segundo semestre com a maior marca de satisfação da série. Entre as pessoas que fizeram compras pela web no mês de julho, 87,02% se disseram satisfeitas com o resultado da transação. Este é o patamar mais alto já captado pelo “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), iniciada em janeiro de 2009.

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Folha Online/CBJr.

O comércio eletrônico está na mira do fisco, que quer apertar o cerco às lojas virtuais que não pagam impostos. Em São Paulo, o governo prepara mudanças na legislação do ICMS para facilitar a fiscalização das operações virtuais. A Receita Federal criou grupo de estudo para também mapear o setor.

As vendas virtuais devem movimentar R$ 10 bilhões neste ano, valor 22% maior do que o negociado no ano passado, segundo estimativas do setor. Até o fim de agosto, o fisco paulista deve encaminhar à Assembleia Legislativa um projeto de lei que obriga as empresas que operam na internet a informar dados cadastrais (como endereço e CNPJ) e de vendas feitas pelas lojas virtuais.

É que hoje o fisco tem dificuldade para identificar e localizar quem são os donos dos sites de vendas. Com regras específicas para o comércio eletrônico, a Fazenda paulista entende que será mais fácil saber quem é esse contribuinte virtual e cobrar dele o imposto. O foco das ações do fisco são os sites que operam de forma irregular e driblam o pagamento de impostos, e não as lojas e provedores legalmente estabelecidos. “Constatamos que há uma intensa mobilidade de endereços virtuais. Um site de comércio abre e fecha, e temos dificuldade em saber quem está por trás dele. Por isso, as informações das empresas que fazem a intermediação de sites [abrigam lojas virtuais e têm participação nas negociações], das que prestam serviços tecnológicos ou hospedam outros sites [provedores e servidores] são importantes para o fisco”, diz Antônio Carlos de Moura Campos, diretor-adjunto da Deat (Diretoria Executiva da Administração Tributária) da Secretaria da Fazenda paulista. “A ideia é que essas empresas façam o mesmo que as administradoras de cartão de crédito: forneçam dados ao fisco.”

“O comércio eletrônico é um setor que tem cada vez mais peso econômico e capacidade contributiva. Merece a atenção do fisco”, diz Luiz Sérgio Fonseca Soares, superintendente da Receita em São Paulo.

Sonegação

Advogados especializados em crimes virtuais, consultores e fiscais não têm ideia do tamanho da sonegação nas vendas pela internet. Mas consideram que o crescimento dos negócios virtuais e o aumento de denúncias de consumidores lesados justificam o cerco a esse setor.

Estima-se que hoje 20 mil sites atuem no país na venda de bens de consumo (exceto carros, passagens aéreas e produtos usados). Há cinco anos, eram 4.000. Um único site de venda de eletroeletrônicos monitorado pela recém-criada Supervisão de Fiscalização de Comércio Eletrônico da Fazenda paulista faturou no ano passado R$ 6 milhões, mas não recolheu um centavo de ICMS. Ao menos mil endereços virtuais serão monitorados.

“O site que vende um produto está sujeito à mesma tributação de uma loja física”, afirma Renato Pei An Chan, supervisor de fiscalização da Deat. Se as mudanças na lei do ICMS forem aprovadas pela Assembleia, as empresas “hospedeiras” que não prestarem informações (sobre sites que atuam de forma irregular) é que estarão sujeitas a multas e poderão até ser consideradas responsáveis solidárias. Segundo a Associação Comercial de São Paulo e a Fecomercio-SP, aumentam as reclamações de consumidores lesados em compras on-line. “Recebo semanalmente informações de cerca de 50 sites que querem vender algo, desde remédios até eletrônicos. O comércio virtual é uma realidade e só tende a crescer. O que podemos fazer, por enquanto, é alertar o consumidor a pesquisar os sites e exigir nota fiscal”, diz Marcel Domingos Solimeo, economista da ACSP. A Fecomercio SP pretende fazer um mapeamento do impacto das vendas eletrônicas informais no comércio físico e marcou para o início de agosto um congresso sobre crimes eletrônicos e formas de proteção.

“Com o avanço da tecnologia, o estelionatário que atua no mundo físico migra para a internet. Temos lei para coibir 95% dos crimes praticados pela internet, seja em transações bancárias, seja no comércio ilegal. Há um universo de 5% que está descoberto, é um mundo sem lei”, diz o advogado Renato Ópice Blum, presidente do Conselho de Tecnologia da Informação da Fecomercio SP.

O número de pessoas que buscam reparo na Justiça porque foram lesadas em crimes na internet também cresce, diz ele. Há sete anos, 400 processos foram julgados pelos tribunais de Justiça estaduais e federais. No fim de 2008, eram 17 mil. “É preciso criar delegacias, varas e tribunais especializados em crimes eletrônicos e intensificar a fiscalização.”

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O escritor Peter Moon afirma: uma nova elite de cientistas tem o poder de vasculhar nossa vida no mundo on-line.

Eles formam uma elite de cientistas com a missão de vasculhar montanhas de dados em busca de padrões para descrever o comportamento humano. São os Numerati, o título do livro do jornalista americano Stephen Baker, da revista BusinessWeek. Segundo ele, os Numerati querem criar um modelo virtual de cada consumidor do planeta, usando-o para analisar nossas ações no mundo on-line e oferecer produtos no exato instante em que os desejarmos. Um exemplo de seu poder? Eles ajudaram Barack Obama a vencer as eleições americanas.
Acompanhe a Entrevista

Stephen Baker

QUEM É
O jornalista Stephen Baker, de 53 anos, está na revista BusinessWeek desde 1987, onde cobre a área de tecnologia

O QUE FEZ
Escreveu para os jornais Wall Street Journal, Los Angeles Times e Boston Globe

O QUE PUBLICOU
The Numerati (2008)
É co-autor do Blogspotting.net, o blog da BusinessWeek que busca entender como a tecnologia está mudando os negócios

ÉPOCA Quem são os Numerati?

Stephen Baker – São uma elite global de cientistas da computação e matemáticos que analisam todos os nossos movimentos. Eles vasculham montanhas de dados à procura dos nossos padrões de comportamento, para poder prever o que iremos comprar, em qual candidato votaremos ou qual trabalho faremos melhor. Alguns tentam até mesmo encontrar possíveis casais. O Google e a IBM estão infestados de Numerati.

ÉPOCA Eles são perigosos?

Baker – É preciso ter cuidado com eles. Têm um poder sem precedentes para desvendar nossos segredos. E cometem erros o tempo todo – porque lidam com estatística e probabilidade. O poder deles sobre sua vida depende de quanta informação particular você quer deixar nas mãos de uma única empresa. Você pode preferir dividir seu relacionamento on-line entre várias empresas.

ÉPOCA Todos os meses, o Yahoo reúne 110 bilhões de dados sobre seus usuários. Quais são os números do Google?

Baker – O Google tem menos dados de seus usuários que o Yahoo, pois não os conhece tão bem. O Yahoo tem mais serviços com registro obrigatório. É uma das razões por que o Google criou o Gmail, para nos conhecer melhor.

ÉPOCA Há quem não veja problema no uso dessas informações para fins publicitários. Afinal, vivemos em democracias. Mas isso pode mudar, não?

Baker – Exatamente. Logo após os ataques de 11 de setembro de 2001, o governo Bush começou a se comportar cada vez menos como um governo democrata, assumindo poderes excepcionais. Se a Casa Branca achasse que obter acesso aos dados do Google ajudaria a capturar terroristas, ela o faria. Aí, a questão seria outra: não temos razão para suspeitar que o Peter é um terrorista, mas parece que ele está sonegando impostos. Uma vez que o governo tenha acesso a nossos dados, poderá usá-los para qualquer fim.

ÉPOCA Quais são as chances de alguém estar nos observando a cada tecla que digitamos no computador do trabalho?

Baker – Pequenas. A maioria das empresas ainda não tem esse grau de sofisticação. Só grandes grupos como a IBM, a Microsoft e o Google começam a observar o comportamento de seus funcionários de modo mais sofisticado. Não quer dizer que os programas para filtrar o uso da internet, para descobrir se os funcionários olham sites pornográficos ou enviam dados confidenciais, não estejam disseminados. Para mim, é interessante notar que as mesmas ferramentas usadas para nos monitorar podem ser empregadas para entender nosso comportamento e otimizar nossa produtividade.

ÉPOCA Dê um exemplo.

Baker – A Knoa Software tem um programa para saber como as pessoas usam os diversos programas nas empresas. O objetivo é tornar os empregados mais produtivos. Suponha que alguém não esteja usando um programa caríssimo que a empresa comprou, mas o funcionário a seu lado está. Ao descobrir quem não usa o programa, a empresa pode oferecer treinamento – ou decidir demiti-lo.

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