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Ferramentas E-commerce

Empresas de pequeno porte respondem por 20% do comércio virtual ou digital no país; faturamento desse segmento atingiu cerca de R$ 2 bilhões em 2009, segundo a Camara-e.net

Por Vanessa Brito, Agência Sebrae de Notícias

O comércio eletrônico – também conhecido como comércio virtual ou digital – deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação a 2009, quando o setor faturou em torno de R$ 10 bilhões. A previsão é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico ( www.camara-e.net ), que credita cerca de 20% do total faturado ou R$ 2 bilhões às vendas virtuais realizadas por micro, pequenas e médias empresas no ano passado.

“Esperamos que todo o bolo cresça 40% e os 20% relativos aos negócios virtuais das micro, pequenas e médias empresas também deverão crescer 40%”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net, entidade que congrega 150 associados de todos os setores e segmentos de mercado no País. A maioria das empresas praticantes do comércio eletrônico está nas regiões Sul e Sudeste. Na Região Nordeste, há predominância das grandes redes varejistas nessa modalidade comercial, informa Rolim.

O uso de plataformas digitais é crescente no País para vários fins, entre eles, o comércio eletrônico, segundo pesquisas secundárias de mercado. No caso das MPE, elas usam os meios virtuais mais para pesquisar preços, produtos, serviços e fornecedores do que para comprar e vender, segundo tais pesquisas. No País ainda existe grande parcela da população e de empresas excluídas do acesso ao mundo digital. Esse seria um dos motivos da pouca adesão ao comércio eletrônico, até o momento, de acordo com essas fontes informais.

Sebrae e comércio eletrônico

Há quase dois anos, o Sebrae patrocina o circuito nacional de palestras, denominado MPE Net, uma iniciativa da Camara-e.net, que também conta com instituições financeiras como parceiras. O objetivo das palestras é levar informações e conhecimentos sobre ferramentas tecnológicas e comércio eletrônico para empresários de pequeno porte de diversas regiões do país. Na programação deste ano consta o total de 24 palestras, que estão sendo realizadas em 14 estados, cujo público estimado é de 6 mil empresários.

“Buscamos criar a cultura de comércio eletrônico junto aos empresários, que estão a frente das MPE. Grande parte deles é usuário da internet, mas ainda não compra e vende virtualmente seus produtos e serviços”, explica Carlos Alberto Santos, diretor-técnico do Sebrae.

“Os temas segurança e certificação digital precisam ficar bastante claros para eles, pois ainda há muito desconfiança em relação aos negócios virtuais. A transação eletrônica tem de ser segura tanto para o comerciante como para o cliente”, afirma Wang Hsiu Ching, gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae.

Outra ação do Sebrae em relação a esse tema é a Bolsa de Negócios, uma ferramenta eletrônica de aproximação entre empresas. Elas publicam o que estão comprando e vendendo e o sistema gera um cruzamento automático de dados. A Bolsa de Negócios do Sebrae atua nos setores de agronegócios, comércio, indústria e serviços. Em março deste ano, mais de 10 mil empresas estavam utilizando essa ferramenta.

A logística do comércio eletrônico é bastante diferente do comércio presencial ou convencional, segundo a publicação ‘A Internet como ferramenta de negócios’, do Sebrae no Estado do Rio de Janeiro. Nesse caso, não basta ter ótimos site, produto/serviço e bons preços. É preciso implantar um sistema de logística mais complexo, que envolve armazenagem, transporte e excelente serviço de entrega, diz a publicação.

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Por Rui Maciel, do IDG Now!

O número de usuários de Internet no Brasil cresceu 20% em 2009, o que significa que o País ganhou seis milhões de pessoas conectadas à Web. As informações vêm de uma pesquisa divulgada pela consultoria comScore.

Segundo o relatório, intitulada “A Situação da Internet na América Latina”, o Brasil foi o local que aportou a maior quantidade de usuários, em termos absolutos. Em números percentuais, o País ficou atrás apenas da Colômbia, que incrementou sua população Web em 36% durante 2009.

Na América Latina, os usuários brasileiros foram os que passaram a maior quantidade de tempo conectados à Internet, com média de 26,4 horas. Em seguida, estão os usuários argentinos e mexicanos, com tempo médio de 22,6 horas.

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Por Rui Maciel, do IDG Now!

As redes sociais – lideradas por Orkut e Facebook – já superam o uso de e-mails e serviços de instant Messengers (MSN, Gtalk, tsc) na preferência de 81,9% dos usuários de Internet na América Latina. As informações são do estudo “A Situação da Internet na AL”, divulgado nesta terça-feira, pela consultoria comScore.

Segundo o estudo, a categoria mais usada pelos latino-americanos ainda é o de serviços de busca, com 85,5%, liderada pelo Google (65%). Logo depois, vêm as redes sociais, com 81,9%, seguido por e-mails (78,9%), sites de entretenimento (78,8%) e instant messengers (71%).

Facebook é a rede social mais usada na AL

O Facebook é a rede social mais popular na América Latina, sendo a preferida por 49,1% dos usuários conectados.  Em segundo lugar está o Windows Live Profile, com 36,7%, seguido pelo Orkut (25,4%), o HI5.com (12,6%) e, finalmente, o Twitter com 10,5%.

No entanto, ao analisarmos a média de tempo que cada usuário fica nas redes sociais, o cenário muda. Isso porque os usuários do Orkut ficam em torno de 360,8 minutos na rede, seguido pelo Facebook, com 203,7 minutos, o Metroflog, com 110,4 e o HI5.com, com 69,5 minutos.

O documento aponta ainda que o alcance do Facebook varia, mas é consistente nesta região, sendo que Chile e Colômbia são os mais países com maior número de usuários: quatro em cada cinco deles (80%). O Brasil fica em último lugar, com cerca de 15% e segue dando preferência ao Orkut.

Brasil impulsiona crescimento do Twitter na América Latina

Embora fique apenas em quinto lugar entre as redes sociais mais populares na América Latina, o relatório da comScore aponta que o Twitter  teve um crescimento fenomenal na região, aumentando o número de usuários em 13x. Essa popularização foi impulsionada pelo Brasil, cuja audiência chega a 17%. Os outros países ficam mais abaixo, com o segundo colocado – Venezuela – obtendo pouco mais de 10%.

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Valor Online

SÃO PAULO – O faturamento do comércio eletrônico nas datas comemorativas em 2009 somou R$ 3,35 bilhões, representando 31% do faturamento total do setor no ano, divulgou a e-bit.

O Natal foi novamente o período mais lucrativo para o setor, com R$ 1,63 bilhão. Em seguida, aparecem Dia das Crianças, com R$ 450 milhões, Dia das Mães (R$ 440 milhões), Dia dos Pais (437 milhões) e Dia dos Namorados (R$ 393 milhões).

Esta foi a primeira vez que o Dia das Crianças teve um faturamento superior a Dia das Mães. O diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, explica que, ” no primeiro semestre, o país ainda sofria os impactos da crise ” .

(Karin Sato | Valor)

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Por PCWorld

Determinar metas e prioridades, inserir as palavras-chaves corretas e ter muita paciência são algumas das recomendações.

Mais de 90% dos usuários não olham além da primeira página dos resultados de buscas, segundo um estudo realizado pelo especialista em web Jakob Nielsen. Com esses números, não é surpresa que todas as empresas queiram seus sites entre os dez primeiros no resultado de uma busca.

Mas, com bilhões de páginas na web, alcançar esse lugar privilegiado é um desafio sério. É aí que entra a otimização para motores de busca (SEO, em inglês).

Com esse método, um negócio pequeno pode aumentar muito suas chances de aparecer na primeira página dos resultados relevantes de uma busca na web. “A boa notícia é que há milhões de pesquisas com palavras-chave feitas todos os meses”, afirma o chefe executivo da SEO.com, Dave Bescom. “Isso quer dizer que você tem bilhões de oportunidades.”

Mas não se empolgue demais. A melhoria na exposição do seu site acontecerá gradualmente.

Para iniciar seu trabalho de otimização, faça pequena promoção pay-per-click (PCC) de anúncios de palavras-chave – com o Google AdWords, por exemplo -, ligadas a uma página de destino relevante em seu site com um apelo explícito para uma ação. Pode ser um convite para que liguem gratuitamente para você e façam uma consulta qualquer, sugere o vice presidente e cofundador da SEO-PR, Jamie O’Donn.

Para facilitar, veja abaixo as cinco principais dicas de otimização para aumentar o status do seu site nos mecanismos de busca.

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Por – Agência Estado
A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, associada à entrada dos consumidores de classe C na internet, deve fazer deste fim de ano o Natal do comércio eletrônico. Grandes redes varejistas que têm loja virtual chegam a prever crescimento de até 80% na vendas em dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado.
A e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, calcula um acréscimo de 30% na receita do varejo virtual entre 15 de novembro e a véspera do Natal. Isso deve somar R$ 1,630 bilhão no período.
O Extra.com., por exemplo, projeta crescimento de 50% na receita da loja virtual neste Natal em relação à mesma data de 2008. “Nossa expectativa é bem alta, teremos um Natal bem quente”, afirma o vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, Caio Mattar.
Ele atribui boa parte desse crescimento aos novos consumidores da classe C que passaram a ter acesso à internet por intermédio de computadores mais simples.
Vicente Criscio, consultor de varejo virtual, lembra, citando dados da e-bit, que o ano deve fechar com 17 milhões de consumidores virtuais, dos quais 40% da classe C.
A outra parte desse crescimento de vendas previsto pelo o executivo decorre dos preços menores, em razão do corte do IPI dos eletrodomésticos da linha branca, e das facilidades de pagamento. Neste ano, exemplifica Mattar, o parcelamento da compras feitas no seu site pode chegar 18 vezes sem juros no cartão Extra. No Natal do ano passado, o prazo máximo chegava a 12 vezes.
“Nosso crescimento será expressivo: vamos multiplicar por cinco as vendas virtuais neste Natal em relação ao do ano passado”, afirma o diretor comercial de e-commerce do Walmart, Fabio Bonfa. No ano passado, a loja virtual do maior varejista do mundo estava apenas a dois meses em funcionamento no Brasil, por isso o desempenho foi inexpressivo.
Mas, neste ano, o site do Walmart terá 17 categorias de produtos, seis a mais que no ano passado, o que deve, na opinião do executivo, dar forte impulso às vendas. “Pela primeira vez vamos vender pela internet utilidades domésticas, artigos para bebê, DVDs, livros, ferramentas e móveis”, exemplifica Bonfa.
Ele espera uma concorrência mais acirrada nas vendas online neste fim de ano. Por isso, a companhia alugou um segundo centro de distribuição para conseguir atender à demanda prontamente.
Também o site do Extra reforçou a logística para este Natal e aumentou em 40% o quadro de pessoal para atender aos pedidos. “As entregas na capital paulista são feitas no mesmo dia da compra e para outras cidades, no dia seguinte”, afirma Mattar.
O executivo lembra que, apesar de o Grupo Pão de Açúcar ter comprado o Ponto Frio, e agora as Casas Bahia, as operações do Extra.com e do Pontofrio.com ainda estão separadas.
Sem detalhar as projeções de vendas pela internet, as Casas Bahia informa que projetam crescimento de 20% tanto nas lojas físicas como pela internet. Desde fevereiro em funcionamento, a loja virtual da empresa já responde por 2% do faturamento. A cada mês a receita das vendas virtuais cresce 22% ante o mês anterior, informou a companhia, antes de ser adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar.
O Magazine Luiza, que recentemente renovou o site, projeta crescimento de 80% nas vendas virtuais neste Natal na comparação com a mesma data de 2008.
Na análise do consultor Vicente Criscio, essa forte movimentação do concorrentes pode ter tirado neste ano dez pontos porcentuais do mercado da B2W, a maior companhia de comércio eletrônico da América Latina, que inclui a americanas.com, Submarino, Shoptime, entre outros. Procurada pelo Estado, a companhia informou que não comenta dados de desempenho nem faz previsões.
“Nunca teve tantos competidores na internet como neste Natal”, afirma o consultor. Isso deve criar condições mais favoráveis de pagamento e impulsionar as vendas. Ele ainda ressalta que o corte de IPI da linha branca está sendo a “salvação da lavoura” de vendas online.
Nas contas do Programa de Administração do Varejo (Provar) e da Felisoni Associados, o varejo eletrônico deve representar só 1,7% das vendas das lojas físicas. As informações são da edição de sábado do jornal O Estado de S.Paulo.

Por – Agência Estado

A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, associada à entrada dos consumidores de classe C na internet, deve fazer deste fim de ano o Natal do comércio eletrônico. Grandes redes varejistas que têm loja virtual chegam a prever crescimento de até 80% na vendas em dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado.

A e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, calcula um acréscimo de 30% na receita do varejo virtual entre 15 de novembro e a véspera do Natal. Isso deve somar R$ 1,630 bilhão no período.

O Extra.com., por exemplo, projeta crescimento de 50% na receita da loja virtual neste Natal em relação à mesma data de 2008. “Nossa expectativa é bem alta, teremos um Natal bem quente”, afirma o vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, Caio Mattar.

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Por Emerson Coelho – Do Diário do Grande ABC

O comércio eletrônico no País vem crescendo a cada dia e ainda tem muito espaço para se expandir. Segundo especialistas, somente 3% do comércio varejista realiza negócios via internet. Nos Estados Unidos esse número é de cerca de 7%.

De acordo com dados da E-bit (empresa que é referência em informações sobre o segmento), no primeiro semestre deste ano as vendas on-line cresceram 27% em comparação com o mesmo período do ano passado e esse mercado de e-commerce movimentou R$ 4,8 bilhões.

“Só neste ano foram 2 milhões de novos consumidores que passaram a comprar pela internet e esse número tende a crescer cada vez mais dentro de um universo de 60 milhões de internautas do Brasil”, explica o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

Ele salienta que o comércio eletrônico no País tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma o executivo.

Segundo Guasti, com o crescimento vertiginoso do setor, torna-se cada vez mais importante que as empresas busquem seu espaço na rede mundial de computadores para vender seus produtos.

“Há cerca de dez anos bastava que a empresa tivesse seu espaço na web, mas hoje isso mudou e a internet tornou-se uma ferramenta indispensável para realização de negócios.”

FERRAMENTAS – O professor da Fundação Getúlio Vargas e especialista na área de varejo William Ervedeira Maillaro, compartilha da mesma opinião e acredita que atualmente é indispensável para as empresas utilizarem as diversas ferramentas disponíveis na internet para alavancarem suas vendas e fidelizar clientes.

“Além do site, o uso de blogs, e-mail marketing e comunidades de relacionamento como Twiter, Facebook e Orkut ajudam a aumentar o fluxo de clientes para a loja física”, comenta Maillaro.

O especialista aponta que a internet também é importante para que o comerciante entenda quais os hábitos dos consumidores, o que antes só era possível por meio de pesquisas.

“A web ajuda a aumentar as vendas por indicação de clientes que já compraram, além de ser uma importante ferramenta para divulgar promoções”, explica.

Maior número de usuários favorece comércio virtual

Outro fator que contribui para o aumento das compras on-line, segundo especialistas, é o maior acesso da população à internet e a maior facilidade para compra de computadores.

“Atualmente observamos um crescimento de cerca de 41% na utilização da internet pela classe C; além disso, faixas etárias que antes não tinham acesso à rede hoje estão tendo. No ano passado, por exemplo, houve um incremento de 23% no acesso de pessoas com 65 anos ou mais”, salienta o professor da Fundação Getúlio Vargas e especialista na área de varejo, William Ervedeira Maillaro.

TENDÊNCIA – Para o chefe do departamento de Marketing e Pesquisa de Mercado da ESPM, Marcelo Demidio, o crescimento do comércio eletrônico já começa a causar uma mudança de comportamento no varejo. “Nos Estados Unidos, por exemplo, alguns lojistas estão diminuindo os estoques de suas lojas físicas para suprir a alta demanda das lojas virtuais. O Brasil deve caminhar no mesmo sentido”, comenta.

Segundo especialistas, os interessados em ingressar no mercado do e-commerce gastam a partir de R$ 5.000 para criação de uma loja virtual, com recursos de segurança e de pagamento eletrônico.

O investimento é mais baixo para a criação de um site institucional, variando de R$ 300 a R$ 1.500, dependendo dos recursos.

Um site informativo, com no mínimo sete páginas de texto e um formulário de contatos, adequado a uma empresa que deseja apenas estar na internet, tem um custo mínimo de desenvolvimento de cerca de R$ 600. Já um site com enquetes, votações, busca, espaço para comentários, entre outros recursos não sai por menos de R$ 1.500.

Além dos gastos com a criação, é necessário que a empresa possua CNPJ para registrar um domínio no site da Fapesp (R$ 50 anuais) e contrate os serviços de um provedor para hospedagem do site, custo que varia de acordo com o plano escolhido.

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Carlos Alberto Sardenberg
sexta-feira, 28 de agosto de 2009 18:55
Nossa dinâmica tributária atual é perversa

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Por Oséias Gomes – Diretor Executivo da Komunike EmpresaClick / LojistaOnline.

Veja nesta entrevista o que significa ter um Comércio Eletrônico, entenda o fenômeno do e-commerce, e como está acontecendo esta transformação do consumidor para o e-consumidor. Saibas ainda as vantagens de ter um Comércio Eletrônico, e veja ainda as perguntas mais freqüente que o lojista tem na hora de criar a sua loja online.

PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3

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Por Redação do LojistaOnline – Abnor Gondim

É preciso definir os produtos, os meios de pagamento e a forma de entrega. Daí fica mais fácil escolher o programa e a empresa que vão conectá-lo ao comércio eletrônico

Há motivos de sobra para ingressar no Comércio Eletrônico. Desde que surgiu em meados dos anos 90, logo após a expansão mundial da web, esse importante recurso da modernidade proporcionou uma verdadeira revolução na forma de comprar e vender. Mas saiba que muitas novidades ainda estão em curso. E o tempo atropela os que perdem o bonde da inovação.

Pesquisa recente aponta que 13,2 milhões de brasileiros já compraram pelo menos uma vez pela internet – 51% eram do sexo feminino e 19% tinham mais do que 50 anos. Os produtos mais comercializados pela web foram os seguintes:

Livros

17%

Saúde e beleza

12%

Informática

11%

Eletrônicos

9%

Eletrodomésticos

6%

Fonte: e-bit (Ver o ano)

Mas, a cada dia, novos segmentos empresariais, inclusive de serviços, ingressam nessa onda comercial e abrem uma porta na Internet. E, apesar dos efeitos da crise econômica internacional em todos os segmentos da economia, as vendas online continuam crescendo no Brasil e em todo o mundo.

Dentro de pouco tempo, as empresas que já estão na rede mundial de computadores terão que aprimorar suas lojas virtuais. Háverá também pedidos feitos por aparelhos celulares e, em breve, pela TV Digital.

Se você estiver fora dessa onda, estará perdendo importantes oportunidades no mundo dos novos negócios.

Segue o passo-a-passo preparado pelo LojistaOnline para montar com sucesso o seu empreendimento virtual:

1º PASSO – DEFINA O QUÊ E COMO VAI VENDER

Em verdade, para criar a sua loja virtual, basta você ter alguns produtos ou serviços para vender. Aliás, vender é a principal missão de quem empreende. Nenhum negócio existe sem vendas.

Então, o primeiro passo é definir o que você quer vender e como. Com isso, torna-se indispensável preparar os seguintes arquivos e informações:

· Logomarca da empresa

· Nome da loja e o registro do domínio (endereço eletrônico) na internet , que pode ser feito pelo site www.registro.br

· Lista com os nomes e preços dos produtos a serem comercializados na web

· Imagem de cada produto

· Informações sobre cada produto, para montagem da página correspondente

· Definição sobre vendas no varejo ou por atacado

· Decisão sobre parceria com colaboradores, a exemplo de revendedores e distribuidores comissionados

Outras informações revelantes sobre a sua loja virtual devem ser fornecidas, tais como:

· Localização e imagem da empresa

· E-mail para a seção Fale Conosco

· Política de privacidade (procedimentos da empresa para preservar o sigilo dos dados de seus clientes)

· Mapa do site.

2º PASSO – ESCOLHA COMO OS CLIENTES VÃO FAZER OS PAGAMENTOS

Na loja virtual, a comodidade é o principal atrativo da clientela. Conheça e escolha as formas de pagamento, a vista ou a prazo, existentes na rede:

· Débito em conta corrente

· Depósito bancário

· Contra- entrega em dinheiro ou cheque

· Cobrança personalizada

· Cheque pré-datado (vendas no atacado) ,

· Boleto bancário (a vista)

· Boleto bancário (a prazo para vendas no atacado)

· Gateway, modalidade que reúne todas essas opções, oferecida mediante convênio com sites especializados (uol, locaweb, pagamentocerto, mercadolivre etc.)

Algumas formas de pagamento exigem convênio com a instituição financeira ou prestadora de serviços de pagamento pela inernet. Mas atenção: há organizações que só firmam convênio com pessoa jurídica, a exemplo de cartão de crédito.

3º PASSO – SELECIONE AS FORMAS DE ENTREGA DOS PRODUTOS

Quem compra pela internet precisa contar com um sistema de entrega eficiente. Caberá ao lojista oferecer ao consumidor alternativas de tempo e custo de entrega dos produtos. Isso tem que estar claro e transparente quando a compra for efetuada.

Há diversas formas de envio das mercadorias, a exemplo de:

· Carga aérea

· SEDEX

· SEDEX 10

· Encomenda normal

· PAC, o serviço econômico de encomenda dos Correios

· Motoboy

· Entregas personalizadas.

É claro que há produtos com entrega virtual, sem necessidade de cálculo de frete ou endereço para entrega. Por exemplo: programas de computados que podem ser baixados via e-mail ou download.

O lojista deve estabelecer uma política transparente com os clientes para os casos de troca e devoluções de mercadorias.

4º PASSO – AVALIE E CONTRATE A SOLUÇÃO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

Uma tarefa dos empreendedores é avaliar quais soluções de programas ou empresas de Comércio Eletrônico que atendam melhor suas necessidades e expectativas.

Para fazer a escolha certa, o lojista deve levar em conta a qualidade dos seguintes aspectos oferecidos pela solução:

  • Design
  • Navegabilidade
  • Facilidade na hora de colocar e tirar um produto da loja e de fazer modificações no estabelecimento comercial online
  • Gestão dos cadastros de clientes, fornecedores, produtos e pedidos
  • Monitoramento das vendas e do número de acessos à loja na internet.

Vale conferir as seções mais importantes sugeridas pelo Lojista Online para a montagem de uma loja virtual:

  1. Página Principal com a logomarca da empresa e a lista de produtos em destaque ou promoção
  2. Menu do site com as seções das categorias dos produtos
  3. Página de detalhes dos produtos
  4. Página da cesta de compras (o carrinho de compra)
  5. Página que permite alterar e excluir produtos da cesta de compras
  6. Página de finalização do pedido.

Para se tornar mais competitiva na web, a loja virtual deve contar ainda com os seguintes atrativos e funcionalidades:

  1. Busca rápida e avançada de produtos por palavras-chave, seção, faixa de preço e outras características
  2. Uma página para cada produto com todas as informações correspondentes à descrição e opção de várias fotos de cada item
  3. Páginas, banners ou poupaps para lançamentos de produtos em promoção
  4. Captura de e-mails para marketing digital
  5. Estrutura de site que propicia excelente indexação em sites de busca e de comparadores de preços
  6. Opção para que os clientes indiquem o site e o produto da loja para outros clientes
  7. Recomendação de produtos para venda cruzada

Veja bem, não basta abrir a loja virtual. É fundamental contar com suporte técnico eficaz tanto para o lojista quanto para o cliente.

Enfim, grande parte do sucesso de sua loja virtual está nas ferramentas que você utiliza. Por isso, é importante que pense bem na hora de adquiri-las. O consumidor vai agradecer.

Não esqueça também de caprichar na escolha do visual da loja online. Esse é o outdoor de sua empresa na web que atrair os internautas ao seu mundo de negócios.

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