Mídias Sociais

O crescimento acelerado do Facebook surpreende e passa a rede social Orkut

O Facebook assumiu o topo das redes sociais no Brasil, superando o Orkut após registrar um crescimento “excepcional”, segundo dados de dezembro de 2011 da comScore. Naquele mês, o Facebook atraiu 36,1 milhões de visitantes no país, o que representou crescimento de 192% em 12 meses. O Orkut, por sua vez, registrou crescimento de 5% no período, atingindo 34,4 milhões de visitantes.

“O rápido crescimento do Facebook no mercado brasileiro foi uma das histórias mais interessantes de 2011”, diz Alex Banks, analista da comScore no Brasil, em comunicado divulgado no site da empresa. “O Brasil tem sido um mercado social particular, e abriga hoje a quinta maior população em redes sociais em todo o mundo”, acrescenta o executivo.

A terceira posição no ranking da comScore para o mercado brasileiro de redes sociais é ocupado pelo Windows Live Profile, com 13,3 milhões de visitantes em dezembro último (aumento de 13% em relação a dezembro de 2010), seguido do Twitter, com 12,5 milhões (crescimento de 40% no período). Na sequência, vêm o Vostu.com (4,9 milhões de visitantes), o Google Plus (4,3 milhões), o Tumblr.com (4 milhões) e o LinkedIn (3,1 milhões).

webexpoforum.com.br

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E-commerce

38% dos entrevistados almejam fazer compras dentro de uma rede social. Por outro lado, apenas 22% dos comerciantes possuem lojas em sites do gênero.

Que as mídias sociais e os dispositivos móveis estão alterando a forma como as empresas fazem comércio todos sabem. Mas será que estes comerciantes estão conseguindo atender a esta crescente demanda?

Uma pesquisa conduzida pela in Motion no principal mercado de e-commerce do mundo (EUA) se propõe responder a estas perguntas. Abaixo os resultados.

46% dos consumidores esperam comprar em sites de e-commerce através do seu smartphone, enquanto este recurso só é oferecido por 38% dos varejistas.

42% dos compradores querem analisar preços e a disponibilidade dos produtos através de seu aparelho móvel, serviços oferecidos por apenas 30% dos comerciantes.

44% dos clientes querem receber atualizações de status do pedido em seu telefone móvel, recurso encontrado em 30 por cento das empresas.

40% dos proprietários de dispositivos móveis têm a expectativa de usar QR Codes para acessar o conteúdo do produto, enquanto apenas 33% dos varejistas possuem este serviço.

34% dos consumidores esperam fazer compras em sites de e-commerce se utilizando de um aplicativo criado para tablets, tecnologia oferecida por 28 por cento dos varejistas.

38% dos entrevistados almejam fazer compras dentro de uma rede social. Por outro lado, apenas 22% dos comerciantes possuem lojas em sites do gênero.

26 % dos compradores esperam ofertas personalizadas em seus aparelhos baseadas em sua localização, enquanto que este recurso é oferecido por 20 por cento das empresas

28% dos usuários de sites de e-commerce têm a expectativa de receber ofertas segmentadas quando se encontram dentro de estabelecimentos comerciais físicos, serviço encontrado em apenas 12% das empresas.

Então, por que não estão sendo atendidas as necessidades dos consumidores? Dentre os entrevistados, 33% acreditam que há falta compromisso por parte das empresas, 36% afirmam que os comerciantes não têm a capacidade de integrar novos canais em sua plataforma de comércio e 25% acham que os lojistas são incapazes de realizar promoções nos diferentes canais.

No entanto, a maioria dos varejistas pesquisados têm planos para oferecer novos serviços sociais, móveis e locais em 2012, com 38% considerando a possibilidade de implementar a capacidade de fazer pedidos via smartphones, enquanto 20% planeja oferecer serviços baseados em geo-localização e 30% permitir que informações e preços sobre os produtos sejam visualizadas a partir de um smartphone.

Fonte: ecommercenews

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Enviar e-mail marketing ainda é uma maneira eficiente para aumentar a conversão da loja virtual e é uma das ações que podem ser planejadas

A chegada de janeiro abala sensivelmente os resultados em vendas do varejo em geral. Alguns lojistas Online adotam as promoções para alavancar o consumo e, de fato, elas são promissoras, mas estão longe de ser a única postura competitiva para atrair o público-alvo. No e-commerce, as possibilidades estão além de oferecer preço baixo. Conhecer o hábito de compra do consumidor habitual talvez seja a principal arma para afastar a queda da procura, juntamente com o planejamento criativo das operações.

Enviar e-mail marketing ainda é uma maneira eficiente para aumentar a conversão da loja virtual e é uma das ações que podem ser planejadas. Como primeiro passo de uma campanha bem sucedida, é preciso dividir os consumidores por grupos de interesses. A prática de disparar um único e-mail para todos os cadastrados da empresa não ajuda a empresa a alcançar o objetivo de aumentar o número de pedidos finalizados. A relevância da mensagem enviada é o maior atrativo e isso só é possível a partir de um estudo detalhado do perfil dos consumidores. Lembre-se que é crucial para o sucesso das campanhas que os envios sejam feitos apenas para e-mails autorizados (os chamados opt-in).

O marketing digital também é estratégico nesse período. Banners, otimização do site nos resultados de pesquisas das páginas de buscas e links patrocinados ajudam na tarefa árdua de mudar o estigma de que janeiro não é um bom mês para o comércio. A já citada promoção ganha destaque com os banners segmentados à página de anúncio, com isso as chances de emplacar a venda são ainda maiores.

 
Cartão como aliado

Além de a loja virtual ter várias opções de pagamento, como boleto bancário, depósito em conta (essa, a menos viável) e cartões de crédito de várias bandeiras, o parcelamento das compras é um aliado. Os consumidores, inclusive, já deram sinais de preferência pelo cartão, em detrimento do crediário próprio de varejistas, o que aumenta a vantagem do comércio eletrônico. A facilidade de compra aumenta a procura por itens de maior valor agregado – produtos que podem elevar os ganhos da empresa.

De acordo com Marcelo F. Silva, gerente de marketing da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, de fato, em janeiro o consumo desacelera. O volume de impostos que chegam junto com o mês é um agravante para as vendas. Mesmo assim, é possível ter bons resultados. “Essa é uma boa época para ‘queimar’ o estoque remanescente do final de ano, preparar a loja para lançamentos e novas coleções.”

 Todas essas estratégias juntas podem aumentar em 20% o total das vendas, mesmo que a um ticket médio menor do que o apresentado em dezembro. O importante é ser criativo. “Essa é uma boa época para usar com criatividade ferramentas como cupom de desconto, promoções, banners, frete grátis, cupom de desconto por demanda e promoções exclusivas por e-mail”, diz Silva, além de “oferecer um bom canal de atendimento e uma política de troca descomplicada” para garantir a satisfação do cliente. Feito isso, as vendas são garantidas.

administradores

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E-commerce

“Quem está na internet já não vê o produto. Portanto, o ideal é usar o fato de ser pequeno a seu favor, e tratar seus clientes de forma personalizada”

Estimativa da consultoria e-bit aponta que o comércio eletrônico faturou R$ 18,7 bilhões no ano de 2011 – número 26% maior do que o de 2010. Se é fato que os consumidores foram conquistados pela facilidade, comodidade e conforto de comprar pela internet, especialistas garantem: o micro, pequeno ou médio empresário que apostar no e-commerce e na visibilidade da sua marca nas redes sociais encontrará grandes oportunidades para alavancar os negócios. “É um mercado que cresce em torno de 30%, 40% ao ano. Não dá para desmerecê-lo”, diz Othavio Parisi, superintendente comercial da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

 Além das iniciativas para impulsionar o segmento na internet – como o Ciclo mpe.net, realizado pela Câmara e-Net,  ferramenta de inclusão das MPEs no comércio eletrônico, e a ACSP Shop, plataforma da associação destinada à hospedagem de lojas virtuais de seus associados -,  ferramentas de e-commerce focadas nas redes sociais são fundamentais para entrar definitivamente nesse universo e ganhar dinheiro. 

Arnaldo Korn, diretor-presidente do portal Pagamento Já, lembra que, além de dominar novas formas de marketing e propaganda, as redes sociais adquiriram um caráter de e-commerce livre. Promoções de livros, CDs, DVDs e jogos no Twitter, assim como fanpages no Facebook, dominam o mercado de compras online.

“É o ‘Facecommerce’ da internet, ou o ‘Twitcommerce’ do planeta, em que o consumidor não precisa sair da página para comprar o que quiser. E a grande vantagem para quem vende é o baixo custo da vitrine virtual”, destaca.

 Rede social – Para reforçar a ideia, Gerson Rolim, coordenador de comitês da Câmara e-Net, destaca o lançamento da plataforma de comércio eletrônico do Facebook em janeiro – quando efetivamente surgiu o conceito do “social commerce” – e sua entrada no Brasil em novembro.

 “Hoje é possível vender pelas redes sociais ou montar uma loja dentro do Facebook, que já passou de 800 milhões de usuários no mundo. Vale lembrar que são nas comunidades virtuais que nichos de consumidores se encontram, baseados em interesses comuns. Ou seja: o social commerce é mais que tendência, é realidade.”

 Pé direito – Entrar é fácil, mas fazer os negócios ficarem cada vez mais promissores na internet, contando com a força das redes sociais, requer muito mais dos micro e pequenos empresários. “A loja virtual não tem fachada, como a loja física. Quem não aparece no Google ou no Facebook não existe. É essencial planejamento offline e online para entrar com pé direito, ou não há como fazer sucesso na área”, alerta Rolim, da Câmara e-Net.

 Entre os pilares essenciais que as MPEs têm que se apoiar para aproveitar as oportunidades na internet, a reserva de orçamento específico para o negócio virtual e o desenvolvimento de ferramentas de web marketing são fundamentais.

  Explorar nichos de mercado, focando o trabalho dentro de seu segmento, é a dica de Othavio Parisi, da ACSP. Segundo ele, isso evita concorrência grande e ajuda a se posicionar nas buscas como a melhor loja, com produtos que só existem lá. “Mas é preciso ficar atento para não misturar a administração da loja virtual com a da loja física: tudo tem que ser diferente. Ou não dá para atender bem nenhum dos públicos”, ensina.

  Outra vantagem de entrar na web, segundo Rolim, é a possibilidade dos MPEs de entregarem produtos personalizados a um preço compatível. “É uma demanda que grandes empresas não possuem flexibilidade para atender”, explica.

 Logística – Criar logística adequada para entrega de produtos, com pelo menos duas operadoras para não frustrar expectativas dos clientes, além de um sistema de pagamento por cartão de crédito seguro que minimize fraudes são outros pontos que merecem destaque.

 “O e-consumidor é muito exigente. E o empreendedor que não se ater a esse fato tem vida curta na internet. O que mais pesa é prazo de entrega: cumpra ou surpreenda, entregue antes. Caso contrário, adeus cliente”, alerta Rolim.

 A implantação de um SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) é fundamental para os MPEs, não só para as gigantes do varejo virtual. “Isso ajuda e ter segurança e concretizar o negócio”, completa Parisi.

Formalidade – Arnaldo Korn, do portal Pagamento Já, chama a atenção para a importância de manter sua empresa virtual sempre legalizada e longe da informalidade. De acordo com ele, a inviabilidade tributária faz com que cada dia surjam mais candidatos a empresários informais – principalmente entre os micro e pequenos empresários.

“Falta incentivo (do governo), que acaba inviabilizando o negócio – principalmente quando se fala de produtos. A opção (de entrar na internet) é muito interessante, mas o correto é ter o negócio sempre legalizado, com contrato social e CNPJ. Tudo isso transmite credibilidade”, explica, lembrando que qualquer empresa que se aventure na internet deve ficar sempre atenta para não cair negativamente nas comunidades virtuais – o novo “SAC” das companhias.

Lucros no mundo virtual

A história de sucesso do empresário digital Marcel Figueiredo, 32, começou lá atrás, quando tinha cinco anos, ganhou o primeiro computador e passou a viver “no mundo da informática”, segundo ele. Dono dos sites Varinha.com.br, de brinquedos temáticos personalizados, e do GBolso.com.br, de finanças pessoais, Figueiredo decidiu ser empreendedor nos tempos em que trabalhava com carteira assinada em uma grande empresa de tecnologia. Hoje, ele se orgulha de faturar dez vezes mais com seus sites do que quando era assalariado.

Primeiro com o G.Bolso, em plena época de crise mundial, criado para dar dicas financeiras “apenas para familiares e amigos”, e depois com o Varinha, que importa artigos escolhidos a dedo por seus clientes (como a varinha oficial do Harry Potter ou réplicas de personagens de mangás), Figueiredo, ao completar três anos de atividades dos dois sites, acaba de lançar um piloto de suas lojas no Facebook. “Ainda estamos entendendo como funciona, mas temos um grupo de clientes que ajudam, dando dicas para melhorar.”

Exemplo de planejamento e estratégia nos negócios, Figueiredo, que tem três prestadores de serviços em seu empreendimento, destaca alguns pontos que foram fundamentais para entrar na internet como pequeno empresário. Se a parte financeira para iniciar não foi problema – já tinha reservado recursos próprios para o seu projeto digital —, ele dá uma dica que considera importante: não levar o negócio em paralelo com o emprego. “Isso pode gerar dor de cabeça junto ao empregador”, aconselha.

Quanto às partes técnica, de desenvolvimento do site, de logística e de cobrança, não é preciso “inventar a roda”, segundo ele: é possível hospedar a loja  em plataformas virtuais pré-prontas (como a ACSP Shop, por exemplo), e aderir aos serviços de gateways, como os do Pag Seguro, ou dos Correios, para entregas. Mas o foco sempre será prestar o melhor atendimento ao cliente.

“Quem está na internet já não vê o produto. Portanto, o ideal é usar o fato de ser pequeno a seu favor, e tratar seus clientes de forma personalizada”, diz, lembrando aos pequenos empreendedores que o mercado digital ainda é incipiente. “Há muito espaço para todos crescerem”, conclui.

 Desafio agora é conquistar a Geração Y

 Mais um desafio para gestores de marcas e produtos em tempos de e-commerce e redes sociais: atender aos anseios da “Geração Y”. Conectados, bem informados, impacientes e imediatistas, esses consumidores (pessoas entre 20 e 29 anos) não querem ser tratados como “ingênuos”. Mas, ao contrário do que se espera, preferem resolver problemas com produtos e serviços pelo tradicional atendimento telefônico.

 A pesquisa “Geração Y”, da Bridge Research, feita com 672 pessoas na Grande São Paulo, mostra que jovens e altamente conectados consumidores brasileiros não têm paciência para usar chats ou e-mails para falar com Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC) de empresas.

 Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge e coordenador da pesquisa, há uma espécie de “fina ironia” no fato de a geração da internet não dar preferência a esse canal para ser atendida por marcas e empresas. “É clara a insatisfação com a demora e a impessoalidade da internet para resolver questões relacionadas à insatisfação dos clientes”, diz.

Exemplo disso é a tosadora Laísa Ferreira Vilela Arruda, 22, braço direito da veterinária responsável do local onde trabalha. Apesar de Laísa ter perfil no Facebook – uma das comunidades virtuais usadas tanto para elogiar como para reclamar de marcas e produtos, iniciativa que vem ajudando a mudar estratégias de empresas – preferiu ligar diretamente para uma famosa loja e uma empresa de telefonia celular para cancelar uma compra que demoraria quase um ano para ser entregue e o serviço ruim da internet. “Muita gente reclama no Facebook, mas sei que, no final, quando querem ver o caso resolvido, todos correm para o telefone. É melhor ligar, você sabe que fala diretamente com uma pessoa. Na internet, vai saber se realmente alguém vai olhar…”

 Trindade diz que, para essa geração, um dos aspectos mais relevantes é que a marca deve estar no mesmo nível do cliente. A demora para solucionar questões é a principal insatisfação – como se o problema inicial fosse menos importante que o tempo que levou para ser solucionado. “É uma geração que não está apegada à marca (assim como a geração anterior, a X), mas sim ao resultado.”

Fonte: e-bit

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Categorias: E-commerce

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E-commerce

A movimentação do mercado está garantida em 2012 e o e-commerce como conhecemos terá uma nova ‘cara’.

Este foi o ano do e-commerce, sob vários aspectos. Passada a febre das compras coletivas, a grande responsável pelo crescimento percentual de 40% registrado em 2010, o setor se estabeleceu entre os cerca de 32 milhões de e-consumidores, amadureceu, principalmente diante do desafio de realizar com eficácia as entregas de final de ano, e se tornou uma atividade social.

Socializar, inclusive, deve ser a principal realidade do comércio eletrônico em 2012. Os varejistas virtuais estarão mais atentos a esse mercado e por isso, a aposta é um investimento maciço para a estabilização do chamado social commerce. Além de ser desejada pelo cliente, a compra compartilhada, comentada e opinativa aumenta as probabilidades de se fechar muitos negócios.

Para Marcelo F. Silva, gerente de marketing da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, 2011 foi o ano base para as empresas se preparem para a tecnologia das vendas sociais. “Esse foi um período embrionário para esse setor, que vai crescer muito.”

A popularização do comércio eletrônico, nos diversos formatos paralelos de vendas pela internet, também forçou os empresários a enxergarem que não há necessariamente um produto específico para o e-commerce. Tudo pode ser comercializado à distância, principalmente quando o consumidor se sente privilegiado, com melhores preços na comparação com o mercado físico, e com uma tecnologia atraente.

Em uma entrevista para o Blog da JET Tecnologia, a diretora da e-bit, Cristina Rother, afirmou que além das redes sociais, os dispositivos móveis serão ainda mais comuns como um meio de finalizar as compras pela internet. Outra tendência apontada pela executiva é a da expansão do mercado para as lojas de nicho, será então o momento de pequenos varejistas investirem na modalidade de vendas.

A movimentação do mercado está garantida em 2012 e o e-commerce como conhecemos terá uma nova ‘cara’. A principal mudança será na postura do próprio consumidor, que de passivo se tornará um agente ativo de compras. O cenário será configurado por “usuários e clientes que influenciam na decisão do outro pela compra de um produto ou serviço. Isso já acontece, mas vai se tornar muito mais forte”. É assim que finaliza Silva, o que traduzido quer dizer: se prepare, porque se 2011 foi bom, 2012 será muito melhor.

revistafator

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Categorias: Compras coletivas, E-commerce

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E-commerce

A categoria mais vendida foi eletrodomésticos, seguida dos produtos de informática e eletrônicos.

O “Boxing Day”, tradicional dia de descontos logo após o Natal (26 de dezembro) em países como Estados Unidos e Inglaterra, movimentou R$ 58,9 mi no Brasil, segundo informações da e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce. A ação é utilizada para aumentar o volume de vendas em um período que costuma ser de baixo movimento.

Conforme a empresa, foram 170.632 pedidos via internet com gasto médio de R$ 345 por compra. O Boxing Day foi o 29° dia de maior faturamento no período de Natal (de 15 de novembro a 26 de dezembro), conforme a e-bit. Em 2010, o dia 26 de dezembro teve um faturamento de R$ 29,7 milhões, ou seja, em 2011 o aumento nas compras virtuais no dia foi de 98%.

A categoria mais vendida foi eletrodomésticos, seguida dos produtos de informática e eletrônicos. Para Cris Rother, diretora da empresa, a compra de produtos de maior valor agregado pela internet já tem a preferência dos consumidores, em virtude dos preços competitivos e das facilidades de pagamento e com os descontos oferecidos durante o Boxing Day atraíram ainda mais o público.

Uol

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E-commerce

Os usos dos novos recursos por parte das empresas podem ser muitos e variados.

Com o crescimento imenso (e lucro proporcional) que o Facebook tem apresentado nos últimos anos, alcançando 800 milhões de pessoas e um valor de mercado de mais de 80 milhões de dólares, o Google decidiu tentar novamente conquistar a sua fatia do bolo das redes sociais após o fracasso global do Orkut (fora do mercado brasileiro) com o Google+.

Parte do público desconsiderava essa rede social no seu início por ser muito parecida com o Facebook, o que mudou profundamente com as atualizações periódicas que ela recebe. Seu principal recurso, os Círculos, representa uma revolução nas redes sociais, pois permite segmentar de modo rápido, prático e lógico os seus contatos. O processo equivalente no Facebook é desajeitado e obscuro em comparação.

Outro recurso revolucionário do Google+ é o hangout, que se trata de um sistema de videoconferência integrado a todas as postagens dentro da rede. Ao criar uma sala de hangout, você escolhe que amigos ou círculos participarão da sala de bate-papo. Uma vez lá dentro, há acesso a um sistema de troca de texto (para mandar links, por exemplo) e a um recurso de assistir vídeos do Youtube simultaneamente.

O botão “+1” é também, ao seu modo, uma mudança significativa no ambiente das redes sociais. Ele tem um funcionamento parecido com o “curtir” do Facebook, mas ele é levado em conta nas prioridades do algoritmo de busca do Google, ou seja, tem um efeito real sobre o ranqueamento dos resultados.

Os usos desses novos recursos por parte das empresas são muitos e variados. Com os círculos, é possível segmentar excepcionalmente a sua base de fãs, enviando mensagens mais relevantes a quem mais se interessa por elas. Por exemplo, um e-commerce de produtos para animais de estimação poderia separar seus fãs entre donos de cachorros ou gatos, enviando mensagens altamente específicas para cada público, o que poderia representar uma melhora substancial nos leads gerados por determinada campanha de marketing.

O hangout também é uma ferramenta interessante. Poderia ser usado para compartilhar conteúdo, claro, mas também como uma ferramenta de atendimento aos clientes, criando um senso de ligação emocional muito forte com a loja, o que comprovadamente melhora seus resultados a médio prazo.

Por fim, os benefícios do botão +1 ficam evidentes ao se considerar a importância que ele recebe dentro do sistema do Google. Sua marca pode facilmente escalar posições nas páginas de resultados do sistema de busca se receber cliques suficientes de fãs. Isso, aliado a um SEO muito bem feito e uma campanha de links patrocinados, tem potencial real de colocar sua página entre os primeiros lugares do Google.

 Esperamos com essas dicas trazer um entendimento melhor das possibilidades e diferenciais do Google+. O seu potencial é fortíssimo e não deve ser subestimado.

Fonte: magento.bis

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Categorias: E-commerce, Ferramentas E-commerce, mídias sociais

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E-commerce

Denúncia foi feita à Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça, que pedirá ao Google que se manifeste em 15 dias.

A empresa E-Commerce Media, que possui os sites comparadores de preço Buscapé e Bondfaro, apresentou à Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça, denúncia contra o Google por favorecer artificialmente seu próprio comparador de preço, o chamado Google Shopping, no resultado das buscas orgânicas.
Segundo a E-Commerce, apenas o Google Shopping teria o direito de divulgar imagens de produtos, apontar avaliações, comentários, número de lojas anunciantes e até mesmo preços no resultado de pesquisa do Google Busca. Além disso, desde os primeiros dias de existência, o Google Shopping estaria aparecendo com maior frequência na primeira página do Google Busca e, principalmente, nas primeiras posições entre os links não-patrocinados. O que poderia apontar para uma distorção no algoritmo de busca do site.

A representação mostra ainda que o Google Shopping possui uma arquitetura de informação diferenciada dos concorrentes. Enquanto todos comparadores são identificados apenas por um link que permite um clique, o Google Shopping aparece com até 5 possibilidades de clique, avaliações, comentários, número de lojas anunciantes e preços no resultado de pesquisa na ferramenta de busca.

A E-Commerce afirma que há evidências de que a busca do Google não é isonômica, além da comparação feita pela Google Shooping ser menos eficiente. Assim, os consumidores poderiam ser prejudicados por comparações de preços de menor qualidade; aumento artificial do poder de mercado do Google no mercado de publicidade virtual, conjugado com um aumento de preços dos espaços publicitários online.

A denúncia feita pelo Buscapé é similar a diversos outros processos que tramitam em órgãos antitruste nos Estados Unidos, Europa e Coréia do Sul, nos quais o Google é investigado pela adoção de práticas discriminatórias que acabam alavancando seus produtos e ferramentas em detrimento de competidores que dependem do resultado natural do Google Busca para geração de tráfego a seus sites.

Em nota oficial, o Buscapé informa que o processo tem como objetivo a adoção de medida preventiva que determine a cessão das discriminações em relação a todos os sites de comparação de preços. A intenção da empresa é contribuir para a manutenção de um ambiente concorrencial equânime. Reforça ainda que acredita na livre concorrência e que defende que as informações apresentadas ao consumidor como resultado de uma busca natural sigam os mesmos critérios para todos os participantes do mercado em termos de exposição e resultado na página de busca, garantindo dessa forma a concorrência mais justa e fidedigna, em conformidade com os usos e hábitos de busca dos usuários de Internet.

Todos os funcionários dos sites Buscapé e Bondfaro receberam um comunicado interno solicitando que não se pronunciassem ou comentassem sobre o assunto com meios de comunicação ou em qualquer tipo de rede social.

Com base na denúncia, a SDE pedirá para o Google que se manifeste em 15 dias. Procurado, o Google informa desconhecer a denúncia e ainda não ter sido formalmente notificado.

Informações fornecidas pelo Ministério da Justiça

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Vendas crescem com o e-commerce

22 de dezembro de 2011

E-commerce

O e-commerce se tornou uma importante ferramenta e está em constante crescimento, o que atrai um grande público.


Comércio eletrônico - E-commerceCom o objetivo de aumentar vendas e até mesmo expandir a marca para todo o mundo, a maioria das lojas e empresas do mercado tradicional estão, cada vez mais, aderindo ao comércio eletrônico. O e-commerce se tornou uma importante ferramenta e está em constante crescimento, o que atrai um grande público.

Define-se como comércio eletrônico, qualquer transação comercial que envolva a cadeia de valor dos processos de negócios através de um ambiente eletrônico, por exemplo, a Internet. “Muita gente acha que o e-commerce é só os sites de vendas. Na verdade, comércio eletrônico é toda e qualquer transação feita na internet, twitter, facebook e tudo o que gera negócios”, explica o diretor da Área Local – Agência Digital, Remo Carlo Bortoluzzi.

Diante das vantagens de se ter um e-commerce é necessário pensar que se trata também, de um negócio que requer cuidados, monitoramento, diferenciação, constante avaliação, ajustes no processo e muito domínio. “Não basta criar um site de vendas, é preciso ter um acompanhamento, um conhecimento maior e que gere os resultados desejados. É fundamental fazer essa ligação do virtual com o físico”, relata.

Além desses cuidados, também é fundamental que, ao colocar os produtos e serviços no comércio eletrônico, lojistas e empresas estejam atentos a algumas dicas. “Você precisa ser bem especifico quanto ao produto. Imagem é tudo, essa frase feita é bem real no e-commerce, além disso, vídeos e depoimentos também são essenciais na hora de fidelizar clientes”, destaca.

A Área Local faz todo o trabalho para alavancar as vendas no e-commerce, a loja Bike Plus conta com esse atendimento. “Realizamos todas as atualizações de facebook, twitter, somos responsáveis por toda a gestão estatística desde campanhas, retornos e resultados”, completa. Os resultados já são visíveis, desde o atendimento, a empresa Bike Plus passou a ter um maior número de seguidores no twitter e facebook, aumentando assim, a rede de contatos.

Info

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E-commerce

Quem deixa para comprar na internet na última hora sempre corre mais risco de chegar de mãos vazias à festa de Natal.


Compras onlineQuando o assunto são as compras de Natal, muita gente prefere a internet. É mais cômodo e não tem fila. O Natal é neste domingo (25). Será que ainda dá tempo? Tem site que garante a entrega, mas nem sempre dá certo.
Para se ter uma ideia, este ano o Procon de São Paulo registrou mais de 20 mil reclamações de consumidores que receberam os produtos atrasados ou nem receberam. De acordo com o órgão de defesa do consumidor, nesses casos o cliente pode até desistir da compra e receber do site tudo o que gastou.

Existe vitrine melhor que a tela do computador? A auxiliar administrativo Priscila Silva Santos. Ela se especializou em compras pela internet. Teve poucos problemas com entrega, mas está preocupada. Ela escolheu o presente da filha de 7 anos em uma loja virtual e teme que ele não chegue a tempo. “Vamos torcer para que chegue e dê tudo certo. Se não chegar, a mãe sempre dá um jeitinho”, comenta Priscila.

O comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,6 bilhões neste Natal, o que representa um crescimento de 20% em relação ao ano passado, quando muitos consumidores não receberam suas compras a tempo.

Para dar conta das encomendas do Papai Noel, uma floricultura que vende para o Brasil todo aumentou em 20% o número de funcionários. As compras de Natal vão ser aceitas até as 12h do dia 24 para entrega na Grande São Paulo. Mas para o resto do país, por segurança, os pedidos vão ser encerrados nesta quarta-feira (21). Nesse ramo há 11 anos, o diretor Clóvis Souza sabe da importância de não deixar o consumidor sem presente.

“Nossa obrigação é entregar no período certo, na hora certa, até porque a gente trabalha com sentimentos – aniversário, aniversário de casamento ou nascimento. Então, não tem como deixar para o dia seguinte. A data é importante é hoje para pessoa. Não tem como deixar para o dia seguinte”, afirma o diretor da empresa Clóvis Souza.
As empresas têm de cumprir o prazo oferecido no momento da venda, mas o Procon de São Paulo já registrou esse ano cerca de 20 mil reclamações por entrega fora do prazo ou pior: por consumidores que não receberam o produto.

Quem deixa para comprar na internet na última hora sempre corre mais risco de chegar de mãos vazias à festa de Natal. Se você encontrar um site que garanta a entrega para o sábado, mas for surpreendido com a não-entrega, ainda terá tempo para desistir.

“Nas compras feitas fora do estabelecimento comercial, inclusive na internet, o consumidor tem sete dias para desistir e se arrepender do negócio ou da compra. Nesse caso, deve ser restituído a ele todos os valores pagos”, orienta o diretor-executivo do Procon de São Paulo, Paulo Arthur Góes.

Esta semana, a Defensoria Pública de São Paulo ajuizou uma ação civil pública contra uma empresa responsável por duas lojas virtuais. Ela foi acusada de vender produtos eletrônicos pela internet com preços abaixo do mercado e não entregar aos compradores. Foram mais de 13 mil reclamações. A defensoria quer que a empresa seja multada e obrigada a cumprir os contratos assumidos. Além disso, pede que as ofertas de vendas sejam imediatamente suspensas.

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Categorias: E-commerce

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