Posts da Categoria:

Neoconsumidor

Vale conferir este artigo

Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais).

Cerca de 80 por cento dos adolescentes online na faixa etária de 12 a 17 anos visitam sites de varejo, de acordo com a ComScore. Isso representa uma audiência de 12 a 15 milhões de compradores teen. Por exemplo, a eBay teve 6.400.000 usuários teen em abril de 2006, enquanto a Amazônia teve 3.500.000 e a Apple 3.000.000. (No caso da Apple, o iTunes foi seguramente o mais importante.)

Veja artigo Completo – Clique leia mais…

Leia Mais

Tags: , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Vendas na Internet

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Por Sandra Turchi

Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.

(artigo para Revista Cliente S.A.)

As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?

Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam – 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google – e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.

Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.

Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como Mobile Marketing, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, E-commerce, M-commerce, Redes e Mídias Sociais (Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc), Buscas, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, Advergaming, Games Sociais entre outras inovações.

E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!

Tags: , , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Networking, Vendas na Internet

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Por Rui Maciel, do IDG Now!

As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela consultoria comScore.

Segundo o estudo, a categoria mais usada pelos latino-americanos ainda é o de serviços de busca, com 85,5%, liderada pelo Google (65%). Logo depois, vêm as redes sociais, com 81,9%, seguido por e-mails (78,9%), sites de entretenimento (78,8%) e instant messengers (71%).

Facebook é a rede social mais usada na AL

O Facebook é a rede social mais popular na América Latina, sendo a preferida por 49,1% dos usuários conectados.  Em segundo lugar está o Windows Live Profile, com 36,7%, seguido pelo Orkut (25,4%), o HI5.com (12,6%) e, finalmente, o Twitter com 10,5%.

No entanto, ao analisarmos a média de tempo que cada usuário fica nas redes sociais, o cenário muda. Isso porque os usuários do Orkut ficam em torno de 360,8 minutos na rede, seguido pelo Facebook, com 203,7 minutos, o Metroflog, com 110,4 e o HI5.com, com 69,5 minutos.

O documento aponta ainda que o alcance do Facebook varia, mas é consistente nesta região, sendo que Chile e Colômbia são os mais países com maior número de usuários: quatro em cada cinco deles (80%). O Brasil fica em último lugar, com cerca de 15% e segue dando preferência ao Orkut.

Brasil impulsiona crescimento do Twitter na América Latina

Embora fique apenas em quinto lugar entre as redes sociais mais populares na América Latina, o relatório da comScore aponta que o Twitter  teve um crescimento fenomenal na região, aumentando o número de usuários em 13x. Essa popularização foi impulsionada pelo Brasil, cuja audiência chega a 17%. Os outros países ficam mais abaixo, com o segundo colocado – Venezuela – obtendo pouco mais de 10%.

Tags: , , ,

Categorias: E-commerce, Ferramentas E-commerce, Neoconsumidor

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Novas tecnologias ajudam consumidor a ficar menos dependente do comércio tradicional
Márcia De Chiara – O Estado de S.Paulo

Daqui a quatro meses, quando Fernanda Figueiredo entrar no salão para a cerimônia de seu casamento, os convidados nem vão desconfiar que seu vestido de noiva veio do outro lado do mundo, mais precisamente de Xangai, na China.

Com um clique num site de vestidos de noiva, Fernanda resolveu um problema que para a maioria das noivas consome noites de sono e muitas idas à Rua São Caetano, polo de lojas de roupas para casamento que fica na cidade de São Paulo. “Não tenho paciência nem tempo a perder”, diz a médica de 28 anos.

Ela viu o vestido num blog. Gostou do modelo e observou que ao lado da foto havia um endereço eletrônico. Foi só seguir o caminho do shopping virtual até chegar a um site chinês de roupas de casamento.

A melhor parte foi descobrir que o vestido custava US$ 319. Com mais US$ 30 de frete, o preço subiu para US$ 349, um pouco mais de R$ 600, pagos com cartão de crédito. “Se fosse fazer o primeiro aluguel gastaria entre R$ 3 mil e R$ 5 mil”, calcula ela.

Apesar do temor de comprar algo que não lhe servisse ou que não fosse entregue no prazo, ela decidiu se arriscar. Primeiro porque faltava muito tempo até o dia do casamento. O site também dava as indicações de como tirar as medidas para obter o tamanho do manequim. Além disso, o comprador acompanha o estágio no qual está o produto, da confecção até o desembarque no porto brasileiro.

“Encomendei o vestido em novembro do ano passado e, 30 dias depois, estava na minha casa, no Rio de Janeiro”, diz a médica. O vestido era exatamente o que ela tinha visto na foto. “O material é de ótima qualidade. Só precisei ajustar um pouco.”

Pelo ajuste, ela gastou mais R$ 300 na costureira. Ao todo, desembolsou menos de R$ 1 mil pelo vestido de noiva. “Achei muito barato, não tive trabalho e encontrei mais opções do que teria nas lojas físicas”, observa.

Ferramentas. Fernanda é um exemplo de como as novas tecnologias, como internet e celular, estão se tornando ferramentas para o consumidor ficar menos refém das lojas tradicionais.

“Antes, quando só existiam lojas físicas, o varejo era um território conhecido. Agora as lojas tradicionais terão de se reinventar para atender ao cliente”, afirma Alejandro Souto Padron, sócio da área de Global Business Service da IBM Brasil, fazendo referência à possibilidade que o comércio eletrônico dá ao consumidor de pesquisar e comparar preços e até comprar produtos do outro lado do mundo.

A consultoria acaba de concluir pesquisa em seis países – três emergentes (Brasil, Índia e China) e três economias maduras (Estados Unidos, Reino Unido e Canadá) -, para saber o que os consumidores esperam e desejam das lojas no futuro.

A principal constatação é que não é possível atuar no varejo tradicional sem considerar tecnologias como internet, celular, quiosques eletrônicos e até a TV digital, que mal começou no Brasil. A pesquisa revela, por exemplo, que nos países emergentes há uma parcela maior de consumidores com disponibilidade de usar duas ou mais tecnologias na hora de ir às compras na comparação com consumidores de países desenvolvidos.

Metade dos brasileiros, assim como 50% dos indianos, já dispõem de duas ou mais tecnologias antes de bater o martelo nas compras nas lojas físicas. Essa participação só é superada pela China, onde 56% dos consumidores estão nessa condição. Ao contrário do que se pensa, em economias maduras como Reino Unido, EUA e Canadá, a fatia de consumidores com predisposição de usar duas ou mais tecnologias antes de comprar é menor, 37%, 28% e 23%, respectivamente.

“O brasileiro é ávido por tecnologia. Ele sai de casa sem carteira, mas se esquecer o celular, volta”, observa Padron. Segundo ele, apesar de ainda não estar disponível no País, 81% dos 3 mil brasileiros ouvidos na pesquisa manifestaram a vontade de fazer compras usando o controle remoto, quando esse instrumento da TV digital estiver em funcionamento. O resultado é bem superior ao obtido na média dos seis países pesquisados para esse quesito, que foi de 64%.

Também 77% dos brasileiros estão abertos a comprar pelo celular usando mensagem de texto quando esse instrumento estiver disponível, mostra a pesquisa da IBM. Essa parcela supera a média obtida entre os seis países pesquisados, que foi de 62%.

De acordo com a enquete, a principal atividade dos consumidores que procuram sites de compras é comparar preços (96%). Outras atividades frequentes são acompanhar o cronograma de entrega do produto (84%), obter cupons de descontos (77%) e escrever ou ler resenhas de produtos (56%).

Classes. Ao contrário do que se pensa, no Brasil as classes menos abastadas, D e E, que formam a base da pirâmide social, não são reféns das lojas físicas do comércio tradicional. Uma parcela considerável desse estrato social já tem acesso a tecnologias que podem influenciar suas decisões de compras, como consultar preços em outras lojas.

Mais de um terço (35%) da classe E brasileira e quase a metade da classe D (48%) dispõem de duas ou mais tecnologias, como celular e internet, que podem ser acionadas na hora de ir às compras, aponta a IBM. Mas a liderança no acesso a tecnologias continua sendo dos estratos sociais de maior poder aquisitivo, as classes A (75%) e B (56%).

Preste atenção

1. Faturamento. O comércio online encerrou 2009 com faturamento em vendas de R$ 10,6 bilhões. O crescimento foi de 30% em relação ao registrado em 2008, segundo o E-bit
2.Consumo. No final do ano passado, 17,6 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma compra pela internet. Esse número corresponde a 26% dos internautas brasileiros
3. Classe C. A parcela da população que pertence a classe C, e que vem crescendo muito nos últimos anos, responde atualmente por 35% das vendas online no mercado brasileiro


Tags: , , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Vendas na Internet

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Por Redação do IDG Now!

Relatório entregue pela IIPA ao governo americano pede combate mais efetivo à pirataria e critica até a adoção de software livre por estatais.

O Brasil deveria permanecer na lista de observação do governo americano por não resguardar os direitos de propriedade intelectual de empresas americanas, sugere relatório da International Intellectual Property Alliance (IIPA) divulgado na quinta-feira (18/2).

A IIPA é uma organização privada formada por sete associações dos EUA que representam mais de 1.900 produtores de conteúdo e material protegido por leis de propriedade intelectual.

Seus membros são a Association of American Publishers, a Business Software Alliance, a Entertainment Software Association, a Independent Film & Television Alliance, a Motion Picture Association of America, a National Music Publishers Association e a Recording Industry Association of America.

Leia Mais

Tags: , , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Segurança na Internet, Vendas na Internet

2 Comentários
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Por imirante.com

BRASÍLIA – A venda de computador teve o maior crescimento nos últimos cinco anos, de acordo com os mais recentes dados da Pesquisa TIC Domicílios. Em 2009, 36% dos domicílios possuíam computador, enquanto apenas 28% tinham o equipamento em 2008. O mesmo ocorreu com o uso da internet cujo acesso do domicílio subiu de 20% para 27%, o que representou um crescimento de 35% no período.

Leia Mais

Tags: , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Vendas na Internet

1 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

20 anos de Internet

22 de março de 2010

Parte 1

Primeira parte do documentário da TV Brasil (resumido) sobre os impactos da Internet no Brasil (“20 anos de Internet”). Trecho inicial com comentários de profissionais que atuam no setor: Caio Túlio Costa, Eduardo Favaretto. A produção do documentário é da equipe de Programas Especiais da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação)/TV Brasil (www.tvbrasil.com.br). A apresentação é de Emerson Penha. Leia a transcrição parcial deste vídeo no blog: http://www.ibuscas.com.br/blog .

Segunda parte do documentário da TV Brasil (resumido) sobre os impactos da Internet no Brasil (“20 anos de Internet”). Trecho final com comentários de profissionais que atuam no setor: Caio Túlio Costa, Eduardo Favaretto, Gerson Rolim, Marcelo Epstejn. A produção do documentário é da equipe de Programas Especiais da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação)/TV Brasil (www.tvbrasil.com.br). A apresentação é de Emerson Penha. Leia a transcrição parcial deste vídeo no blog: http://www.ibuscas.com.br/blog .

Tags: , , , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Vídeos

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Diante das perspectivas, a companhia estima ainda investimentos de R$ 200 milhões para este ano

Por Valor OnLine

O mercado de comércio eletrônico no Brasil deverá apresentar crescimento de 15% a 35% em 2010. A estimativa é da B2W, empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino. Se confirmado, a companhia espera o mesmo crescimento nas vendas, que geraram para a empresa em 2009 uma receita líquida de R$ 3,793 bilhões, o que representou uma alta de 22% sobre 2008.

“Contratamos um estudo sobre o mercado para saber qual será o desempenho. Enquanto não temos o resultado, prevemos este range de alta (de 15% a 35%) e acreditamos que as vendas da empresa devam crescer mais neste ano”, afirmou o diretor financeiro da B2W, Murilo Corrêa, na divulgação dos resultados da companhia.

Diante das perspectivas, a companhia estima ainda investimentos na ordem de R$ 200 milhões e R$ 250 milhões para este ano, depois de investir R$ 133 milhões no ano passado.

Os recursos serão destinados ao melhor atendimento dos clientes, à área de tecnologia da informação, além de automação e logística. “Queremos melhorar nossa performance operacional. Precisamos de robustez tecnológica”, afirmou o executivo.

A B2W enfatizou ainda a expansão internacional da empresa, marcada pela ampliação da venda de ingressos online para a rede Cinemark no México. “Iniciamos também a prospecção de novos países na América Latina para replicar o modelo de negócio”, informou a companhia.

Para Murilo Corrêa, com as melhorias dos processos prevista pela companhia, será possível a sustentação dos resultados da empresa. “Temos completa condição de sustentar (os ganhos)”, disse.

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) da B2W somou R$ 489 milhões em 2009, expansão de 20% ante um ano antes.

Tags: , , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Vendas na Internet

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Por Redação do IDG Now!

Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.

Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.

Este estudo refere-se ao Índice de Confiança do e-consumidor, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.

O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.

Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais – uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão de reais em vendas.

A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.

Tags: , , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Segurança na Internet, Vendas na Internet

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon

Por IDG News Service

Ferramenta tem interface de programação que permite que os varejistas digitais personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa.

O Google lançou dia (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com reconhecimento de sinônimos.
Leia Mais

Tags: , , ,

Categorias: E-commerce, Neoconsumidor, Vendas na Internet

0 Comentário
Espalhe por aí:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • Blogplay
  • Live
  • Netvibes
  • RSS
  • Tumblr
  • Twitter
  • email
  • StumbleUpon