A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) promove, no dia 9 de fevereiro de 2010, das 8h30 às 12h, em sua sede, o evento “Tendências do Varejo para 2010″. Na ocasião, profissionais que estiveram no maior congresso mundial do setor, a NRF 2010, repercutirão às últimas novidades e tendências deste segmento em plena expansão econômica nacional.

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Por Juliano Moreira ,do IDG Now!

A cena é clássica. Todo dia 31 de dezembro à meia-noite, pessoas de todas as partes do mundo definem os objetivos pessoais e profissionais que pretendem buscar no ano que se inicia. Porém, algumas delas acabam esquecendo-se dos planos imaginados e terminam o período sem realizá-los.

Por esse motivo foi criado o Aminezia.com. Trata-se de um serviço gratuito que permite aos usuários definir os objetivos pessoais e profissionais para 2010, aliado a um sistema encarregado de lembrá-los de tais metas.

“Depois de ler uma matéria na internet sobre planos de carreira, descobri que mais da metade dos americanos esquecem o planejamento definido logo nos primeiros seis meses”, afirma o dono do projeto e diretor da Yoursoft Tecnologia, Vítor Nogueira.

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Vendas on-line continuam a crescer

10 de janeiro de 2010

Por Thaís Pacheco  *

O mercado de compras on-line é uma das áreas que mais crescem atualmente. A procura por produtos adquiridos pela internet costuma sempre aumentar nos fins de ano e em datas comemorativas comerciais. Segundo dados da e-bit, consultoria em comércio eletrônico, as compras de fim de ano tiveram faturamento de R$ 1,63 bilhão, crescimento de 30% em relação ao ano anterior, quando o setor atingiu R$ 1,25 bilhão em vendas.

Atraídos pela facilidade, comodidade, condições de entrega e preços, os consumidores acabam optando pela compra on-line. A publicitária Tayra Vasconcelos faz compras pela internet desde 2006, interessada em preços mais baratos e para fugir do estresse das filas. “Tem a comodidade de comprar sem se levantar do sofá. Além disso, em datas festivas os shoppings ficam intransitáveis, isso sem falar no trânsito de São Paulo. Eu compro basicamente DVDs, blu-rays, CDs e livros, mas meu marido adquire também muitos games e actions-figure””, explica Tayra.

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Por PCWorld

Determinar metas e prioridades, inserir as palavras-chaves corretas e ter muita paciência são algumas das recomendações.

Mais de 90% dos usuários não olham além da primeira página dos resultados de buscas, segundo um estudo realizado pelo especialista em web Jakob Nielsen. Com esses números, não é surpresa que todas as empresas queiram seus sites entre os dez primeiros no resultado de uma busca.

Mas, com bilhões de páginas na web, alcançar esse lugar privilegiado é um desafio sério. É aí que entra a otimização para motores de busca (SEO, em inglês).

Com esse método, um negócio pequeno pode aumentar muito suas chances de aparecer na primeira página dos resultados relevantes de uma busca na web. “A boa notícia é que há milhões de pesquisas com palavras-chave feitas todos os meses”, afirma o chefe executivo da SEO.com, Dave Bescom. “Isso quer dizer que você tem bilhões de oportunidades.”

Mas não se empolgue demais. A melhoria na exposição do seu site acontecerá gradualmente.

Para iniciar seu trabalho de otimização, faça pequena promoção pay-per-click (PCC) de anúncios de palavras-chave – com o Google AdWords, por exemplo -, ligadas a uma página de destino relevante em seu site com um apelo explícito para uma ação. Pode ser um convite para que liguem gratuitamente para você e façam uma consulta qualquer, sugere o vice presidente e cofundador da SEO-PR, Jamie O’Donn.

Para facilitar, veja abaixo as cinco principais dicas de otimização para aumentar o status do seu site nos mecanismos de busca.

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Por Redação do IDG Now!

Valor é 28% maior que o gerado no mesmo período do ano passado, segundo a e-bit; livros foram os produtos mais vendidos.

O comércio eletrônico brasileiro movimentou 1,6 bilhão de reais com as vendas de bens de consumo no período que antecedeu o Natal, que foi de 15 de novembro a 24 de dezembro.

Esse valor é 28% maior que o montante de 1,2 bilhão de reais gerado na mesma época no ano passado, segundo dados divulgados pela e-bit, empresa especializada no setor.

 “Ano a ano acompanhamos a evolução do e-commerce, e sem dúvida o Natal é um grande aliado para esse crescimento. Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web”, diz o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

 O executivo lembra que as lojas virtuais tiveram que se programar para atender a todas as demandas, pois sem uma estrutura e logística, ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino.

Produtos mais procurados

A categoria de produtos mais vendida pelo varejo virtual foi a de livros. Em segundo lugar ficaram os eletrodomésticos, impulsionados pela redução do IPI, seguidos de itens de saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocações, respectivamente, completando o ranking.

O pico das vendas natalinas ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.

Enquanto o e-commerce teve uma evolução de 28% em suas vendas natalinas, o varejo físico obteve apenas 6,8% de acréscimo, segundo o indicador Serasa Experian.

No Natal norte-americano, as vendas online subiram 15,5% de acordo com o pelo SpendingPulse, uma unidade do MasterCard Advisors.

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Por Luciana Rebouças – A Tarde

Mesmo após os gastos com os presentes de Natal, os consumidores visitaram o comércio de rua e os shoppings da cidade neste sábado, 26, não somente para fazerem trocas e as últimas compras para o Ano Novo, mas também para tentar encontrar as promoções do saldão de Natal.

Estes descontos também estão sendo anunciados no comércio eletrônico, com percentuais que variam entre 10% e 70%.

O site (saldaonainternet.com.br ) é um deles, que reuniu 40 grandes lojas e irá oferecer vestuário e eletrodomésticos até o dia 15 de janeiro com estes percentuais. A empresa espera chegar a um milhão de visitas durante e negociar em torno de R$ 15 milhões mesmo após as festas.

Alexandro Roton Dano, gerente da loja Ricardo Eletro Iguatemi, diz que apesar do movimento mais fraco após o feriado, os clientes que vão a loja chegam determinados a comprar. “Eles já sabem que estamos com descontos de 40% a 60%, por causa do saldão”, explica Dano.

Já na parte de vestuário, os lojistas informam que as promoções começam em janeiro. “Ainda aproveitamos o movimento para o Ano Novo. Às vezes, o cliente vem fazer uma troca e já leva uma outra peça”, acrescenta Washington Vieira, gerente da Moda Mania, na Avenida Sete de Setembro. Vieira ainda informa que alguns lojistas abrirão neste domingo para aproveitar as últimas vendas do fim de ano.

Jucy Oliveira, sub-gerente da loja Wave Beach no Iguatemi, confirma que promoções só em janeiro. “Este movimento aqui é porque hoje é o dia mundial da troca”, diz.

Foi isto que fez Marinalva Santos, administradora, que aproveitou o dia de ontem para trocar um presente, mas também comprar produtos de mesa e banho que usará no Ano Novo. “Ainda está tudo o mesmo preço. Só em janeiro mesmo para baixar. Só vou comprar as outras coisas, porque tenho necessidade”, comenta a consumidora.

Já Reginaldo Cunha, aposentado, na agonia das compras de Natal levou um pé de um sapato e outro pé de outra marca. Cunha aproveitou o dia calmo ontem para a troca, mas encontrou demora no atendimento. “Para venderfoi rápido, mas na hora de trocar é complicado”, reclamou.


Orientações:


1 – Cuidado para não  fazer compras por impulso na hora que for trocar os presentes natalinos. Esta atitude pode causar um superendividamento já no começo do ano

2 – Na parte de vestuário, os lojistas realizam as melhores promoções em janeiro. Os consumidores que puderem esperar, vão encontrar preços mais atrativos

3 – Na internet, escolha sempre sites seguros, que já tenham alguma referência, antes da compra. Muitas promoções já são realizadas nestes últimos dias do ano, com percentuais de até 70% de desconto

4 – Se a loja se dispôs a fazer a troca antes da venda, agora fica obrigada a cumprir o procedimento. Caso tenha dificuldades, deve-se procurar um órgão de defesa do consumidor

5 – Se possível, leve a nota fiscal para trocar os presentes. O consumidor não é obrigado a levar, mas os lojistas reclamam que estão tendo dificuldades com a Secretaria da Fazenda por causa destas trocas sem notas fiscais, já que em alguns casos há uma diferença de valor.

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Por Redação do IDG Now!

Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.

Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.

Este estudo refere-se ao Índice de Confiança do e-consumidor, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.

O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.

Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais – uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão de reais em vendas.

A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.

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Por – Agência Estado
A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, associada à entrada dos consumidores de classe C na internet, deve fazer deste fim de ano o Natal do comércio eletrônico. Grandes redes varejistas que têm loja virtual chegam a prever crescimento de até 80% na vendas em dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado.
A e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, calcula um acréscimo de 30% na receita do varejo virtual entre 15 de novembro e a véspera do Natal. Isso deve somar R$ 1,630 bilhão no período.
O Extra.com., por exemplo, projeta crescimento de 50% na receita da loja virtual neste Natal em relação à mesma data de 2008. “Nossa expectativa é bem alta, teremos um Natal bem quente”, afirma o vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, Caio Mattar.
Ele atribui boa parte desse crescimento aos novos consumidores da classe C que passaram a ter acesso à internet por intermédio de computadores mais simples.
Vicente Criscio, consultor de varejo virtual, lembra, citando dados da e-bit, que o ano deve fechar com 17 milhões de consumidores virtuais, dos quais 40% da classe C.
A outra parte desse crescimento de vendas previsto pelo o executivo decorre dos preços menores, em razão do corte do IPI dos eletrodomésticos da linha branca, e das facilidades de pagamento. Neste ano, exemplifica Mattar, o parcelamento da compras feitas no seu site pode chegar 18 vezes sem juros no cartão Extra. No Natal do ano passado, o prazo máximo chegava a 12 vezes.
“Nosso crescimento será expressivo: vamos multiplicar por cinco as vendas virtuais neste Natal em relação ao do ano passado”, afirma o diretor comercial de e-commerce do Walmart, Fabio Bonfa. No ano passado, a loja virtual do maior varejista do mundo estava apenas a dois meses em funcionamento no Brasil, por isso o desempenho foi inexpressivo.
Mas, neste ano, o site do Walmart terá 17 categorias de produtos, seis a mais que no ano passado, o que deve, na opinião do executivo, dar forte impulso às vendas. “Pela primeira vez vamos vender pela internet utilidades domésticas, artigos para bebê, DVDs, livros, ferramentas e móveis”, exemplifica Bonfa.
Ele espera uma concorrência mais acirrada nas vendas online neste fim de ano. Por isso, a companhia alugou um segundo centro de distribuição para conseguir atender à demanda prontamente.
Também o site do Extra reforçou a logística para este Natal e aumentou em 40% o quadro de pessoal para atender aos pedidos. “As entregas na capital paulista são feitas no mesmo dia da compra e para outras cidades, no dia seguinte”, afirma Mattar.
O executivo lembra que, apesar de o Grupo Pão de Açúcar ter comprado o Ponto Frio, e agora as Casas Bahia, as operações do Extra.com e do Pontofrio.com ainda estão separadas.
Sem detalhar as projeções de vendas pela internet, as Casas Bahia informa que projetam crescimento de 20% tanto nas lojas físicas como pela internet. Desde fevereiro em funcionamento, a loja virtual da empresa já responde por 2% do faturamento. A cada mês a receita das vendas virtuais cresce 22% ante o mês anterior, informou a companhia, antes de ser adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar.
O Magazine Luiza, que recentemente renovou o site, projeta crescimento de 80% nas vendas virtuais neste Natal na comparação com a mesma data de 2008.
Na análise do consultor Vicente Criscio, essa forte movimentação do concorrentes pode ter tirado neste ano dez pontos porcentuais do mercado da B2W, a maior companhia de comércio eletrônico da América Latina, que inclui a americanas.com, Submarino, Shoptime, entre outros. Procurada pelo Estado, a companhia informou que não comenta dados de desempenho nem faz previsões.
“Nunca teve tantos competidores na internet como neste Natal”, afirma o consultor. Isso deve criar condições mais favoráveis de pagamento e impulsionar as vendas. Ele ainda ressalta que o corte de IPI da linha branca está sendo a “salvação da lavoura” de vendas online.
Nas contas do Programa de Administração do Varejo (Provar) e da Felisoni Associados, o varejo eletrônico deve representar só 1,7% das vendas das lojas físicas. As informações são da edição de sábado do jornal O Estado de S.Paulo.

Por – Agência Estado

A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, associada à entrada dos consumidores de classe C na internet, deve fazer deste fim de ano o Natal do comércio eletrônico. Grandes redes varejistas que têm loja virtual chegam a prever crescimento de até 80% na vendas em dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado.

A e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, calcula um acréscimo de 30% na receita do varejo virtual entre 15 de novembro e a véspera do Natal. Isso deve somar R$ 1,630 bilhão no período.

O Extra.com., por exemplo, projeta crescimento de 50% na receita da loja virtual neste Natal em relação à mesma data de 2008. “Nossa expectativa é bem alta, teremos um Natal bem quente”, afirma o vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, Caio Mattar.

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Por HSM
A popularização da internet incluiu as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital
O comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais promissor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia. Esse número deve ser bastante superior em 2010.
E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.
O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita. Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.
A produção de sites e portais visando o faturamento com anúncios publicitários perde cada vez mais força, já que os próprios anunciantes buscam as redes sociais fortes para atrair consumidores ou mesmo criam suas lojas dentro dessas redes, fazendo surgir assim uma nova fase dos negócios via Web. Pequenos e grandes empresários começam então a enxergar que a grande sacada dos próximos anos é mesmo o E-commerce.
Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.
Cabe então aos empresários e marqueteiros criarem estratégias junto a essas redes sociais e movimentarem mais ainda seus produtos perante à concorrência.Por HSM
A popularização da internet incluiu as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital
O comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais promissor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia. Esse número deve ser bastante superior em 2010.
E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.
O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita. Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.
A produção de sites e portais visando o faturamento com anúncios publicitários perde cada vez mais força, já que os próprios anunciantes buscam as redes sociais fortes para atrair consumidores ou mesmo criam suas lojas dentro dessas redes, fazendo surgir assim uma nova fase dos negócios via Web. Pequenos e grandes empresários começam então a enxergar que a grande sacada dos próximos anos é mesmo o E-commerce.
Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.
Cabe então aos empresários e marqueteiros criarem estratégias junto a essas redes sociais e movimentarem mais ainda seus produtos perante à concorrência.

Por HSM

A popularização da internet incluiu as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital

O comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais promissor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia. Esse número deve ser bastante superior em 2010.

E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.

O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita. Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.

A produção de sites e portais visando o faturamento com anúncios publicitários perde cada vez mais força, já que os próprios anunciantes buscam as redes sociais fortes para atrair consumidores ou mesmo criam suas lojas dentro dessas redes, fazendo surgir assim uma nova fase dos negócios via Web. Pequenos e grandes empresários começam então a enxergar que a grande sacada dos próximos anos é mesmo o E-commerce.

Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.

Cabe então aos empresários e marqueteiros criarem estratégias junto a essas redes sociais e movimentarem mais ainda seus produtos perante à concorrência.

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Por Lygia de Luca, do IDG Now!

Estudo da e-bit diz que setor terá ao menos R$ 1,63 bilhão de faturamento no período. Analista da Câmara-e.net acredita no dobro de receita.

Superação da crise financeira internacional, bons indicadores econômicos e  disposição para o consumo. Com esses ingredientes na mesa, o setor de comércio eletrônico espera um bom desempenho neste final de ano.

Em 2008, o faturamento no período de compras relacionado ao Natal  – entre 15 de novembro e 24 de dezembro – ficou em 1,25 bilhão de reais, crescimento de 15% em relação a 2007, segundo estudo da e-bit. Este ano, as vendas  natalinas devem ser 30% maiores do que as registradas em igual período de 2008 e alcançar 1,63 bilhão de reais, ainda de acordo com a consultoria.

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