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Arquivo da Categoria ‘Neoconsumidor’

Google cria buscador para sites de comércio eletrônico

16, novembro, 2009

Por IDG News Service

Ferramenta tem interface de programação que permite que os varejistas digitais personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa.

O Google lançou dia (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com reconhecimento de sinônimos.
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E-commerce não é opção, é imposição do mercado

28, outubro, 2009

Vale apena ler este artigo da Sandra Turchi, o Blog do Comércio Eletrônico Indica.

Postado por Sandra Turchi  -( www.sandraturchi.com.br)

foto_sandra-turchiApontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano nos últimos anos, o que se mantém inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.  O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha.

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Neoconsumidor exige mudanças no mercado

14, outubro, 2009

Consumidor multicanal mostra-se mais exigente e preparado para negociações

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

A constante expansão dos canais e ferramentas de consumo faz emergir um novo perfil de consumidor: o neoconsumidor. O termo é atribuído aqueles que, além de terem acesso às lojas físicas, estão em contato com outros canais de venda, inclusive os digitais, como internet, TV interativa e celular. Para acompanhar essas mudanças do consumo, a consultoria GS&MD - Gouvêa de Souza, em parceria com a Ebeltof – International Retail Experts, realizou um estudo que mapeou este perfil.

A inserção dos canais digitais na vida das pessoas permitiu que o consumidor tivesse acesso global às informações e às ferramentas para comparação e pesquisa de uma forma mais rápida. Este consumidor multicanal está mais exigente e mais propenso a negociações graças à facilidade para pesquisar e comparar serviços e produtos oferecidos pelas empresas.

“A internet possibilita que os consumidores cheguem às lojas em um patamar diferente do que chegavam há dois anos, por exemplo. Cada vez mais os vendedores encontrarão um cliente mais preparado para negociar graças às pesquisas feitas antes da compra”, explica Luiz Góes (foto), sócio-sênior da GS&MD - Gouvêa de Souza, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O levantamento estudou tendências do consumo e o comportamento de compra em quatro setores: alimentação, eletrônico, vestuário e beleza. O projeto foi realizado em 11 países, em um total de 5.500 entrevistas on-line, além de um trabalho de campo no Brasil, com 500 entrevistas em São Paulo, Recife e Porto Alegre.

Brasil é o país que mais pesquisa e compara preços
O estudo concluiu que quanto mais maduro é o país, mais multicanal ele é. No Brasil, o interesse por absorver e participar de canais digitais tende a se expandir em pouco tempo. Um exemplo disso é o dado que indica que 73% dos brasileiros utilizam ferramentas ou sites para comparar preços pela internet, enquanto a média mundial é de 52%.

Este comportamento de consumo influencia as empresas a pensarem em outras ofertas além do preço. “Os varejistas devem oferecer algo a mais, como um serviço de entrega mais rápido ou uma garantia estendida. É necessário também ter uma estratégia multicanal. Se as empresas não estiverem presentes em canais digitais, correm o risco de ficarem para trás no mercado”, diz Goés, da GS&MD - Gouvêa de Souza.

O acesso a meios virtuais também muda a dinâmica da economia no mundo off-line e afeta, inclusive, a relação entre varejistas e fabricantes. A partir do momento em que o consumidor pode fazer todo tipo de comparação, é normal que ele parta para uma negociação mais agressiva. Por isso, a tendência é de que os varejistas trabalhem com margens cada vez mais apertadas e se voltem aos fabricantes para exigirem preços mais baixos.

Desafios do e-commerce
Esta nova realidade do consumo não poderia deixar de incluir o e-commerce. No Brasil, 92% dos entrevistados afirmaram fazer compras pela internet, enquanto a média global é de 88%. O estudo indica dois obstáculos para o setor, tanto mundialmente, quanto nacionalmente.

O primeiro exige que as empresas encontrem alternativas para tornar o processo de pagamento pela internet efetivamente mais seguro. O levantamento indicou que, no Brasil, 55% dos entrevistados não gostam de passar seus dados bancários ou de cartão de crédito pela internet. Mundialmente, essa média é semelhante: 56%.

Já o segundo desafio é tecnológico. As empresas devem evoluir a ponto de fazerem as pessoas sentirem que tem um contato mais próximo com o produto. De acordo com a pesquisa, 55% dos brasileiros não compram pela internet porque gostam de ver, tocar e sentir o produto antes de adquiri-lo. Globalmente, esta média sobe para 66%.

Brasileiros estão dispostos a receberem ofertas via celular
O cenário também exige uma reestruturação do Marketing. A base da escolha do consumidor passa a ser o boca a boca digital, o que reduz o espaço do Marketing tradicional e da mídia de massa. Este movimento exige que as empresas revejam suas estratégias de comunicação.

Segundo o estudo, o Brasil foi o país que apresentou maior índice de interesse em receber promoções e propaganda pelo celular, com 42% dos entrevistados, enquanto globalmente a média foi de 17%. A classe D brasileira foi a que se mostrou mais receptiva, com 51%, seguida pelas classes E (50%) e C2 (43%). A explicação para isso, segundo Goés, é a sensação que as pessoas têm de estarem sendo incluídas social e digitalmente.

O consumidor de baixa renda observa de forma positiva este tipo de oferta, ao contrário do que acontece com as classes sociais mais altas. Esta realidade imprime mudanças na forma de comunicação. É importante que os profissionais encontrem formas de comunicar cada vez mais apuradas para este público.

“A princípio, o consumidor se mostra favorável a este tipo de ação, mas ainda não houve teste para que isso seja comprovado. Eles percebem que seria interessante, mas isso não significa que reagirão positivamente quando forem ‘bombardeados’ por propagandas. As empresas devem encontrar a equação. Uma ideia é patrocinar parte da conta: os consumidores aceitam receber este tipo de material, desde que recebam um bônus em troca, por exemplo”, explica Goés.

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Na web, consumidor brasileiro está entre os mais exigentes do mundo

14, outubro, 2009

Por Daniela Braun  do IDG Now!

Brasileiro é o que fica mais desapontado quando loja favorita não vende online, entre 11 países pesquisados sobre o perfil do ‘neoconsumidor’.

O consumidor brasileiro está entre os mais receptivos e exigentes do mundo quando se trata de canais digitais, revela o “Estudo sobre o Neoconsumidor” divulgado nesta terça-feira (15/9) pelas consultorias Gouveia de Souza (GS&MD), especializada em distribuição e consumo, e o grupo Ebeltoft, que reúne 19 empresas de 16 países.

A primeira edição da pesquisa, realizada em julho com 5.500 internautas de onze países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia), mostra que os internautas da Austrália, do Brasil e do Reino Unido são os que mais comparam preços online - 76% na Austrália, 74% entre os britânicos e 73% entre os brasileiros. A média mundial é de 52%.

Da amostra, 39% dos participantes têm idade entre 19 e 34 anos e 44% entre 35 e 54 anos, sendo 26% com formação superior. No Brasil foram feitas 500 entrevistas adicionais, via formulário, em Porto Alegre (RS), Recife (PE) e São Paulo (SP).

Os brasileiros apresentam um alto índice de adesão ao comércio eletrônico (92% dos entrevistados compram online), que está acima da média mundial de 86%, mas são os alemães que mais fazem compras na internet. Já os australianos, apesar do alto volume de acesso a comparadores de preços, apresentam o menor volume de compras na web.

“O brasileiro se mostra mais propenso a incorporar os canais digitais, compara preços e usa bastante a internet” afirma Luiz Goes, sócio da Gouveia de Souza e coordenador da pesquisa. “Comunicar produtos a este consumidor multicanal é um desafio enorme para as agências, assim como para varejistas e fornecedores”.

Por outro lado, é um consumidor exigente, observa o executivo. Segundo a pesquisa, quando suas lojas favoritas não vendem online, os brasileiros se mostram os mais desapontados (53%), enquanto apenas 17% dos dinamarqueses se aborrecem com isso.

O estudo também mostra que o comércio em múltiplos canais, além das lojas físicas deve explodir no País entre dois e três anos. “Existe de um gatilho da ordem de 10 a 15 mil dólares per capta onde o multicanal dispara e começa a crescer em uma velocidade muito grande”, destaca Goes.  O PIB per capta brasileiro, atualmente em 10 mil dólares, dobrou nos últimos cinco anos.

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