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Publicada por – O Globo

RIO – A Visa anunciou o lançamento do Rightcliq, um aplicativo grátis de auxílio ao comércio eletrônico. Este adicional para o navegador permite acelerar seu processo de compras online ao preencher automaticamente seus dados – como endereço de cobrança e envio, informações de cartão de crédito e afins.

Também há um aspecto de rede social no uso do Rightcliq, como a organização e disponibilidade de uma lista de itens desejados pelo ciente, consultar seus conatos por e-mail e via Facebook, e acessar ofertas especiais das lojas online parceiras.

Para mais detalhes sobre o Rightcliq, visite o site oficial

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Categorias: E-commerce, Ferramentas E-commerce, Neoconsumidor, Networking, Vendas na Internet

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Por Sandra Turchi

Tenho visto, com grande freqüência, empresários e executivos estarrecidos ao tentar acompanhar todas as mudanças que tem ocorrido com o advento da era digital. Não é incomum ouvi-los assumir, quase como se desculpando, que sabem pouco sobre o assunto. A questão é que tudo isso é muito recente mesmo e essa nova realidade interfere na forma como nos relacionamos e como fazemos negócios, principalmente. Se as empresas não se atentarem para as alterações no comportamento do consumidor, para a relação que deverá ser estabelecida com ele ou para a melhor forma de atendê-lo, alguém irá fazê-lo e, talvez, esse alguém seja justamente seu concorrente. E, então, poderá ser tarde demais.

(artigo para Revista Cliente S.A.)

As companhias devem reaprender como executar o velho marketing. O que observamos é que houve uma inversão na forma como planejávamos e executávamos certas atividades dentro dessa disciplina, pois antes as empresas investiam em grande divulgação para construir suas marcas, primordialmente usando mídia de massa para isso. Quando o consumidor precisava adquirir um produto, tinha que se lembrar de quem o vendia e, por isso, as empresas que possuíam o maior volume de investimento eram as mais lembradas e as mais utilizadas no momento da compra, certo?

Hoje, as pessoas não precisam necessariamente se lembrar das marcas antes de adquirir produtos ou serviços, elas “buscam” o que precisam – 88% das pessoas fazem buscas na web antes de comprar, são mais de um trilhão de páginas indexadas pelo Google – e o que mais importa mesmo é que a empresa seja encontrada nessa hora. E isso muda simplesmente “tudo”. Não estou pregando aqui que as mídias de massa devam ser extintas das campanhas realizadas, ou que não se invista mais em construção de marca, não é nada disso, mas deve-se entender como as coisas têm funcionado agora com as Estratégias de Marketing digital.

Além disso, é preciso compreender que os clientes são pessoas, e pessoas que desejam envolvimento, interação, engajamento e não apenas comprar produtos! As companhias devem abrir espaço para uma “conversa” com o cliente. E esse relacionamento deve ser construído passo a passo, leva tempo, dá trabalho, mas é o caminho a ser seguido.

Pela primeira vez, em tantos anos de existência do marketing, mudanças profundas estão ocorrendo que alteram nosso conhecimento do consumidor e a melhor forma de alcançá-lo. Tudo isso exige uma postura de atualização permanente. Não basta conhecer apenas os conceitos já estabelecidos, é necessário saber criar a Presença Digital da empresa de forma adequada, bem como sua Estratégia de Marketing Digital para essa nova era, como Mobile Marketing, Flash Mob, QR Code, Realidade Aumentada, E-commerce, M-commerce, Redes e Mídias Sociais (Orkut, Facebbok, Formspring, Twitter, LinkedIn, etc), Buscas, SEM, SEO, Buzz, Marketing Viral, Advergaming, Games Sociais entre outras inovações.

E é na área de marketing que a empresa buscará apoio para entender o que está ocorrendo. É de lá que se espera uma postura de sintonia com o mercado e de inovação. Portanto, se me permitem dizer, parece que aumentou muito a responsabilidade de quem atua nessa área!

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ESCRITO POR TICIANA WERNECK

Segundo a empresa americana de software para ecommerce ZippyCart, esse é o período do ano perfeito para varejistas online identificarem o que está funcionando e o que não está em seus sites. Cheque abaixo as dez possíveis razões para seu site não estar vendendo o que deveria:

1. Muito lento…

Sabia que as pessoas não suportam sites de ecommerce lentos? A experiência de compra online se popularizou justamente por sua rapidez e eficiência na comparação e compra dos produtos. Por isso, se seu provedor de hospedagem não é exatamente rápido e sua ferramenta de compra não é prática, pode estar aí a razão para a falta de vendas.

2. Falta de segurança

Se um visitante do seu site não sente que sua compra está sendo feita num ambiente seguro ele não vai passar do carrinho de compras. Aqui, o máximo de tecnologia é sempre o indicado.

3. Onde estão as informações sobre o valor de frete e as opções de pagamento?

Os compradores online dão importância a este tipo de informação. Você precisa dar o devido destaque a informações como número de parcelas, meios de pagamento aceitos (incluindo o nome dos cartões), entre outras informações fundamentais. Não as esconda.

4. Navegação ruim

Sites de ecommerce precisam trazer fotos dos produtos em diferentes tamanhos e cores, o que implica numa boa diagramação da página para não comprometer a navegação. Se a cada clique a página se corrompe ou trava, o consumidor se cansa de clicar e acaba desistindo da compra.

5. Sem Upselling

O upselling (fazer combinações de ofertas, baseadas nos produtos escolhidos) não é apenas uma ótima forma de aumentar as vendas por visitante como também algo que os próprios visitantes já esperam que você ofereça. Quando vai checar uma HDTV , o visitante vai querer ver outros produtos relacionados que possam vir a precisar, como caixas de som, cabos hdmi ou tocadores de blu-ray. Se recusar a usar o upselling é quase como se recusar a vender mais.

6. Design feio

Ter um site que parece ter sido criado em 2003 não passa uma boa impressão. Se seu site não tem uma cara fresca e bonita, os visitantes vão suspeitar que há algo errado e talvez desistam da compra apenas pela questão estética.

7. Onde está o telefone para contato?

Quando alguém vai até uma loja de concreto, ele sabe onde deve ir se tiver um problema ou dúvida. Faça com que os visitantes de seu site sintam-se confortáveis, apresentando o telefone de maneira clara. Se essa informação for difícil de encontrar, muitos desistem de efetuar a compra.

8. Ferramenta de busca fraca

Ótima navegação é uma coisa, uma ferramenta de busca forte é outra. Se um visitante precisa procurar múltiplas vezes até conseguir resultados apropriados, ele acaba de cansando. Essa é uma das razões de frustração e abandono do carrinho.

9. Mostre-me o produto!

Já que o consumidor não pode entrar na sua loja, então ele precisa ter a chance de ver o produto de maneiras diversas. Isso significa que o site precisa de variadas fotos, opções de zoom e também um vídeo. Agora, o vídeo não funciona para todos os produtos, mas vale a pena tentar com seus compradores assíduos para ver se suas taxas de conversão aumentam.

10. Boas ações em sites de busca

Está aqui a diferença entre fazer vender R$ 10 ou R$ 10.000 em um dia. Na loja online, ter uma boa vitrine não basta para que alguém entre – não há como se beneficiar do fluxo de pessoas circulando ao redor, como numa loja física. Em vez disso, você precisa ser achado. De preferência em sites de busca reconhecidos, como Google ou Yahoo. Revise seu site em busca de atrativos como tags, imagens, links patrocinados e palavras chaves facilmente indexáveis.

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